Maldições Imperdoáveis

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As Maldições Imperdoáveis são feitiços da série Harry Potter que foram proibidos pelo Ministério da Magia por possuírem caráter maligno e objetivo cruel (matar, torturar, controlar...). O uso de tais maldições implica prisão perpétua em Azkaban.

Maldição Cruciatus[editar | editar código-fonte]

Forma verbal: Crucio
Descrição: É a maldição da tortura. Causa enormes dores psicológicas e físicas. É um dos feitiços favoritos de Lord Voldemort e dos Comensais da Morte e, segundo Belatrix Lestrange, para o feitiço funcionar, "não basta apenas pronunciar as palavras, é preciso querer causar dor e sentir prazer com o sofrimento do seu oponente."
Visto/mencionado em: Foi visto primeiramente em Harry Potter e o Cálice de Fogo quando Bartô Crouch Jr., que estava transformado por meio da poção polissuco no ex-auror Alastor Moody, usa a maldição em uma aranha durante a aula de Defesa Contra as Artes das Trevas. Depois é revelado que Bartô Crouch Jr. e Belatrix Lestrange (Bellatrix, na versão inglesa) foram enviados para Azkaban, por terem usado esta maldição em Frank e Alice Longbottom, pais de Neville Longbottom, até a insanidade. Em Harry Potter e a Ordem da Fênix, Harry usa tal maldição em Bellatrix Lestrange após ela ter matado seu padrinho Sirius Black. No livro Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Harry torna a usar essa maldição, mas Snape diz que ele é incapaz de fazer o uso correto de tal feitiço. Também em Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Draco Malfoy tenta usar contra Harry quando lutam no banheiro feminino, mas não termina o feitiço. Hoje por usado por Thoth...

Mas Harry aprende como usá-lo no sétimo livro, quando Amico Carrow cospe no rosto da professora Minerva McGonagall, em Hogwarts,e Draco Malfoy usou junto a Voldemort em um comensal da morte,chamado Thorfinn Rowle, pela falha na missão de capturar Harry e seus amigos.

É mencionado no sétimo livro que Aberforth Dumbledore foi atingido por Grindelwald com essa maldição.

Maldição Imperius[editar | editar código-fonte]

Forma verbal: Imperio.
Descrição: Toma o controle do alvo e faz com que a vítima siga fielmente as ordens do bruxo que lançou o feitiço. Feiticeiros com grande força de vontade podem vencer essa maldição como Harry faz durante as aulas com o falso Alastor Moody em "Harry Potter e o Cálice de Fogo". A oclumência não tem qualquer influência sobre a maldição, como podemos notar quando o verdadeiro Moody é colocado sobre a influência da maldição apesar de ter grande experiência em oclumência. Esta maldição controla a vontade do amaldiçoado e não sua mente, tanto que os amaldiçoados continuam a pensar normalmente apesar de não terem controle sobre seus atos.
Visto/mencionado: Diversos locais. Visto em Harry Potter e o Cálice de Fogo quando Bartô Crouch Jr., que estava disfarçado de o ex-Auror Olho-Tonto Moody, usa contra uma aranha em uma aula de Defesa Contra a Arte das Trevas. No mesmo filme, a maldição é usada por Lord Voldemort em Harry Potter, isso para obriga-lo a usar os bons modos de um duelo contra Voldemort. Também visto em Harry Potter e as Relíquias da Morte quando Harry Potter utiliza esta maldição em um duende na recepção de Gringotes, e depois usada por Rony Weasley dentro do banco após serem submetidos à Queda do Ladrão (encantamento que desfaz todos os feitiços que ameacem invasão aos cofres de Gringotes), no mesmo duende.

Foi muito usada no tempo em que Lord Voldemort era poderoso, criando dificuldades para que o Ministério da Magia separasse os reais seguidores de Voldemort dos enfeitiçados. Muitos dos Comensais da Morte disseram-se enfeitiçados pela Maldição Imperius para escapar de Azkaban após a queda de seu mestre.Em Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Draco Malfoy enfeitiça Madame Rosmerta em Hogsmeade.

Através de treino é possível resistir a essa maldição. Harry Potter é um dos bruxos capazes de resistir completamente, tendo sido treinado para isso durante as aulas com o falso Alastor Moody (na verdade, Bartô Crouch Jr.), no quarto livro.

Maldição da Morte[editar | editar código-fonte]

Forma verbal: Avada Kedavra.
Descrição: Causa morte instantânea, sem deixar nenhum sinal. Esse feitiço produz um raio de luz verde e um som de algo batendo no alvo sem causar dor. Uma autópsia trouxa sequer consegue detectar a causa mortis. Harry Potter, protagonista da série, foi a única pessoa que conseguiu sobreviver a esse feitiço. Além disso, Fênix, pássaros imortais que ressurgem das suas próprias cinzas sobrevivem a esse feitiço, pegando fogo quando são atingidas por ele (como fazem quando estão velhas) e depois revivem de suas cinzas. Quem utilizar a Maldição da Morte em outro ser humano recebe pena de prisão perpétua, na prisão bruxa de Azkaban. No quinto livro, Alvo Dumbledore conta mais alguns detalhes sobre a morte dos pais de Harry Potter: como sua mãe, Lílian Evans, o havia protegido com um feitiço muito antigo, o qual Voldemort jamais conseguiria compreender. Ela e seu marido, Tiago Potter, faleceram enquanto protegiam o filho, que sobreviveu apenas com uma cicatriz em forma de raio, que lhe traz ligações e estranhas habilidades, como a ofidioglosia - capacidade de se comunicar com cobras, com aquele que tentou matá-lo, Lord Voldemort.
Visto/mencionado:: Em Harry Potter e as Relíquias da Morte é usado muitas vezes na Batalha em Hogwarts. Todos a quem esta maldição é dirigida morrem. Só é conhecido um sobrevivente: Harry Potter. No filme de Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2, é mostrado alguns dos personagens se defendendo do feitiço com o feitiço Protego que se for lançado corretamente para qualquer feitiço, até mesmo a Maldição da Morte.

Em Harry Potter e a Câmara Secreta (possivelmente, somente no filme):

  • Por Lucio Malfoy, quando tenta matar Harry, mas é impedido por Dobby. Ele diz somente "Avada...", logo o feitiço mais possível é "Avada Kedavra". Também quando Voldemort mata Lilian e Tiago Potter.

Em Harry Potter o Cálice de Fogo:

Em Harry Potter e a Ordem da Fenix:

Em Harry Potter e o Enigma do Principe:

Em Harry Potter e as Relíquias da Morte:

  • Por Molly Weasley com sucesso em Bellatrix Lestrange, após um duelo entre as duas.

Etimologia: a palavra aramaica Avada significa "Eu destruo/mato". Considerando que Kedavra significa "como eu falo", logo fica "Eu mato quando falo".

A seguir, são palavras ditas pela própria J. K. Rowling quando estava em um festival de livros em 2004 e deu a explicação sobre o significado de alguns nomes, entre eles Avada Kedavra:

"É um antigo feitiço em aramaico, e é o original de Abracadabra, que significa 'deixe a coisa ser destruída'. Originalmente era usado para curar doenças, matar doenças. Troquei a 'coisa' doença, mas decidi torná-lo a 'coisa' na pessoa que está na minha frente."
Nota: No filme Harry Potter e a Ordem da Fênix, Bellatrix Lestrange usa essa maldição em Sirius Black, com sucesso, mas apenas no filme. Quanto ao livro ele é atingido por um feitiço desconhecido, possivelmente um Feitiço Estuporante, pois no livro não é citado o feitiço. Podendo então assumir que Sirius morreu ao atravessar o véu.
Nota 2: Quando um animal é transformado em Horcrux (propositadamente), recebe proteção contra quase todos os feitiços, isso inclui a maldição da Morte, como é demonstrado em Harry Potter e as Relíquias da Morte.

Ver também[editar | editar código-fonte]