Operário Futebol Clube Ltda.

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Operário
Nome Operário Futebol Clube Ltda.
Mando de jogo em Dutrinha
Capacidade (mando) 3 500 Pessoas [1]
Presidente Brasil Sebastião Viana
Treinador Brasil Narciso
Material esportivo Brasil Tubarão Sport
Competição Campeonato Mato-Grossense segunda divisão 2014
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo
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Operário Futebol Clube Ltda. é uma agremiação esportiva da cidade de Várzea Grande, no estado de Mato Grosso, fundada a 1 de maio de 1949.

Histórias e Conquistas[editar | editar código-fonte]

Em 1949, após o Bispo Bom Antônio Aragão presentear com um jogo de camisas, uma equipe formada com os melhores jogadores de Várzea Grande no Mato Grosso, nascia o Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense ou C.E.O.V. O jogo de estreia deste clube foi contra a equipe do Palmeiras do mesmo município, na ocasião foi usado um uniforme nas cores vermelha,branca e verde. A partida foi disputada no antigo Círculo Operário, na Rua da Independência, centro de Várzea Grande, no local funciona hoje, a Conferência da Igreja Nossa Senhora do Carmo. Os jogadores que atuaram do jogo foram:

Benedito “Sapateiro”, Assis, Ciro, Rubens dos Santos, Caetano, Boava (autor do gol), Simão (Cháfia), Alberto (Gonçalo), Lindolfo e Nono “Sapateiro”.

O primeiro presidente do Operário foi o Senhor Luís Vitor da Silva que ainda hoje vive na Avenida Couto Magalhães, centro da cidade. Luís tinha na retaguarda Joaquim Santana Rodrigues, Lamartine Pompeo de Campos, Oldemar Pereira, Mestre Dario, Manuel Mendes de Oliveira e Manuel Santana.

Na época, as partidas eram disputadas nos estádios Gonçalo Botelho de Campos e Presidente Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha. O futebol não profissionalizado, sendo disputado apenas na categoria amador. Foi uma fase de ouro, com o “Chicote da Fronteira” conquistando o tricampeonato de forma invicta nos anos 1953, 1954 e 1955.

Uma curiosidade foi o campeonato de 1955, o tricolor chegou ao título reforçando seu elenco com três jogadores contratados junto ao seu maior rival da época, o Industrial Esporte Clube Porto; Tatu, Tidinho e Bastilo. O Operário foi apelidado de “Pequeno Davi” pelo radialista Jota Alves, após empate heroico contra o poderoso Clube Atlético Mato-grossense, gol marcado por Isaac Nassarden, em cobrança de pênalti.

Rubens dos Santos na presidência[editar | editar código-fonte]

Em 1955, depois de participar da função do Operário e ainda jogar no meio-de-campo do time, Rubens dos Santos assumiu a presidência do “Chicote da Fronteira”. Era uma época difícil, nos dois anos seguintes, o campeonato amador ficou paralisado e o “Velho Guerreiro” teve que levar o time a disputar vários amistosos com times locais e de outras cidades.

Em 1958, aconteceu um fato que mudaria para sempre a história do Operário. O clube se filiou a FMD(Federação Mato-Grossense de Desportos), passando a disputar com as equipes consideradas ponta em Mato Grosso, fato que creditou Rubens dos Santos a ser considerado um ícone na história do clube, colocando o Operário no seleto das equipes profissionais do Estado. Craques revelados em Mato Grosso e contratados junto à equipe de Várzea Grande passaram a “ditar as regras” do futebol mato-grossense por muitos anos.

Quatro títulos antes da divisão do Estado[editar | editar código-fonte]

Em 1967, o Operário conquistou o seu primeiro título de campeão mato-grossense de futebol profissional, repetindo a proeza no ano seguinte, conquistando o primeiro bicampeonato.

Em 1972/73 sob o comando de Rubens dos Santos e Ingo José Klein, respectivamente, novamente o time de Várzea Grande levou o bicampeonato. Foram os únicos títulos conquistados pelo Operário antes da divisão de Mato Grosso.

Diversos foram os personagens, que dentro de campo participaram dessas conquistas: Bife, Antônio Malaquias, Carlos Pedra, Nelson Pão, Gaguinho, Cecílio, Alindo, Odenir, Zé Pulula e outros.

Revelações[editar | editar código-fonte]

Muitos atletas foram revelados pelo Operário de Várzea Grande. Era o ano de 1974 e Rubens dos Santos havia assumido novamente a presidência do clube e consequentemente, contratado os mais diversos atletas para disputar o campeonato do ano seguinte. Paulo Vítor, goleiro que aprendeu com o mestre Carlos Pedra, antigo goleiro e atual treinador da posição do tricolor, e que obteve a consagração no Fluminense do Rio de Janeiro, sendo tricampeão carioca (1983-84-85) e brasileiro em 1984, além de disputar a Copa do Mundo de Futebol em 1986 no México, como reserva de Carlos Gallo (Corinthians) e João Carlos uma espécie de coringa do time. Apesar de formar grandes equipes e de ter boas participações, o primeiro título do Operário depois da divisão de Mato Grosso só veio acontecer em 1983, juntamente em cima do Mixto Esporte Clube, quem em 1981 e 1982, havia derrotado o tricolor na final. A presidência do tricolor era ocupada por Branco de Barros. Entre os craques, estavam: Mão de Onça, Caruzo, Laércio, Juarez, Panzarillo, Manfrini, Bife, Adalberto, Mosca, Ivanildo, Malaquias.

Dois anos depois, veio a inédita conquista do tricampeonato em 1985/86 e 87 com o radialista e jornalista Edvaldo Ribeiro. Todas as finais foram disputadas contra o arqui-rival Mixto, que até hoje lamenta a perda de três títulos consecutivos para o Operário. O “Chicote da Fronteira” ainda conquistaria os títulos estaduais de 1994, 1995, 1997, 2002 e 2006.

As dificuldades do Operário[editar | editar código-fonte]

Mesmo sendo campeão mato-grossense por oito vezes até então, a década de 80 marcou o início do declínio do Operário, que hoje vive uma situação ainda muito pior. A história mostra que após Rubens dos Santos ter deixado a presidência, o clube não obteve nenhum progresso. Para se ter uma ideia, na época foi adquirida uma grade área nas proximidades onde hoje se encontra a ponte Sergio Motta, e que seria usada para construção da tão sonhada Vila e a Sede Social no centro de Várzea Grande, onde encontra-se praticamente em ruínas. Um clube que tinha total estrutura, hoje nem mesmo um campo próprio para treinar.

Um jogo do Operário tomava as dependências do Dutrinha e no Estádio Governador José Fragelli, o Verdão, era raro quando não se levava 30 mil apaixonados torcedores de Várzea Grande, Cuiabá e até outras cidades, que iam para a capital em caravanas de ônibus e carros próprios. Hoje, para alcançar a marca de 15 mil torcedores, só mesmo o tricolor chegando a uma final de estadual ou disputando alguma partida com uma equipe do eixo Rio-São Paulo pela Copa do Brasil.

Campeão Matogrossense 1994[editar | editar código-fonte]

Em 1994 o Operário Várzea-grandense conquistou o seu 10º título de campeão mato-grossense de futebol, derrotando o Clube Dom Bosco na final com 2 jogos de muitos gols. No primeiro jogo ficou 3 a 1 para o Operário,com gols 2 de Didi e 1 gol de Wender para o Operário e 1 gol de Luis Carlos Apucarana,para o Dom Bosco. Com esta vitória o Operário jogava o segundo jogo por um simples empate. Com o estádio Verdão lotado Wender abre o placar com um gol de pénalti que ele mesmo sofreu 1x0,mas ainda na primeira parte Luis Carlos Apucarana empatou o jogo para o Dom Bosco. Começa o segundo tempo e o Dom Bosco vira o Jogo com Quarentinha 2x1,mas aí surge a estrela do garotinho Wender, artilheiro do campeonato com 17 gols, que empata o jogo e depois ainda faz mais 1 gol. Resultado final Operário 3 Dom Bosco 1. Wender até hoje ainda é o artilheiro mais jovem do campeonato matogrossense,foi a revelação do campeonato, enquanto Andrade, ex Flamengo, foi o craque do campeonato. Escalaçao do time campeão: Agnaldo,Josenilson,Jailson,Edson Luis,Ricardo Arandu,Ado,Andrade,Yuca,Rogério Uberaba,Didi,Wender. Entraram no jogo: Marcelo papagaio,Vitor e Adrison

Bi-campeão 1995

Operário bicampeão

União vice

Campeonato com

100 jogos

247 gols

2,47 p/jogo

Operário 2 x 1 União/R

Local – Verdão, 4.8.95

Gols - Vitor e Iúca para o Operário; Berg para o União

Público - 1.935 pagantes

Árbitro - Joelmes de Jesus

Operário - Agnaldo; Josenilson, Edson Luis, Índio e Zé Valdo (Adrisson); Ado, Gersinho, Vitor e Iúca; Bujica (Abílio) e Wender. Técnico: Gil Alves

União/R - Alceu; Brasinha, Baiano, Tiganá e Marcinho; Corina, Claudinei e Toninho Carlos (Evandro); Valdo (Sapinho), Berg e Newton. Técnico: Carlos Rufino

Decisão em dois jogos: Operário 1 x 0 no primeiro (em Rondonópolis) VEJA os gols do segundo e decisivo confronto:


CAMPANHA DO CAMPEÃO 26 jogos (campanha com 6 vitórias consecutivas e uma série invicta de 15 partidas) 19 vitórias 5 empates 2 derrotas 61 gols pró 16 gols contra 45 gols de saldo ♦ Campeão 1997

  Operário Campeão
  União    vice
  Diretoria , Comissão técnica e jogadores

Presidente: Antônio Gonçalo Maninho de Barros

1° vice-presidente: Carlos Eduardo Sacre de Campos

2° vice-presidente: Vandir Sguarezzi

3° vice-presidente: Jamim Arruda

4° vice-presidente: Roberto Martins

5° vice-presidente: Francisco Corrêa de Almeida Filho

A comissão técnica era formada por:

Búfalo Gil (técnico)

Carlos Pedra (Treinador físico)

Gilmarzinho (preparador físico)

Geraldo Malaquias (massagista)

O elenco campeão: Jean, Edílson, Antônio, Dito Siqueira, Carlinhos, Bimba, Josenilson, Jonas, Laércio, Laurinho, Márcio, Niltinho Goiano, Neymar, Araújo, Pacu, Wender, Renatinho, Paulo, Edson Luiz e Marcelo Henrique.

1998[editar | editar código-fonte]

O ano tinha expectativa de ser um dos melhores para o Tricolor de Várzea Grande. Além de buscar o bicampeonato estadual, o time disputou a Copa do Brasil daquele ano representando Mato Grosso. O direito foi conquistado devido à conquista do Mato-grossense do ano anterior. No entanto, tudo não passou apenas de pretensões. O Operário acabou sendo eliminado logo na primeira fase da competição pelo Vitória no estádio Fonte Nova.

Foi mantida a mesma diretoria e comissão técnica. Comandada pelo consagrado Búfalo Gil, o Operário chegou à grande final Mato-grossense contra o Sinop Futebol Clube. O “Chicote da Fronteira” venceu o último jogo por 2 a 1 em Sinop. Mas não conquistou o título porque havia sido derrotado na primeira partida por 3 a 1 no Verdão.

1999[editar | editar código-fonte]

O empresário Carlinho Bergamasco estava na presidência do Operário, mas a equipe acabou se classificando para a fase decisiva do Campeonato Mato-grossense. Mais uma vez o Sinop foi o grande carrasco do tricolor eliminando a equipe várzea-grandense no estádio Gigante do Norte pelo placar de 3 a 2. Naquele ano, o Sinop acabou conquistando o bicampeonato Mato-grossense.

2000[editar | editar código-fonte]

Como no ano anterior, o Operário fez uma péssima campanha e acabou sendo eliminado do Campeonato Mato-grossense ainda na 3° fase. O campeão acabou sendo o Juventude de Primavera do Leste.

2001[editar | editar código-fonte]

João Carlos era o presidente do Operário de Várzea Grande e a equipe acabou desistindo de disputar o Campeonato Mato-grossense. A alegação foi a falta de estrutura e apoio por parte do empresário várzea-grandense para que pudesse montar um time em condições de entrar na competição. O Juventude de Primavera do Leste acabou conquistando o bicampeonato ao vencer o Mixto na grande final e com isso Alceu Provatti assumiu no ano seguinte.

2002[editar | editar código-fonte]

Com uma campanha acima da média, o Operário conquistou o 13° título de campeão Mato-grossense ao vencer o Juventude de Primavera do Leste na grande final no estádio Verdão. A equipe de Primavera buscava o tricampeonato estadual. Na semifinal, o tricolor venceu o União de Rondonópolis por 3 a 1 nos pênaltis e carimbou o passaporte para a grande final contra o Juventude de Primavera do Leste. Depois do empate em 1 a 1, o “Chicote da Fronteira” Fez a festa ao vencer o jogo por 5 a 3 na cobrança de penalidades máximas. O técnico tricolor era Eder Taques.

Um fato que marcou a conquista deste título foi dos jogadores do Operário ir a público através da imprensa pedir apoio, já que mesmo com boa campanha onde o time ainda não havia sofrido derrota e consequentemente liderava a competição, a diretoria não encontrava condições para cumprir com os seus compromissos como, salários atrasados com os jogadores e comissão técnica. O apelo deu certo. Parte da torcida liderada por Honório Magalhães acabou organizando uma feijoada e repassou tudo o que foi arrecadado para o clube. Depois, com o apoio do deputado estadual José Riva, o Operário recebeu o patrocínio de 40 mil reais da rede de Postos Américas. A coroação de um ano cheio de emoções veio com conquista do título de campeão Mato-grossense.

2003[editar | editar código-fonte]

Com a conquista do título de campeão Mato-grossense, o Operário participou da Copa do Brasil, onde acabou sendo desclassificado na primeira fase em seguida do campeonato Mato-grossense.

2004[editar | editar código-fonte]

2005[editar | editar código-fonte]

Chegando as finais a equipe do Operário enfrentou o Vila Aurora. A primeira partida foi no estádio Verdão em Cuiabá acabou empatada em 2 a 2. No segundo confronto na cidade de Rondonópolis o tricolor perdeu por 3 a 1. Esse resultado deu o vice-campeonato ao tricolor. O atacante Rinaldo do Operário foi artilheiro do campeonato em 2005 com 16 gols ao lado de Moreno do Vila Aurora.

  • Dia 3 de julho de 2005 - Domingo
  • Local: Luthero Lopes (Rondonópolis - 18:00h);
  • Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS);

O Operário

  • Time: Ernandes, Peta, Marcelo do Ó e Evandro; Baiano, Kiko, Betinho, Elias (Fernando) e Lucianinho; Rinaldo e Gil (Éder Grillo).
  • Técnico: Carlos Henrique Pedroso, Mosca.

Ainda em 2005 o tricolor trouxe muitas alegrias ao seu torcedor. Montando um time guerreiro com a mesma base do Campeonato Estadual. Tento como presidente Wendell Rodrigues, vice-presidente José Maria Fratuchelli, além de José Alceu Provatti como diretor de futebol.

E foi na II Edição da Copa Governador que o time do Operário marcou forte presença. Fazendo uma excelente campanha e chegando as finais com seu maior rival, o Mixto. Até este confronto foram 19 anos de espera, onde as duas maiores torcidas do estado pudessem ver uma final entre Operário e seu maior rival.

Uma partida que entrou para história do futebol mato-grossense, reuniu mais de 20 mil pagantes no Verdão, radiante o time tricolor venceu a primeira partida no dia 19 de Novembro de 2005 por 1 a 0 com gol do lateral Fabiano. A segunda partida no dia 27 de Novembro de 2005 o tricolor precisava apenas do empate, mas o técnico Mosca atento não se conformava com a vantagem e queria seu time brigando minuto a minuto, pois sabia da importância do título para o tricolor. E o trabalho físico feito por Júlio César Fumanchu foi fundamental para o técnico Mosca que tinha sua equipe voando no gramado.

As duas equipes lutaram e não se renderam e diante de 20 mil torcedores o Operário garantiu o título de Campeão da Copa Governador empatando com o Mixto em 2 a 2. Foram 90 minutos de pura magia tricolor e ao apito final o time do Operário sagrou-se Campeão da II Copa Governador. O capitão da equipe, o goleiro Ernandes ergue o troféu de campeão diante de sua torcida no estádio Verdão.

  • Dia 27 de novembro de 2005 - Domingo
  • Local: Estádio Governador José Fragelli, Verdão (Cuiabá - 18h30);
  • Árbitro: Maurício Aparecido Siqueira. Assistentes: Rilmar Ribeiro Primo e Luiz Fernando Irineu da Silva.

O Operário

  • Time: Ernandes Pantaneiro; Polaco, João Bosco, Ataliba e Fabiano; Léo, Betinho, Gugo e Fernando Vilanova; Ely e

Miguel.

  • Técnico: Carlos Henrique Pedroso, Mosca.

2006[editar | editar código-fonte]

A Copa do Brasil 2006 abriu as portas para o tricolor que não se intimidou com a equipe do Fluminense/RJ e fez bonito no Verdão e no Maracanã. Mas o Operário dentro de suas limitações foi eliminado no Rio de Janeiro.

Veio o Estadual e com ele a base de 2005, e o técnico Mosca no comando. As coisas estavam caminhando e depois de alguns problemas Mosca se demitiu. A diretoria contratou Carlos Rufino.

Carlos Rufino continuou com a base de Mosca e mesclou seu trabalho. Sucesso absoluto e o tricolor trilhou rumo ao título Estadual.

Foram dois jogos contra o Barra do Garças na final, e nas duas partidas deu Operário. E mais uma vez o tricolor levantou o troféu de campeão, sendo o 14º título Estadual.

Primeira partida da final – Operário 2 x 0 Barra das Garças

Dia 24 de maio de 2006 – Quarta-feira

Local: Verdão (Cuiabá - 20:30h);

Árbitro: Jamil Rodrigues (MT);

Gols: Wender 17' do 1º; e Wender 30' do 2º tempo.

Operário: Ernandes, Simoney (Éder Grillo), Maurício Canhão, Ataliba e Fabiano; Édson Nascimento (Fábio Pastor), Rafael e Wender; Odil, Ronaldo Paulista (Luiz Fernando) e Rinaldo.

Técnico: Carlos Rufino.

Segunda partida da final – Barra das Garças 1x2 Operário[editar | editar código-fonte]

  • Dia 28 de maio de 2006 – Domingo
  • Local: Zeca Costa (Barra do Garças - 15:00h);
  • Público: 4.000;
  • Árbitro: Luiz Alberto Dip (MT);
  • Gols: Odil 23' do 1º; Rinaldo 17' do 2º tempo.
  • Time Operario: Ernandes, Fábio Pastor, Maurício Canhão, Ataliba e Fabiano; Rafael, Wender, Gugo (Luiz Fernando) e Odil (Simoney); Ronaldo Paulista (Tony) e Rinaldo.
  • Técnico: Carlos Rufino.

Em 2006 Rinaldo foi artilheiro do campeonato mais uma vez, mas dessa vez isolado com 14 gols.

Brasileiro da Série C[editar | editar código-fonte]

Foi um momento muito importante para o tricolor. O Operário teve uma bela participação na Série C de 2006. Foram 12 partidas sendo: 14 pontos ganhos, 3 vitórias, 5 empates e 4 derrotas. Chegando entre os melhores e a segunda fase da competição.

2007[editar | editar código-fonte]

Mantendo a tradição tricolor de sempre estar entre os melhores o Operário participou da Copa do Brasil 2007, onde foi eliminado pelo Palmeiras/SP em uma partida cheia de problemas.

O Operário em seus 58 anos trilhou uma história cheia de títulos, craques e muito sucesso. Nestes anos nomes importantes da cidade de Várzea Grande e de Mato Grosso estiveram à frente do tricolor.

2009[editar | editar código-fonte]

Apesar de ter-se como líquida a herança do patrimônio histórico e cultural do antigo Operário CEOV ao atual Operário FC, surgiu um movimento no arbitral do Campeonato Mato-grossense da 2ª Divisão de 2009 de um grupo de empresários e cartolas para o reerguimento do tradicional CEOV. Com isso Várzea Grande passaria a ter dois clubes com a mesma camisa, o mesmo escudo, o mesmo hino. Com a derrocada do CEOV, surgiu uma sinalização no sentido de unificar-se os dois grupos[2] .

2011- Rebaixamento[editar | editar código-fonte]

Um clube sem presidente e tocado apenas por colaboradores. Este é o retrato do Operário, primeiro time da Chave A a ser rebaixado à Segunda Divisão do Campeonato Mato-grossense deste ano. A um mês abandonado por Daniel Terroso, indicado para presidir o Tricolor várzea-grandense no início da temporada, a equipe cai sem apresentar um futebol convincente.

Nos nove jogos disputados, a cada rodada era uma formação diferente. A cada dia chegava jogador contratado. Na humilhante goleada de 6 a 0 para o Luverdense na semana passada, o técnico Carlos Rufino promoveu de uma vez só três estreias - Marquinhos Bolacha, Felipe Albieri e Jessé.

No início, a diretoria sob comando de Terroso, que chegou a prometer uma "revolução" no clube, demonstrava animação. Chegou até a anunciar o ex-jogador Beto Cuiabano, natural de Várzea Grande, como gerente de futebol.

Mas para a imprensa, o ex-jogador do Flamengo, Botafogo, Seleção Brasileira entre outros times negava que tenha aceitado o cargo. Ele cobrava seriedade e comprometimento da diretoria tricolor, que com o passar do tempo demonstrou total amadorismo.

Decepcionados com o pífio desempenho do time na atual temporada e com o descrédito vindo com o rebaixamento, os principais colaboradores do clube-empresa Dudu Campos, vereador Maninho de Barros, o empresário Azama e Hirideu Cipriano já falam em reativar o Clube Esportivo Operário Várzea-grandense para disputar o Estadual da Segunda Divisão.

Participação do clube na segundona
Fonte: A Gazeta

Agora dono do Operário Futebol Clube, o empresário Aílton Azambuja confirmou a participação do clube no Campeonato Estadual da Segunda Divisão, torneio disputado no mês de julho. Ele reafirmou à sua disposição de não abrir mão do direito da equipe em representar Várzea Grande na principal competição de acesso, já que na cidade há um movimento para a reativação do tradicional Clube Esportivo Operário Várzea-grandense (CEOV), apelidado no meio como "Chicote da Fronteira".

Majoritário das ações do clube-empresa, Azambuja confirmou que irá assumir a presidência do clube após a saída de seu ex-sócio, o técnico Éder Taques, que deixou a sociedade na semana passada, quando o time acabara de cair à Segundona. De acordo com o dirigente, o empresário curitibano Hirideu Cipriano continuará a ser o homem forte do departamento de futebol do tricolor várzea-grandense.

Azambuja têm em mãos uma decisão da Justiça do Trabalho de Mato Grosso em que há um acordo entre os ex-dirigentes do CEOV reconhecem o Operário Futebol Clube como representante legítimo de Várzea Grande nas competições realizadas pela FMF.

Operário monta sua base de preparação em Poconé
Fonte: A Gazeta

Neste início de reconstrução de sua história, o Operário Futebol Clube ficará longe de suas origens, raízes. O novo presidente do clube Sebastião Marques Viana confirmou a cidade pantaneira de Poconé, a 100km de Várzea Grande, como base para a reta final de sua preparação para o Campeonato Mato-grossense da Segunda Divisão, marcado para ser aberto no dia 2 de julho.

Operário não consegue subir para 1ª divisão do mato-grossense

Na sua primeira tentativa em voltar à elite do futebol mato-grossense após uma primeira divisão, o clube não consegue o acesso.

Vice-Campeonato da Copa Mato Grosso

O Operário foi vice-campeão da Copa Governador do Estado de Mato Grosso de 2011, após perder , no segundo jogo da final, para o Luverdense pelo placar de 1 a 0. A partida decisiva foi realizada no Estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde/MT. O resultado foi favorável ao Luverdense, devido ao empate em 2 a 2 no primeiro jogo, em Cuiabá.

A partida foi bem equilibrada com as duas equipes criando boas chances de gols, o Luverdense estava apoiado por sua torcida e com um time reserva, conseguiu fazer o único gol do jogo, aos 24 minutos do segundo tempo com Raul Prata, em chute de longa distância. O Operário até balançou as redes, mas a arbitragem anulou o gol, anotando impedimento, aos 39 minutos da etapa final.

2014[editar | editar código-fonte]

No Campeonato Mato-grossense 2014 o CEOV fez uma boa campanha terminando na 3º colocação e conquistando a vaga no Campeonato Brasileiro Série D 2014. Foi eliminado nas semi-finais pelo Luverdense com dois empates em 0 X 0 e o LEC ganhou nos pênaltis por 7 X 6.

Atletas profissionais[editar | editar código-fonte]

Legenda

Capitão: Capitão
Suspenso: Jogador suspenso
Jogador Lesionado: Jogador contundido


Goleiros
Jogador
Brasil Walisson
Brasil Guilherme
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Reginaldo Z
Brasil Carlos Alberto Z
Brasil Kall Z
Brasil Rafael Pedro Z
Brasil Odail Júnior Z
Brasil Renato Justi Z
Brasil Léo L
Brasil Robinho L
Brasil Ruy Cabeção LD
Brasil Alexandre Silva LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Jamba Capitão V
Brasil Jean V
Brasil Felipe Delgado V
Brasil Alex V
Brasil Jeanzinho V
Brasil Vevé M
Brasil Renan M
Brasil Valderrama M
Brasil Rafinha M
Atacantes
Jogador
Brasil Cazuza
Brasil Roni
Brasil Fernandinho
Brasil Bruno Rodrigues
Brasil Pretinho
Brasil Oneir
Brasil Kesler
Brasil Marcão
Brasil Gabriel do Carmo
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Ary Marques T

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 119º
  • Pontuação: 56 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Referências

  1. CNEF da CBF (PDF) (em português). Site Oficial da CBF. Página visitada em 09/03/12.
  2. "Fusão de forças pode reconstruir o Operário", Gazeta Digital, 12/12/2009

Ver também[editar | editar código-fonte]

Links externos[editar | editar código-fonte]

Site oficial