Paulo Villaça

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Paulo Villaça
Nascimento 1933
Bauru
Morte 24 de janeiro de 1992 (59 anos)
Rio de Janeiro


Paulo Villaça (Bauru, 1933Rio de Janeiro, 24 de janeiro de 1992) foi um ator brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Foi professor de Literatura, jornalista e publicitário até estrear no cinema como ator na década de 60. O sucesso chegou como o papel principal no filme O Bandido da Luz Vermelha em 1968, de Rogério Sganzerla.

Apaixonado por cinema, ele fez mais de 20 filmes, ficando bastante identificado com o movimento do chamado Cinema Marginal. Mas, ao mesmo tempo, também construiu uma sólida carreira no teatro, onde participou da EAD e do Teatro Oficina e fez peças importantes como Navalha na Carne, Fala Baixo Senão Eu Grito e Grande e Pequeno.

Na televisão ele destacava seus papéis em O Bofe da Rede Globo e em Os Adolescentes da Rede Bandeirantes. Também participou de minisséries como Quem Ama Não Mata e Chapadão do Bugre e das novelas Helena e Vale Tudo, entre outras.

Seu último trabalho foi no filme Perfume de Gardênia, de Guilherme de Almeida Prado, no qual homenageava justamente seu grande papel no cinema, o lendário Bandido do Cinema Marginal.

Morreu no Rio de Janeiro por complicações decorrentes da AIDS, mas pediu para ser cremado em São Paulo.

Nos anos 70 foi casado com a atriz Marília Pêra.

Trabalhos[editar | editar código-fonte]

No cinema[editar | editar código-fonte]

Na televisão[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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