Primeira Guerra do Ópio
| Primeira Guerra do Ópio | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Parte da(o) Guerras do Ópio | |||||||||
Juncos chineses sob bombardeio britânico na Segunda Batalha de Chuenpee, 7 de janeiro de 1841 |
|||||||||
|
|||||||||
| Intervenientes | |||||||||
| Principais líderes | |||||||||
| Forças | |||||||||
| 20.000 tropas | 91.680 tropas | ||||||||
| Vítimas | |||||||||
| 69 mortos e 451 feridos | 18.000-20.000 mortos ou feridos | ||||||||
A Primeira Guerra do Ópio ou Primeira Guerra Anglo-Chinesa foi travada entre a Companhia Britânica das Índias Orientais e a Dinastia Qing da China entre 1839-1842 com o objectivo de forçar a China a permitir o livre comércio, principalmente do ópio. A Grã-Bretanha pedia a abertura do comércio de ópio, enquanto o governo imperial da China tentou proibir.
Comerciantes ingleses foram expulsos da China e ao chegarem em Londres apresentam uma queixa ao governo britânico, que decidiu atacar a China com a sua poderosa armada para forçar os chineses a comprar ópio cultivado na Índia britânica. Tropas chinesas foram incapazes de lidar com os britânicos e se rendem a eles. Pelo Tratado de Nanquim, o primeiro dos Tratados Desiguais, concedeu uma indenização à Grã-Bretanha, a abertura de cinco Portos, e a cessão aos britânicos a ilha de Hong Kong por um período de 100 anos, terminando o monopólio do comércio no âmbito do Sistema de Cantão. As guerras são frequentemente citadas como o fim do isolamento da China e o início da história da China moderna.
[editar] Ver Também
hoje em dia nossa vida muda esproi que não tera mais gurraes eu sei que não