Primeira Guerra do Ópio

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Primeira Guerra do Ópio
Parte da(o) Guerras do Ópio
Juncosob bom.jpg
Juncos chineses sob bombardeio britânico na Segunda Batalha de Chuenpee, 7 de janeiro de 1841
Data 1839–1842
Local China
Desfecho Vitória britânica; Tratado de Nanquim
Mudanças
territoriais
Ilha de Hong Kong cedida ao Reino Unido
Combatentes
Flag of the United Kingdom.svg Reino Unido China Qing Dynasty Flag 1862.png Dinastia Qing
Principais líderes
Flag of the United Kingdom.svg Charles Elliot
Flag of the United Kingdom.svg Anthony Blaxland Stransham
China Qing Dynasty Flag 1862.png Imperador Daoguang
China Qing Dynasty Flag 1862.png Lin Zexu
Forças
20.000 tropas 91.680 tropas
Vítimas
69 mortos e 451 feridos 18.000-20.000 mortos ou feridos

A Primeira Guerra do Ópio ou Primeira Guerra Anglo-Chinesa foi travada entre a Companhia Britânica das Índias Orientais e a Dinastia Qing da China entre 1839-1842 com o objectivo de forçar a China a permitir o livre comércio, principalmente do ópio. A Grã-Bretanha pedia a abertura do comércio de ópio, enquanto o governo imperial da China tentou proibir.

Comerciantes ingleses foram expulsos da China e ao chegarem em Londres apresentam uma queixa ao governo britânico, que decidiu atacar a China com a sua poderosa armada para forçar os chineses a comprar ópio cultivado na Índia britânica. Tropas chinesas foram incapazes de lidar com os britânicos e se rendem a eles. Pelo Tratado de Nanquim, o primeiro dos Tratados Desiguais, concedeu uma indenização à Grã-Bretanha, a abertura de cinco Portos, e a cessão aos britânicos a ilha de Hong Kong por tempo indeterminado, terminando o monopólio do comércio no âmbito do Sistema de Cantão. As guerras são frequentemente citadas como o fim do isolamento da China e o início da história da China moderna.

Ver Também[editar | editar código-fonte]

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