Scuderia Italia

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BMS Scuderia Italia (conhecida apenas por Scuderia Italia) é uma equipe de automobilismo fundada pelo magnata italiano Beppe Lucchini. Disputou as temporadas de 1988 à 1992.

1988: estréia sem brilho[editar | editar código-fonte]

A estréia da equipe na fórmula 1 aconteceu no Grande Prêmio do Brasil de 1988, com a participação de apenas um piloto, Alex Caffi. Entretanto, Caffi não consegue terminar a corrida, o que já deu indícios de como seria a temporada da equipe. O restante da temporada só confirmou o que aconteceu no Brasil: Caffi, pilotando um carro fraco e sem muita experiência na categoria, conseguiu completar apenas 6 GPS (sua melhor colocação foi um 8º lugar no GP dos EUA) de um total de 16, abandonando outros 10 GPS. Dessa maneira, a equipe estreou sem marcar pontos, terminando em 12º lugar.

1989: melhor pontuação[editar | editar código-fonte]

Em 1989 as coisas melhoraram muito em termos de estrutura dos carros e de resultados para a equipe. Para esta temporada, Alex Caffi ganhou a companhia de seu compatriota Andrea De Cesaris, vindo da equipe Rial, sem muito destaque. Essa combinação fez com que a equipe conquistasse 8 pontos no mundial de construtores, terminando na 8º colocação na classificação geral. De Cesaris conseguiu um 3º lugar e o pódio no GP do Canadá, enquanto Caffi ficou em 4º no GP de Mônaco.

1990: de novo sem marcar pontos[editar | editar código-fonte]

A temporada de 1990 foi de retrocesso, onde a equipe, assim como em 1988, não marcou pontos. De Cesaris só conseguiu completar duas corridas, sempre longe dos pontos; Seu companheiro de equipe Gianni Morbidelli, contratado para substituir Alex Caffi que se transferiu para a Footwork, disputou dois GPS, sendo que em apenas um conseguiu vaga no grid de largada, sendo dispensado após o GP do Brasil. Emanuele Pirro assumiu o seu lugar, terminando apenas três corridas, sempre longe dos pontos. A temporada ficou marcada pelo grande número de abandonos.

1991: volta aos pontos, mas excesso de abandonos[editar | editar código-fonte]

Em 1991, a dupla de pilotos da equipe foi formada por Emanuele Pirro e J.J. Letho (que veio para o lugar de De Cesaris, que foi para a Jordan). No mundial de construtores, a equipe conquistou 5 pontos (4 de JJ Letho e 1 de Pirro) terminando na 8º colocação na classificação geral. Nesta temporada, os abandonos são menos frequentes.

1992: a última temporada[editar | editar código-fonte]

A temporada de 1992 ficou marcada pela estabilidade dos carros da equipe, chegando aos finais das corridas na maioria dos GPS, embora marcando apenas 2 pontos em toda a temporada (com os dois 6º lugares de Pierluigi Martini nos GPS da Espanha e de San Marino).

Na último GP do ano, na Austrália, os carros não chegam ao final da corrida, terminando assim a história da equipe na F1.

Um Scuderia Italia Dallara 191, carro da temporada de 1991 da F1.
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