Óleo de algodão

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O óleo de algodão é um óleo vegetal derivado da prensagem da semente do algodão.

A utilização do caroço de algodão na produção de óleo alimentício só foi possível depois de ter sido desenvolvido um processo industrial que permitisse a retirada do forte odor apresentado por este produto, em um processo conhecido como desodorização[1]. Embora muito popular, no Brasil o mais consumido é o óleo de soja.

Características[editar | editar código-fonte]

O óleo de caroço de algodão tem um leve sabor de castanhas. Por ser refinado, normalmente tem aparência límpida, com coloração variando entre a cor dourada claro e o amarelo avermelhado[1]. Este óleo é rico em vitamina D e possui bastante tocoferol, um antioxidante natural[2]. Uma colher de sopa de óleo de algodão pode satisfazer nove vezes a necessidade diária do organismo em vitamina E[3]. Entretanto, alguns nutricionistas recomendam cautela em seu uso, pois trata-se de um óleo que contém muitas gorduras saturadas pouco saudáveis[4].

Ver também[editar | editar código-fonte]

Utilização[editar | editar código-fonte]

Este óleo e muito utilizado como óleo para saladas, em maioneses e marinados. Também é usado em frituras[5], tanto em cozinhas comerciais como nas caseiras, bem como na fabricação de margarinas[1], porém o mais utilizado no Brasil é o óleo de soja.

Produção Mundial[editar | editar código-fonte]

Produção mundial em 2018, em toneladas por ano
1.  China 1.262.000
2.  Índia 1.240.400
3. Paquistão 384.700
4.  Brasil 233.921
5.  Estados Unidos 225.000
6.  Turquia 211.900
7.  Uzbequistão 176.291
8.  Austrália 68.200
9.  Burkina Faso 64.257
10. Mali 61.600

Fonte: Oil,Cottonseed production by FAO.

Referências

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