Aura

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Uma ilustração de "A Aura Humana em uma mulher sadia", baseada em um diagrama de Walter John Kilner (18471920). As cores indicam as "auras interiores e exteriores" de Kilner, mas não possuem relevância como cores.

A aura (do termo latino aura)[1] é considerada por diversas culturas, religiões e linhas de estudo espiritualistas como um campo de energia extrafísica que envolveria seres vivos. Para pesquisadores do tema que não estão ligados à tradições esotéricas e religiões, a aura é considerada como o resultado das emanações do duplo etérico.[2] Não existe nenhum estudo científico que demonstre empiricamente a existência da aura.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

A aura não é considerada um campo energético no sentido eletromagnético ou de alguma gama de radiação. É, pois, considerada como um campo em formato oval que circunda o ser humano por onde transitam as energias extrafísicas emanadas do duplo etérico.

A aura, tal qual a aparência física, variaria de pessoa para pessoa em cores, tamanho, luminescência e outros pormenores como manchas e bordas. Suas características mais gerais, porém, seriam:

  • Seu formato ovalado que poderia ser mais uniforme ou mais fractal;
  • Seu aspecto luminescente que poderia variar de intensidade dependo do ponto observado e da pessoa;
  • Seu aspecto multicolorido, não se limitando à apenas uma cor imperando em todo campo, tampouco se limitando somente às cores do especto visível do ser humano.

A aura também é por vezes descrita como tendo duas camadas, porém o que se chama da primeira camada da aura seria o duplo etérico e a segunda a aura em si (as emanações do duplo etérico).

Sua aparência também é muitas vezes erroneamente ligada às fotografias Kirlian que não são uma fotografia da aura, mas sim uma imagem de campo elétrico que circunda os objetos eletricamente carregados onde fótons são produzidos e ficam registrados por conta da ionização dos gases que ali se encontram.

Função[editar | editar código-fonte]

Normalmente não é associada à aura uma função, mas sim ela seria considerada um campo resultante de uma estrutura com uma função (duplo etérico). Algumas correntes, porém, acreditam ser possível obter indícios visuais, como manchas e diminuições pontuais do campo, que poderiam servir como informação a respeito da saúde física e emocional da pessoa observada.

Visualização[editar | editar código-fonte]

A aura poderia ser vista pelos chamados clarividentes, que teriam uma capacidade de ver, com pouca ou muita eficiência e em períodos aleatórios ou controlados, aspectos do ambiente extrafísico, como consciências extrafísicas, auras, duplo etérico, etc. Esta capacidade variaria de competência de clarividente para clarividente, podendo estes perceberem um espectro maior ou menor de energias. Também variaria o domínio que o clarividente teria sobre sua própria capacidade, uma vez que tal condição poderia aparecer por períodos curtos e aleatórios supostamente induzidos ou não por consciências extrafísicas ou por períodos determinados pelo próprio clarividente, a variar conforme sua proficiência, sendo este último uma ocorrência menos comum.

Referências

  1. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 200.
  2. «| Fatores Espirituais – Os Chacras e a Aura». www.centrodeestudos.org. Consultado em 26 de agosto de 2018.