Cafelândia (São Paulo)

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Município de Cafelândia
Bandeira de Cafelândia
Brasão de Cafelândia
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 11 de abril
Fundação 11 de abril de 1926 (90 anos)
Gentílico cafelandense
Lema COFEA DIVITIA NOSTRA
("Café riqueza nossa")
Prefeito(a) Luis Otavio de Carvalho (PSDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Cafelândia
Localização de Cafelândia em São Paulo
Cafelândia está localizado em: Brasil
Cafelândia
Localização de Cafelândia no Brasil
21° 48' 10" S 49° 36' 36" O21° 48' 10" S 49° 36' 36" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Bauru IBGE/2008[1]
Microrregião Lins IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Novo Horizonte, Júlio Mesquita, Pongaí, Guarantã, Guaimbê, Lins, Sabino
Distância até a capital 411 km[2]
Características geográficas
Área 919,860 km² [3]
População 17 424 hab. Censo IBGE/2014[4]
Densidade 18,94 hab./km²
Altitude 445 m
Clima Tropical de altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,788 alto PNUD/2000[5]
PIB R$ 169 583,369 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 10 155,30 IBGE/2008[6]
Página oficial

Cafelândia é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 21º04'09" sul e a uma longitude 49º36'16" oeste, estando a uma altitude de 445 metros. Sua população estimada em 2014 era de 12.462 habitantes.

Possui uma área de 854,80 km³.

História[editar | editar código-fonte]

Com muitos desbravadores pioneiros já instalados nestas paragens, Cafelândia tem sua origem, como comunidade, na Estação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), inaugurada no ano de 1906. Ostentando o nome da Estação, ou seja, "Presidente Afonso Pena", veio se formando um povoado em terras que foram de propriedade das famílias Zucchi, Guedes e Beraldo Arruda, divididas e separadas pelo córrego Saltinho. De um lado, Zucchi e Guedes, de outro, Beraldo Arruda.

O nome atual do município decorre da pujança dos então muitos milhões de pés que cobriam grandes áreas de terras outras, inclusive, pertencentes às famílias Simões, Junqueira, Mesquita, Moraes Barros, entre os maiores proprietários da época. Em outras palavras, esse avanço extraordinário, em solo que se desbravava apressadamente, inspirou o nome de Cafelândia, passando assim predominância para o mapa.

Dos pioneiros estão entre os mais antigos, os Simões, desde que seu líder e tronco da família, coronel Manoel Rodrigues Simões, navegando pelo Tietê, aportou na região do Bacurí, hoje território do distrito de Bacurití, sendo que, ao que consta, foi o precursor de todo o município. Desde a chegada dos pioneiros Simões, em 1896.

Quanto ao tamanho, Cafelândia é o maior município da região, em extensão territorial, com 982 quilômetros quadrados. A população é de 17.000 habitantes, aproximadamente, com prevalência na zona urbana. Está localizada a 432 quilômetros da capital do Estado e sua altitude é de 416 metros. De vila, Cafelândia passou a distrito de paz, em 1919. O município data de 11 de Abril de 1926, tendo sido elevado à categoria de comarca em 1934, instalada no dia 24 de agosto daquele ano. Cafelândia sediou o bispado que aqui se instalou no ano de 1929, com o que foi seu primeiro bispo, dom Ático Eusébio da Rocha, e perdurou até a transferência de sua sede para a vizinha cidade de Lins, isto em 1950.

O primeiro juiz de direito foi o doutor Arnaldo Ferreira Lima, e a primeira promotoria de justiça coube ao doutor Luiz de Mello Kujawski. O primeiro prefeito de Cafelândia (1926) foi o coronel Maurício Gonçalves Moreira, então escolhido juntamente com o primeiro vice-prefeito, Ajax Furquim Leite. O coronel Juvêncio de Oliveira ocupou o cargo de primeiro presidente da Câmara de Vereadores.

Cafelândia tinha toda sua economia sustentada, exclusivamente, no café, até que no ano de 1929 veio a detonar a catastrófica "CRISE DO CAFÉ", produto que, via de conseqüência, passou a valer NADA ! O cataclismo, cujos efeitos perduraram alguns anos, deu causa à, no mínimo estranha, incineração do café funcionando dia e noite, ininterruptamente. Cafelândia obviamente, face à inexistência absoluta de outros recursos econômicos, inexoravelmente parou no tempo durante longo período. Foi tão profunda a agressão sofrida no passado que até hoje tem sido difícil e demorada a reparação dos danos.

Contudo, como é público e notório, a esperança se robustece a cada dia, de modo que o desânimo jamais prosperou. Destarte, como se verifica, insiste em se refazer, procurando superar as dificuldades, que são muitas. Estas, tudo indica, vêm de tempos, digamos, remotos, com certeza como reflexos das gigantescas e pavorosas perdas impostas abruptamente, como se, da noite para o dia, sem possibilidade de defesa, pela degringolada do café, ocorrida em 1929.

São coisas da vida, simplesmente, sem alardear otimismo e muito menos, isto é, sem mínimos e nauseantes laivos de pessimismo. O realismo, eis a alternativa. Aquelas experiências, às vezes muito duras, drásticas, pela quais o homem ou algo tem de passar, aceitando-as, todavia, com resignação, porém sobranceiramente, sem capitular.

Em suma, apesar dos pesares, vive-se em Cafelândia como se no melhor dos mundos possíveis, graças a Deus, no seio aconchegante de uma comunidade generosa, acolhedora e solidária, feliz e realizada por viver num solo de cujas entranhas brota e jorra abundantemente, a melhor ÁGUA do planeta... Falou-se em não alardear otimismo, e parece até contradição, mas verificam-se razões plausíveis, de algum tempo a esta parte, para referir-se a Cafelândia com alto astral, sim senhor. Embora deixe ainda muito a desejar a restauração da vida no campo, espaço que alcançou o clímax na época do reinado do café, o perímetro urbano dá sinais inequívocos de boas e inegáveis melhorias.

O comércio e a indústria têm avançado razoavelmente. Existem, incorporados à cidade, vários núcleos populacionais, inclusive 2 COHABs, em franco desenvolvimento. Além de muitas construções, umas em fase de acabamento e outras iniciadas, demonstrando interesse das pessoas, cuja confiança em Cafelândia é evidente e aumenta a cada dia.

Incontrastável expansão, embora lenta e modesta (mas não deixa de ser expansão e com movimentação bem transparente), do comércio e da indústria. Entre outros indícios inequívocos do progresso em Cafelândia, e com este a cidade chega a "esnobar", é o número incrível de automóveis. Fenômeno jamais visto, em qualquer época ou fase progressiva. Mas isto é muito bom, como será bom tudo que vier a ser bom para o bem de Cafelândia, como conquista perene e inalienável da dedicação e do desprendimento.

(por: Ângelo Palmezam)

HISTÓRICO

A fundação de Cafelândia coincide com a inauguração da Estação Afonso Pena, da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, a antiga NOOB. Seu nome é devido ao grande plantio de café, que fez deste município, um dos maiores produtores mundiais. Seus primeiros moradores foram: os irmãos José e Jacob Zucchi, Coronel Maurício Gonçalves Moreira, Pedro Theodoro Raposo dos Santos, José de Oliveira Guedes, Coronel Beraldo Arruda e Isadora Pinto de Carvalho. O coronel Beraldo Arruda e José Zucchi, pretendendo colonizar as terras de sua propriedade, doaram glebas aos povoadores que aí chegassem. Surgiu, assim, um núcleo, sendo os primeiros moradores, além dos fundadores, Jacob Zucchi, coronel Maurício Moreira, Pedro Teodoro Raposo dos Santos e José Guedes.

Em 1916, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil inaugurou a estação Afonso Pena, em terrenos doados pela firma J. Zucchi & irmãos e, como essa Estação ficasse distante do povoado, José Zucchi mandou edificar a povoação de Afonso Pena, à margem esquerda do córrego Saltinho. Na outra margem, em terras doadas por Beraldo Arruda, surgiu o povoado de Cafelândia, assim denominada, por ser grande a cafeicultura da região.

A rivalidade entre as duas vilas, Pena e Cafelândia, propiciou o progresso de ambas.

Em 1919, com a criação do Distrito de Cafelândia houve a união dos dois núcleos.

GENTÍLICO: CAFELANDENSE.

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

Distrito criado, com a denominação de Cafelândia, por Lei no 1663, de 27 de novembro de 1919, no Município de Pirajuí.

Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, a vila de Cafelândia figura como Distrito do Município de Pirajuí.

Elevado à categoria de Município com a denominação de Cafelândia, por Lei Estadual no 2113, de 30 de julho de 1925, desmembrado de Parajuí. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 28 de fevereiro de 1926.

Segundo a divisão administrativa referente ao ano de 1933, Cafelândia se compõe unicamente do Distrito deste nome. Lei no 2650, de 17 de janeiro de 1936, cria o Distrito de Vila Simões e incorpora ao Município de Cafelândia.

Nas divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, e no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o referido Município figura com o Distrito da Sede e o de Vila Simões.

Pelo Decreto Estadual n.º 9775, de 30 de novembro de 1938, que fixou o quadro territorial para vigorar no qüinqüênio 1939-1943, o Município de Cafelândia passou a abranger o novo Distrito de Mesquita, constituído com parte do território do Distrito sede. Assim, por força desse Decreto, o referido Município ficou composto pelos Distritos de Cafelândia, Mesquita e Simões (Ex-Vila Simões).

De acordo com o Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro da divisão territorial administrativo-judiciária do Estado de São Paulo, em vigência no período 1945-1948, Cafelândia perdeu parte do território do Distrito da sede, anexada ao de Guarantã, do novo Município deste nome, e adquiriu os Distritos de Bacuriti e Cafesópolis; o primeiro formado com partes dos territórios dos Distritos de Simões e Sabino, respectivamente, dos Municípios de Cafelândia e Lins, e o segundo, criado com parte do território do Distrito de Inhema (ex-Mesquita), do Município de Cafelândia .

Pelo citado Decreto, Cafelândia se compõe dos Distritos de Cafelândia, Bacuriti, Cafesópolis, Inhema (ex-Mesquita) e Simões.

Lei Estadual no 233, de 24 de dezembro de 1948, desmembra do Município de Cafelândia o Distrito de Julio Mesquita (ex-Inhema).

Assim permanece o quadro territorial para vigorar no período de 1949-1953. O Município de Cafelândia é constituído de 4 distritos. Cafelândia, Bacuriti, Cafesópolis e Simões (ex-Vila Simões).

Em divisao territorial datada de 01-VII-1960, o Município de Cafelândia é constituído de 4 Distritos: Cafelândia, Bacuriti, Cafesópolis e Simões.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1997.


Economia[editar | editar código-fonte]

O café há muito tempos deixou de ser o carro da agricultura cafelandense. No passado predominou a monocultura do café, que na época era um produto de grande aceitação no mercado mundial. Com o correr dos anos, outros países começaram a cultivar a rubiácea e então, começamos a enfrentar a concorrência. Além da concorrência internacional, as terras começaram a ficar gastas, sendo necessária a adubação do solo para produzir e isso fez com que começassem a surgir também várias pragas e doenças, sendo a ferrugem e a broca as piores. A terra já esgotada e os preços dos insumos atingindo cifras exorbitantes, assim como o baixo preço de café, levaram os cafeicultores a abandonarem a cultura.

A economia do município de Cafelândia tem como base a agricultura e a pecuária. Atualmente, com a instalação de uma usina de álcool no município e várias outras na região, o cultivo de cana-de-açúcar vem se destacando fortemente.

Cafelândia ainda conta com um moderno distrito industrial e nele diversas indústrias principalmente de pequeno e médio porte ajudam a sustentar a economia local. Aramefício, industria têxtil entre outras levaram o município, segundo dados dos Ministério do Trabalho a gerar um dos maiores índices de emprego durante o ano de 2008. Com o centro comercial totalmente remodelado, o comercio local também vem reagindo de maneira positiva proporcionando aos moradores locais e visitantes oportunidades de bons negócios.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Carnaval de Cafelândia[editar | editar código-fonte]

Preponderantemente nas décadas de 50, 60 e 70, e até meados dos anos oitenta, o carnaval cafelandense era data de destaque no calendário turístico do Estado de São Paulo. Blocos, escolas de samba e carros alegóricos saiam às ruas da cidade durante os 04 dias de folia, para diversão dos moradores e milhares de turistas que prestigiavam a festa. A turma do bolinha, brasinha, o ronco do sapo, morro do querosene, baixada das cobras, lancha perfume entre outras dezenas de agremiações protagonizavam o "esquenta" no corso que era organizado pela Prefeitura Municipal. Após a festa nas ruas, os foliões tinham as opções de curtir o restante da noite em 3 clubes: Cafelândia Clube, Kai Kan e Panela de Pressão. Os Bailes atravessavam as noites de sexta, sábado, domingo, segunda e terça feira, além é claro dos matines no domingo e terça feira, e eram marcados pelos concursos de fantasias, em diversas modalidades, blocos, foliões mais animados entre outros ao som de marchinhas, sambas enredos.

Rodeio em Cafelândia[editar | editar código-fonte]

Cafelândia tem a Festa do Peão de Cafelândia, promovida pela Comissão Organizadora da festa. É realizada geralmente na primeira semana de abril, coincidindo com o aniversario da cidade. São de 4 a 5 dias de um grande espetáculo do mundo de rodeio, além de grandes shows, bailes e apresentações com os melhores artistas da região e do pais.

Cafeartes[editar | editar código-fonte]

Atualmente a maior festa cafelandense, que em 2010 completou trinta anos, a Feira de Artesanato de Cafelândia (CAFEARTES), é promovida pela Prefeitura Municipal de Cafelândia, sempre foi uma grande festa que todos os cafelandenses esperam com muita ansiedade. Atualmente durante os 4 ou 5 dias de festa passam pelo recinto aproximadamente 150 mil pessoas entre locais e turistas. A exposição de artesanato conta com itens que vão desde bordados até móveis em madeira e couro, além do pavilhão de artes plásticas que conta com peças de artistas da região e do país. Um dos motivos pelo qual o cafelandense se orgulha de sua maior festa, além da excelência e grandiosidade da mesma, está no palco do recinto. Chitãozinho e Xororó, Roupa Nova, Jorge Aragão, Gian e Giovani, Benito de Paula, Beth Carvalho, Almir Sater, Inimigos da HP entre outros grandes nomes da MPB já se apresentaram na festa, muitos deles mais de uma vez. Outros grandes atrativos oferecidos pela Cafeartes são a praça de alimentação e o parque de diversões, que faz a alegria da criançada. Durante a festa os visitantes também podem assistir apresentações diversas de grupos formados por jovens que participam de projetos sociais locais, fanfarras e grupos teatrais, além de apresentações de grupos musicais da região.[carece de fontes?]

A festa é geralmente realizada no começo de setembro, coincidindo com o Feriado da Independência (7 de Setembro). mais informações no site www.cafelandia.sp.gov.br (site oficial do município) na época da festa.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Cafelândia chegou a possuir área de 982 km², hoje possui 919,86 km², pois teve territórios alagados pelo lago da Usina Hidrelétrica de Promissão. A Sede do Município está localizada a 416 metros de altitude e distância de 412 km da capital do Estado. O seu solo é do tipo cretáceo superior, grupo Bauru-arenitos, silitos, calcários, argilitos, conglomeratos. O clima é quente com inverno seco. A média das máximas é 36 °C e a média das mínimas é de 12 °C. A média pluviométrica é de l.OOO mm anuais.

Demografia[editar | editar código-fonte]

População total: 14.793

  • Urbana: 12.056
  • Rural: 2.737
  • Homens: 7.808
  • Mulheres: 7.985

Densidade demográfica (hab./km²): 17,17

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 14,72

Expectativa de vida (anos): 71,84

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,49

Taxa de alfabetização: 89,09%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,788

  • IDH-M Renda: 0,732
  • IDH-M Longevidade: 0,781
  • IDH-M Educação: 0,851

(Fonte: IPEADATA)

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Administração[editar | editar código-fonte]

Personalidades nascidas em Cafelândia[editar | editar código-fonte]

Cafelândia também apresenta celebridades que nasceram no interior de São Paulo. Entre eles, o técnico de futebol Estevam Soares, o célebre médico clínico-radiologista e CEO Dr. Paulo Parra,o médico ortopedista Dr. Haruki Matsunaga, que atualmente é o coordenador da copa do mundo em Cuiabá e o pregador José Datrino, mais conhecido como Profeta Gentileza.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 10 de março de 2011. 
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010. 
  4. «Censo Populacional 2014». Censo Populacional 2014. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2014. Consultado em 30 de janeiro de 2015. 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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