Carlos de Vasconcelos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Question book-4.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde dezembro de 2011). Por favor, insira mais referências no texto. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Under construction icon-yellow.svg
Este artigo carece de caixa informativa ou a usada não é a mais adequada.
Carlos de Vasconcelos.

Carlos Eugénio de Vasconcelos (Fogo, Cabo Verde, 6 de setembro de 1883 - Praia, 29 de julho de 1928), foi um jornalista e político português, natural de Cabo Verde[1].

Carlos de Vasconcelos foi Ministro das Colónias no governo de José Domingues dos Santos, de 22 de novembro de 1924 a 15 de fevereiro de 1925[2].

Foi aluno da Escola de Guerra em Lisboa e funcionário aduaneiro do quadro da província de Cabo Verde desde 2 de Junho de 1905 no Fogo. Republicano desde os seus tempos de estudante, na sequência da proclamação da República em Portugal aderiu ao Partido Evolucionista.

Foi eleito e tomou posse em 2 de janeiro de 1914 como presidente da Câmara Municipal da ilha do Fogo. Foi eleito deputado por Cabo Verde em 1922 e foi considerado um dos maiores oradores do Parlamento Português.

Fundador e director do jornal A Acção: Orgão do Partido Republicano e defensor dos interesses da Província de Cabo Verde (1921-22), colaborou nos jornais caboverdianos A Voz de Cabo Verde, O Progresso, de que foi redactor, O Futuro de Cabo Verde, de cujo director, José do Sacramento Monteiro, era sobrinho. Colaborou ainda nos jornais continentais República (1916), Popular e Gazeta das Colónias. Também se encontra colaboração da sua autoria na revista Contemporânea[3] (1915-1926)

Publicou Vôos d'Ícaro, Coimbra: João R. de Moura Marques, 1901.[4].

Referências