Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back

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Crash Bandicoot 2:
Cortex Strikes Back
Desenvolvedora(s) Naughty Dog
Publicadora(s) Sony Computer Entertainment
Distribuidora(s) Universal Interactive Studios
Diretor(es) Jason Rubin
Produtor(es) Mark Cerny
Escritor(es) Jason Rubin
Programador(es) Andy Gavin
Artista(s) Charles Zembillas
Erick Panglilinan
Bob Rafei
Compositor(es) Josh Mancell
Plataforma(s) PlayStation
Série Crash Bandicoot
Data(s) de lançamento
  • AN 5 de novembro de 1997
  • EU dezembro de 1997
  • JP 18 de novembro de 1997
Gênero(s) Plataforma
Modos de jogo Um jogador
Crash Bandicoot
Crash Bandicoot: Warped

Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back é o segundo jogo da série Crash Bandicoot, foi lançado pela Naughty Dog para o PlayStation no dia 31 de outubro de 1997.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

A jogabilidade é um pouco mais variada que a do primeiro Crash Bandicoot. A ação do jogo se passa numa construção chamada "warp room", conceito que se manteria em muitos jogos seguintes. A "warp room" é dividida em cinco andares (há também um andar extra, secreto), cada uma com seis fases (a última é um chefe. A "warp room" secreta não contém chefe). Cada fase possui um cristal a ser coletado e um ou dois diamantes (gemas). Salvar o jogo ficou mais fácil, já que no centro de cada andar da "warp room" há uma tela que permite o jogador salvar ou carregar seu jogo. As fases de bônus se situam agora em elevadores com um "?" desenhado, e há também plataformas de caveira. Estas plataformas permitem que Crash vá a uma parte secreta da fase onde poderá quebrar caixas extras e coletar diamantes extras (esta plataforma só é habilitada se o jogador não tiver morrido antes de chegar naquele local). Há também plataformas coloridas, que tem a mesma função das plataformas de caveira, a única diferença é que nas coloridas é necessário ter pego o cristal colorido antes (por exemplo: se a plataforma é na cor azul, para acessá-la deve-se pegar o diamante azul em uma outra fase). Coletando todos os diamantes (gemas) principalmente as coloridas (Azul, Vermelho, Verde, Amarelo e Roxo) do jogo permitirá o jogador habilitar um final secreto para o jogo.

História[editar | editar código-fonte]

Quando Neo Cortex foi derrotado por Crash na última aventura, sendo arremessado para fora de seu dirigível, cai dentro de uma caverna escura e úmida em umas das ilhas N. Sanity, onde misteriosamente sobrevive á queda. Ao acender um fósforo, vê um róseo e gigantesco cristal, o que faz com que ele tenha uma ideia, mas não são revelados mais detalhes, pois o fogo se apaga.

Um ano depois, Cortex projeta uma estação espacial, onde passa a trabalhar com seu novo assistente, o cibórgue N. Gin. Ele diz a Cortex que, para que seu plano de ativar um novo e melhorado Vórtice de Cortex (a máquina utilizada para fazer lavagem cerebral nas criaturas, como visto no jogo anterior) funcione, são necessários mais 25 cristais. Ele também diz que será impossível recuperá-los, já que nenhum operante sobrou na Terra. Cortex então responde com a frase "Se não há nenhum amigo na superfície, então devemos achar... um inimigo".

Enquanto isso, na Terra, Crash aproveita as férias de ano novo enquanto descansa ao lado da irmã caçula, Coco, que digita furiosamente em seu laptop. Repentinamente, a bateria do laptop acaba, e Coco manda Crash ir buscar uma nova. No caminho, Crash é abduzido por Cortex, que diz a Crash ter desistido do mal e que, em uma de suas pesquisas científicas, descobriu que uma força misteriosa está prestes a destruir o planeta e a única maneira de contê-la é coletando cristais espalhados pelas Ilhas N. Sanity. Ele também diz que o Dr. Nitrus Brio é o criador desta força e que fará de tudo para impedir que Crash pegue os cristais. Porém, em certo ponto da história, o Dr. Nitrus Brio aparece para Crash, que resolve se vingar de Cortex, dizendo para ele coletar os diamantes (gemas) ao invés dos cristais para que possa ativar um gigantesco canhão a laser para que possa destruir a estação espacial de Cortex. Mas para impedir Crash de coletar os cristais, ele cria o musculoso tigre-da-tasmânia Tiny Tiger... Porém Crash o Derrota

Quando Crash coleta todos os cristais, Coco finalmente consegue contar para ele as verdadeiras intenções de Cortex, Crash derrota N.Gin e batalha com Neo Cortex no lado de fora de sua estação espacial, derrotando-o. Então Crash, Coco e Nitrus Brio utilizam o poder das Gemas em um canhão laser e destroem a Base de Cortex.

Personagens[editar | editar código-fonte]

Crash Bandicoot é novamente o personagem principal do jogo e continua tendo o auxílio de Aku Aku como máscara protetora. Este jogo marca a estreia de Coco Bandicoot, a irmã menor de Crash. Coco porém não é jogável, ela apenas aparece nas cutscenes do jogo. Entre os vilões, apenas Cortex e Ripper Roo retornam como chefes, porém todos os aliados a Cortex aparentemente o deixaram depois dos eventos do primeiro jogo(primeiramente porque acreditam que ele morreu), e com Ripper Roo não foi diferente. O Canguru louco é tido como primeiro chefe desta vez, e ele, assim como os novatos Tiny e os irmãos Komodo, são contactados por Nitrus Brio para deter os planos de Cortex, e consequentemente tentar impedir Crash de coletar os cristais.

Os irmãos Komodo (Joe e Moe) são dois dragões de Komodo que foram criados por Nitrus Brio e por Neo Cortex inicialmente como parte do plano de Córtex. E logo depois destes momentos que eles são reprogramados por Brio para atacar Crash.

Tiny Tiger é um tigre da tasmânia geneticamente alterado por Brio, por esta razão é forte e musculoso. Brio possivelmente o criou inspirando-se em Koala Kong (terceiro chefe do primeiro jogo), que possui força bruta, porém pouca inteligência. Ele desenvolveu Tiny inicialmente com a finalidade de matar Crash.

N. Gin é o único dos chefes a lutar pelo lado de Cortex. Ele enfrenta Crash após este ter tido contato com Brio, o qual tentou convencê-lo de desistir dos cristais e ir procurar os diamantes.

Cortex é o chefe final, porém até o momento de enfrentá-lo, suas intenções são desconhecidas, uma vez em que ele intimou Crash a ajudá-lo. Somente Coco faz Crash perceber que ele havia sido enganado durante todo esse tempo.

Inimigos[editar | editar código-fonte]

A maioria dos inimigos do jogo trabalham para o Dr. Nitrus Brio. Alguns dos inimigos trabalham para Neo Cortex. Não se sabe porque alguns inimigos trabalham para o Cortex, isso indica que Neo Cortex os convocou para obrigar Crash Bandicoot a coletar imediatamente os cristais. Os inimigos que trabalham para o Doutor Nitrus Brio tentam impedir que Crash colete os cristais para Cortex.

Port[editar | editar código-fonte]

A partir de 26 de julho de 2007, Crash 2 manteve a tendência iniciada com o download do Crash original. Assim como jogo anterior, Crash 2 pode ser baixado a partir do serviço PlayStation Store, disponível no PlayStation 2 e no PlayStation 3, para relembrar dos velhos tempos. Pode também ser transferido para o cartão de memória do PlayStation Portable.

Devido a problemas técnicos, no entanto, este jogo foi removido da rede logo após a sua adição (exceto para a versão em japonês). Ele acabou por ser readicionado nos Estados Unidos em 10 de janeiro de 2008.

Recepção[editar | editar código-fonte]

Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back recebeu críticas positivas dos críticos. Amplamente da GameSpot, que considerou esse jogo superior ao seu antecessor, comentando positivamente sobre o conceito de 'warp room', sistema de save game melhorado e variedade de níveis, bem como os gráficos e a música", porém ele criticou o aspecto de tentativa e erro da jogabilidade e referiu que a instalação semi-3D foi " difícil de navegar". IGN elogiou os " controles e gráficos de alta resolução" e observou que a linearidade do jogo diminuiu, enquanto que aumentou a intuição dos níveis de bônus em relação ao primeiro jogo", porém disse que o nível de design "não é tão variado como poderia ser " e que os níveis de chefe eram " insultuosamente fáceis ". Mark Cooke da Game Revolution descreveu o jogo como "inegavelmente divertido" e disse que o jogo tem gráficos "impressionantes", animação impecável e "performance hilária de Clancy Brown" como o doutor Neo Cortex acrescentado à qualidade do jogo do desenho animado ", embora tenha notado que o jogo não acrescenta nada de novo ao gênero.

Desde seu lançamento, Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back já vendeu cerca de 5,17 milhões de unidades em todo o mundo, vendendo cerca de 3,87 milhões de unidades nos Estados Unidos e 1,3 milhões de unidades no Japão. Isto faz com que seja o décimo jogo de PlayStation mais vendido de todos os tempos. O sucesso do jogo resultou em seu relançamento para a linha Sony Greatest Hits em 30 de agosto de 1998 e para o Sony Platinum Range em 1999. O jogo substituiu Crash Bandicoot como o jogo não-japonês mais vendido no Japão, vendendo mais de 800.000 unidades em abril de 1998. Em 7 de agosto de 2007, o jogo foi retirado da PlayStation Network, juntamente com Spyro 2: Ripto's Rage e MediEvil como medida de precaução quando os dois últimos jogos tiveram problemas técnicos.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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