Estado vilão

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  1. Afeganistão Afeganistão[2][3]
  2. Iraque Iraque[2][3]
  3. Flag of Libya (1977-2011).svg Líbia[2][3]
  4. Flag of FR Yugoslavia.svg Iugoslávia[3][5]
  5.  Cuba[2]

Estado vilão (em inglês: Rogue state) é um termo controverso usado por alguns teóricos internacionais para denominar os Estados que consideram como uma ameaça à paz mundial. Isto significa que satisfaçam determinados critérios, como ser governado por regimes autoritários que restringem severamente os direitos humanos, patrocinam o terrorismo e buscam a criação e proliferação de armas de destruição em massa.[6] Esse termo é usado na maioria das vezes pelos Estados Unidos (embora o Departamento de Estado dos Estados Unidos tenha oficialmente parado de usar o termo em 2000 [2]); entretanto, tem sido utilizado por outros países também.[7] Em 2017, num discurso à ONU, o presidente Donald Trump reiterou a expressão.[8]

Um Estado vilão deve ser diferenciado dos "Estados párias", como a Birmânia (Myanmar) e o Zimbabwe que abusam dos direitos humanos de suas populações sem serem considerados uma ameaça concreta para além das suas próprias fronteiras, embora os termos sejam por vezes usados ​​como sinônimos.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Politics: Who are today's rogue nations?, Inter Press Service, 20 de maio de 2001
  2. a b c d e f Post–cold War Policy – Isolating and punishing "rogue" states in the Encyclopedia of the New American Nation
  3. a b c d e «Analysis: The new bogeymen». BBC News. 12 de dezembro de 2001 
  4. «Trump eleva a Venezuela a la categoría de «Estado canalla»». DIARIO ABC 
  5. Yugoslavia a `rogue state' - Deseret News, 5 de novembro de 1998
  6. Rogue States?, Arms Control and Dr. A. Q. Khan.
  7. Minnerop, Petra. (2002). "Rogue States – State Sponsors of Terrorism?" Arquivado em 2007-12-12 no Wayback Machine.. German Law Journal, 9.
  8. «US could destroy North Korea - Trump». BBC News. 19 de setembro de 2017 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]