Maria Helena Guimarães de Castro

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Maria Helena Guimarães de Castro
Maria Helena Guimarães de Castro
Secretário da Educação de São Paulo Bandeira do estado de São Paulo.svg
Período 1º de janeiro de 2007
30 de março de 2009
Antecessor Gabriel Chalita
Sucessor Paulo Renato Souza
Secretária-executiva do Ministério da Educação do Brasil Brasil
Período 17 de maio de 2016
8 de maio de 2018 [1]
Antecessor Luiz Cláudio Costa
Sucessor Henrique Sartori de Almeida Prado [2]
Dados pessoais
Nascimento 25 de setembro de 1946[3]
Presidente Prudente, SP
Profissão Socióloga, professora.

Maria Helena Guimarães de Castro (Presidente Prudente, 25 de setembro de 1946[4]), é uma socióloga e professora brasileira.

Graduada (1980) e mestre (1987) em Ciências Sociais, especialista em educação, é professora aposentada de Ciência Política da UNICAMP.[5]

Foi presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do MEC, entre 1995 e 2002, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), responsabilizando-se assim pela viabilização do chamado "provão" (oficialmente Exame Nacional de Cursos, sucedido, no governo Lula, pelo ENADE). Ocupou interinamente o Ministério no período de 9 a 11 de novembro de 2001.[4] Foi também secretária-executiva do MEC em 2002.[6]

Maria Helena foi titular da pasta da Assistência Social no governo Geraldo Alckmin e da Ciência e Tecnologia na gestão Cláudio Lembo, no estado de São Paulo, em 2006.[7]

Em janeiro de 2003, assumiu a secretaria de Educação do Distrito Federal, à posse do governador José Roberto Arruda. Em julho de 2007, voltou a São Paulo, para dirigir a Secretaria de Educação do Estado, no governo de José Serra.[6] Sua gestão à frente da pasta foi marcada pela tentativa de se impor um padrão único de currículo para a rede[8] e um único material de apoio pelo Estado, por uma greve de professores em 2008 e pela criação de um programa de remuneração por mérito para professores.

Ela deixou o cargo em março de 2009, depois de sofrer críticas com a distribuição de material didático com erros (incluindo uma apostila que exibia um mapa com dois Paraguais[9]). Ela foi sucedida por seu antigo superior no Ministério da Educação do governo FHC, Paulo Renato Souza.[10]

Em 2008, passou a integrar o Conselho do Educar para Crescer, movimento sem fins lucrativos pela melhoria da Educação no Brasil.

Em 2016, passou a integrar a secretaria executiva do Ministério da Educação. Como secretária executiva do MEC, defendeu em fevereiro de 2017 a cobrança de mensalidades nas universidades e institutos federais.[11]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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