Nossa História (turnê)

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Nossa História
Cartaz de divulgação inicialmente apresentado à imprensa após o anúncio da turnê em março de 2019.
Turnê de Sandy & Junior
Local América do Sul
América do Norte
Europa
Data de início 12 de julho de 2019
Data de fim 9 de novembro de 2019
N.º de apresentações 18
Cronologia de turnês de Sandy & Junior
Acústico MTV
(2007)

Nossa História é a nona turnê da dupla brasileira Sandy & Junior. A turnê marca o reencontro da dupla doze anos após sua última série de shows, Acústico MTV, que se encerrou no final de 2007. A reunião foi anunciada em março de 2019 e comemora os 30 anos da primeira apresentação televisionada dos cantores, que aconteceu em 1989. Com início em julho e encerramento em novembro de 2019, Nossa História tem como intuito reproduzir os grandes concertos da dupla, com estruturas de palco elaboradas, corpo de balé e coreografias, bem como revisitar boa parte de seu repertório.[1][2][3] A turnê se tornou um sucesso comercial sem precedentes no Brasil e, após sua estreia, recebeu críticas positivas.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Sandy e Junior fizeram sua primeira performance televisionada no programa Som Brasil, da Rede Globo, em 1989. Na época, eles eram mais conhecidos por serem os filhos do cantor sertanejo Xororó, que sugeriu ao então apresentador do Som Brasil, Lima Duarte, uma participação de seus filhos no programa. A apresentação de "Maria Chiquinha" foi recebida com entusiasmo e o áudio da apresentação foi retirado da televisão e começou a tocar em emissoras de rádio. Alguns empresários e gravadoras entraram em contato com o escritório de Xororó e, embora resistentes no início, devido à idade de Sandy e Junior, Xororó e a empresária e produtora Noely Pereira, mãe dos cantores, permitiram que eles assinassem um contrato com a PolyGram.[4][5][6] Sandy e Junior se estabeleceram como artistas mirins bem sucedidos durante a década de 1990 e atingiram o auge comercial de sua carreira durante a adolescência, entre o final dessa década e o início dos anos 2000.[7] Álbuns como Identidade (2003) e Sandy & Junior (2006) marcaram um tempo de sua carreira em que eles tinham um maior controle sobre a direção artística de seus projetos. Apesar desses discos terem sido certificados com platina pela Pro-Música Brasil (PMB),[8] eles representaram um declínio comercial para a dupla, vendendo consideravelmente menos que seus projetos anteriores.[9][10]

Em meados da década de 2000, os irmãos também se dedicaram a projetos paralelos, o que indicava a existência de algumas divergências com relação à direção artística que o duo queria tomar.[7] A própria dupla afirmou que existiam tais divergências, mas que, em seus discos, eles conseguiam combinar seus gostos musicais.[11][9] Em abril de 2007, eles anunciaram o fim das atividades em dupla, lançando, em agosto, o registro ao vivo Acústico MTV, em CD e DVD.[12] A turnê Acústico MTV chegou ao fim em 18 de dezembro do mesmo ano.[13] Em 2008, Junior integrou a banda Nove Mil Anjos, com a qual lançou um único álbum. No ano seguinte, Junior e os outros integrantes anunciaram o fim da banda. Desde então, Junior se dedica a projetos de música eletrônica e também produziu álbuns e canções de outros artistas. Sandy iniciou sua carreira solo em 2010, com o álbum Manuscrito, que teve Junior como um dos produtores.[14] Junior fez algumas aparições em turnês solo de Sandy, como as turnês Sim (2013-14) e Nós, Voz, Eles (2018-19).[15][16]

Nos anos seguintes, surgiram na mídia diversos boatos de que os cantores se reuniriam para retomar sua carreira como dupla, o que foi negado tanto por Sandy quanto por Junior.[17][18] Sandy e Junior concederam uma entrevista ao programa Altas Horas que foi ao ar em maio de 2018 e, ao longo da conversa, afirmaram ao apresentador Serginho Groisman que já haviam recebido propostas para retomarem a dupla, mas que isso não estava em seus planos.[19] O cantor Xororó, pai dos cantores, foi quem mais os incentivou a se reunirem para realizar uma turnê.[20][21]

Anúncio[editar | editar código-fonte]

O jornal Extra noticiou, em janeiro de 2019, que Sandy e Junior fariam alguns shows em comemoração aos 30 anos do início de suas carreiras.[22] Em 13 de março, aconteceu uma coletiva de imprensa em São Paulo, onde a dupla e os patrocinadores revelaram detalhes sobre a turnê.[23] Durante a coletiva, Sandy e Junior também frisaram que a turnê comemorativa não representa uma volta definitiva da dupla, mas apenas um projeto pontual.[24] Em 2 de abril de 2019, eles realizaram um pocket show em São Paulo durante um evento de uma das patrocinadoras da turnê, a Volkswagen.[25][26]

Venda de ingressos[editar | editar código-fonte]

Os ingressos começaram a ser vendidos no dia 20 de março apenas para clientes do cartão Elo. A partir de 22 de março, foi aberta a venda para o público geral.[23] Após esgotar em menos de 24 horas todos os ingressos da turnê, a dupla anunciou mais dois shows extras, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro.[27] Dias após o início das vendas, a produtora Live Nation foi notificada judicialmente para que se explicasse sobre supostas irregularidades nas vendas de ingressos online e em pontos físicos. A produtora respondeu dizendo que "limitou a venda a seis ingressos por pessoa" no show de Sandy e Junior, e que "é contra a atividade de cambistas".[28]

Com a alta demanda por ingressos, novas datas foram anunciadas posteriormente.[29][30][31][32] Algumas datas de show tiveram seu local alterado para que pudessem comportar mais espectadores.[33][34]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Durante a coletiva para anunciar a turnê, Sandy e Junior afirmaram: "A gente montou um setlist dos sonhos. E também pegamos setlists dos fãs, stalkeamos eles na internet [...] vai ser um show animado, pra galera dançar. Não vai ser uma coisa intimista, vai ter palco com led, balé..."[35] O diretor do show Nossa História, Raoni Carneiro, disse que a ideia "Não é [fazer] um show documental, que conta historinha. Vai ser moderno."[36] Ele também afirmou:

"A primeira grande preocupação que a gente tinha era trazer o sentimento de nostalgia sem necessariamente ser esteticamente nostálgico. Estamos falando de um grande show atual, que o pensamos como atual, e que seja viável [...] [com] uma estética moderna [...] Vamos revisitar o repertório botando-o num contexto moderno. É o momento que a gente vive, não tem razão para nos basearmos apenas nas experiências de trás."[36]

Carneiro também deu a ideia de substituir, na produção visual e de marketing da turnê, o & (a letra 'E' comercial) por triângulos, pois "Não é mais uma dupla, é um projeto específico que dura [18] shows. É a Sandy se reencontrando com o Junior no palco, e vice-versa. Eles decidiram se unir para isso. Por isso, a ideia dos triângulos [...] eles têm todo um histórico de elementos visuais que os marcaram enquanto dupla. Tenho certeza de que, no futuro, todo mundo vai olhar para os triângulos e lembrar que essa foi a turnê especial que fizemos em 2019."[36] Junior explicou que os dois triângulos são a representação de "um hieróglifo que significa “irmãos”. O ‘e’ saiu para mostrar que somos individuais, mas estamos nos juntando agora".[37] Esse mesmo triângulo é um dos destaques do palco montado para a série de shows.[38]

Sandy e Junior dividiram a direção artística do concerto, enquanto Junior e Lucas Lima foram responsáveis pela produção musical.[39][40][41] Outros produtores e artistas estiveram envolvidos na estruturação do show, como o diretor Celso Bernini.[42] Na cenografia Zé Carratu, light design de Carlinhos Nogueira e para o videografismo um time formado por Studio Curva, Gogacine e o diretor de arte Rafael Conde.[34] Carratu comentou: "Em seis meses de planejamento, elaboramos um cenário que funcionasse como um lego gigantesco, para que atendesse aos locais fechados e aos estádios. [...] O palco de Sandy e Junior pode ser comparado ao de grandes festivais, como o SWU".[43] Os figurinos usados por Sandy foram desenvolvidos pela figurinista Michelly X.[43][44] Um deles, por exemplo, teve como referência um figurino que Sandy usou durante o concerto que ela e Junior fizeram no estádio do Maracanã, em 2002.[45]

Um aplicativo homônimo à turnê foi lançado em julho de 2019, sendo disponibilizado na Apple Store e Google Play. Além de informações sobre as datas e locais de show, quem fizer download do aplicativo pode "participar de uma experiência com luzes e imagens" em todas as apresentações.[46] Junto à turnê, uma exposição com entrada gratuita intitulada Sandy & Junior Experience foi instalada em diversas cidades brasileiras. Na exposição, são exibidas imagens, figurinos, prêmios e vídeos em memória a diversos momentos da carreira e vida pessoal dos cantores.[47]

A coreógrafa Kátia Barros, que trabalhou com a dupla para a turnê, relembrou os ensaios dizendo: "Foi muito bom vê-los relembrando coreografias, movimentos e se emocionando com aquilo. Mesmo sem dançar boa parte das músicas há anos, muitos movimentos vinham automaticamente. O corpo tem memória e eles fizeram isso quase a vida toda."[48]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Crítica[editar | editar código-fonte]

A performance de Sandy e Junior, bem como a produção do show, foi recebida com críticas positivas. Robson Gomes, do Jornal do Commercio, disse que eles entregaram um "show impecável e nostálgico" e que "a viagem no tempo foi mais bem feita do que se poderia imaginar".[49] Vinícius Harfush, do Correio, opinou: "Seja pelo show de luzes, pelas artes que animavam o telão, ou pela forte conexão que os irmãos mantém entre si e com o público, [o show] Nossa História entregou o que era esperado [pelos] fãs."[50]

Escrevendo para a Época, Bárbara Libório disse que "No palco, 12 anos depois a voz de Sandy ainda surpreende. A cantora raramente erra uma nota e deixa a todos surpresos e nostálgicos quando consegue, parece que quase sem esforço, alcançar aquelas [notas] mais difíceis [...] se Sandy não erra, por outro lado é Junior quem se sobressai como protagonista. Visivelmente mais solto e relaxado no palco, o cantor reveza no vocal [e nos instrumentos musicais]. E dança — muito bem."[51] Fernando Berenguel, do Observatório da Música, compartilhou da mesma opinião, dizendo que "chama a atenção o poder de Junior Lima. O brilho e o talento vocal de Sandy sempre ofuscaram um pouco o poder que o irmão tinha como cantor, dançarino e principalmente instrumentista. Até mesmo Sandy parece estar impressionada com o que [ele] mostra no palco. [...] dificilmente a turnê Nossa História não será o show mais lembrado de 2019. Além de pegar fundo na nostalgia, a dupla está mais afiada do que nunca."[52] Marília Neves, do G1, também destacou a performance de Junior e afirmou que ele "perdeu, definitivamente, o rótulo de 'irmão de Sandy'".[53]

Priscila Morais, do iBahia, elogiou a performance e o "carisma" do duo no palco e descreveu a produção do show como "impecável".[54] Leonardo Torres, do POPLine, descreveu o concerto como "uma aula para nova geração de cantores pop": "Não se trata de uma festa ploc caça-níquel. [...] Esteticamente, é tudo muito sofisticado. [Sandy] e Junior fazem todas as coreografias do passado, sobretudo nos refrões. É mesmo mágico [...] Eles fazem e não é trash."[55]

Renata Nogueira, da Universo Online, descreveu o show como "apoteótico",[56] enquanto Julia Sabbaga, do site Omelete, disse que Sandy e Junior "entrega[ram] um espetáculo com muito mais que nostalgia" e escreveu sobre o primeiro show da turnê no Allianz Parque: "Com duas horas redondas de show, Sandy & Junior deixam o estádio provando que sua música é muito mais do que a lembrança de um tempo, e segue viva como um exemplo de alcance e talento do pop nacional."[57] Eduardo Gayer, d'O Estado de S. Paulo, descreveu a performance dos cantores como "energética" e resumiu o concerto dizendo: "Com produção impecável, o show trouxe fogos de artifício, equipe de dançarinos - com os irmãos participando das coreografias - e um Junior talentoso na bateria."[58] Carol Braga, do site Culturadoria, descreveu o concerto como "Milimetricamente planejado" e "Impecavelmente executado."[59]

Comercial[editar | editar código-fonte]

Após o anúncio da turnê em março de 2019, João Batista Jr., da Veja, estimou que, entre contratos publicitários e venda de ingressos, a turnê "deve faturar 55 milhões de reais".[60] Em setembro, Keila Jimenez, do R7, afirmou que a turnê "deve faturar algo em torno de R$ 80 milhões."[61] Em agosto de 2019, Eduardo F. Filho, da revista Veja, noticiou que a turnê havia acumulado 500 mil ingressos vendidos e afirmou: "A turnê de Sandy e Junior é um fenômeno como há muito não se via no showbiz nacional. Nunca na história um show atingiu vendagens tão significativas."[62]

Sandy e Junior levaram o show da turnê para a Esplanada do Mineirão, em Belo Horizonte, tornando-se recordistas de público no local, superando, inclusive, artistas como Ozzy Ozbourne, Foo Fighters e Maroon 5.[63] Em São Paulo, Sandy e Junior se tornaram os artistas brasileiros com o maior número de shows realizados no estádio Allianz Parque, tendo todos os quatro shows esgotados.[62] No geral, eles ficam atrás apenas de Paul McCartney, que realizou cinco shows no estádio, entre 2014 e 2019.[62] Durante uma entrevista para o canal da apresentadora Sabrina Sato no YouTube, Junior disse que a Live Nation, empresa responsável pela turnê, afirmou que a demanda era suficiente para oito shows no Allianz Parque.[64] Sandy e Junior se apresentaram para um público de cerca de 30 mil pessoas em Curitiba. Lucas Sarzi, da Tribuna do Paraná, compareceu à apresentação e disse que "Em anos não se via a Pedreira Paulo Leminski tão cheia como foi possível ver com a vinda de Sandy e Junior o que, até mesmo para o prefeito [de Curitiba] Rafael Greca, foi considerado como um “recorde histórico”."[65]

A grande demanda por ingressos para os shows da turnê levou Tony Goes, da Folha de S. Paulo, a dizer que "[...] Sandy e Junior reapareceram na hora certa. O vazio deixado por eles jamais foi preenchido."[66] Escrevendo para seu blog no Universo Online, o jornalista Miguel Arcanjo Prado descreveu o sucesso da turnê Nossa História como "retumbante e raro na indústria musical nacional nos últimos anos", e disse que "o sucesso da dupla está no nível dos grandes nomes da música no mundo. Quem pode se gabar hoje em dia de ter milhões de fãs tão fiéis e capazes de despertar imediatamente de um sono de 12 anos, tempo em que ficaram separados."[67]

Repertório[editar | editar código-fonte]

  1. "Não Dá Pra Não Pensar"
  2. "Nada Vai Me Sufocar"
  3. "No Fundo do Coração"
  4. "Estranho Jeito de Amar"
  5. "Olha o que o Amor Me Faz"
  6. "Nada É por Acaso"
  7. "Love Never Fails"
  8. "As Quatro Estações"
  9. "Aprender a Amar"
  10. "Imortal"
  11. "Libertar"
  12. "Eu Acho Que Pirei"
  13. "Beijo é Bom" / "Etc... e Tal" / "Vai Ter Que Rebolar" / "Dig-Dig-Joy" / "Eu Quero Mais"
  14. "Enrosca"
  15. "A Gente Dá Certo"
  16. "Você pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter"[a 1]
  17. "Inesquecível"
  18. "Super-Herói (Não É Fácil)"
  19. "A Lenda"
  20. "Cai a Chuva"
  21. "Quando Você Passa (Turuturu)"
  22. "Desperdiçou"
  23. "Vâmo Pulá!"
Notas
  • Medley acústico do 1º show, no Recife: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "Era Uma Vez..." / "Com Você"
  • Medley acústico do 2º show, em Salvador: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "Com Você" / "Vamos Construir"
  • Medley acústico do 3º show, em Fortaleza: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Maria Chiquinha"[a 2] / "Ilusão" / "Não Ter" / "Vamos Construir" / "Dias e Noites"
  • Medley acústico do 4º show, em Brasília: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "Dias e Noites" / "Replay"
  • Medley acústico do 5º show, no Rio de Janeiro: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "Era Uma Vez..." / "Replay"
  • Medley acústico do 6º show, também no Rio de Janeiro: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "A Estrela Que Mais Brilhar" / "Com Você"
  • Medley acústico do 7º show, em Belo Horizonte: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "Cadê Você Que Não Está" / "O Amor Faz"
  • Medley acústico do 8º show, em São Paulo: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "Era Uma Vez..." / "O Amor Faz"
  • Medley acústico do 9º show, também em São Paulo: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "O Amor Faz" / "Vamos Construir"
  • Medley acústico do 10º show, em Curitiba: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "Replay" / "Primeiro Amor"
  • Medley acústico do 11º show, em Manaus: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "Com Você" / "Encanto"
  • Medley acústico do 12º show, em Belém: "Você Pra Sempre (Inveja)" / "Ilusão" / "Não Ter" / "Em Cada Sonho (O Amor Feito Flecha)" / "Vamos Construir"

Datas[editar | editar código-fonte]

Data[68][69][70] Cidade País Local Público
América do Sul
12 de julho de 2019 Recife  Brasil Classic Hall 11,000 / 11,000 (100%)[71]
13 de julho de 2019 Salvador Arena Fonte Nova 30,000 / 30,000 (100%)[50]
19 de julho de 2019 Fortaleza Centro de Eventos do Ceará 15,000 / 15,000 (100%)[72]
20 de julho de 2019 Brasília Estádio Mané Garrincha 30,000 / 30,000 (100%)[73]
2 de agosto de 2019 Rio de Janeiro Jeunesse Arena 36,000 / 36,000 (100%)[51][39]
3 de agosto de 2019
17 de agosto de 2019 Belo Horizonte Esplanada do Mineirão 25,000 / 25,000 (100%)[74]
24 de agosto de 2019 São Paulo Allianz Parque 96,000 / 96,000 (100%)[75][76]
25 de agosto de 2019
31 de agosto de 2019 Curitiba Pedreira Paulo Leminski 30,000 / 30,000 (100%)[65]
13 de setembro de 2019 Manaus Arena da Amazônia
14 de setembro de 2019 Belém Hangar 12,000 / 12,000 (100%)[77]
21 de setembro de 2019 Porto Alegre Arena do Grêmio
América do Norte
2 de outubro de 2019 Nova Iorque  Estados Unidos Barclays Center
Europa
6 de outubro de 2019 Lisboa Portugal Portugal Altice Arena
América do Sul
12 de outubro de 2019 São Paulo  Brasil Allianz Parque
13 de outubro de 2019
9 de novembro de 2019 Rio de Janeiro Parque Olímpico

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. O medley acústico é composto oficialmente por 3 canções + duas canções extras que variam em cada show. Ver mais abaixo em "Notas".
  2. Puxada pelo público depois de um breve problema no áudio.

Referências

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  2. «Sandy e Junior falam sobre turnê de reencontro em estádios: "Celebração de anos mágicos"». revistaquem.globo.com. Consultado em 13 de março de 2019 
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  5. Muniz, Flávia (14 de março de 2019). «Lima Duarte relembra estreia de Sandy e Junior em seu programa: 'Percebi na hora que seriam o que são'». Globo.com. Gshow. Consultado em 21 de março de 2019. Cópia arquivada em 21 de março de 2019 
  6. «Lima Duarte abriu portas para Sandy e Junior, diz Noely: 'tentei impedir mas eles pediram muito'». Globo.com. Gshow. 8 de maio de 2016. Consultado em 21 de março de 2019. Cópia arquivada em 8 de maio de 2016 
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  13. Lágrimas e surpresas no último show da carreira de Sandy e Junior
  14. Leonardo Lichote (Matéria), Antônio Carlos Miguel (Crítica) (28 de abril de 2010). «Sozinha e livre de pressões, Sandy recomeça». O Globo. Consultado em 28 de junho de 2019. Cópia arquivada em 24 de junho de 2019 
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  19. Serginho presenteia Sandy e Junior ao final do quadro 'Linha do Tempo'
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  25. SANDY & JUNIOR FAZ PRIMEIRO SHOW APÓS ANÚNCIO DO RETORNO DA DUPLA
  26. Sandy e Junior levantam o público em pocket show
  27. Após filas e ingressos esgotados, Sandy e Junior anunciamf> shows extras
  28. Redação O Estado de S. Paulo (28 de março de 2019). «Sandy e Junior: Justiça determina que site esclareça irregularidades na venda de ingressos». O Estado de S. Paulo. Consultado em 7 de julho de 2019. Cópia arquivada em 28 de março de 2019 
  29. Nossa História: Sandy e Júnior anunciam show em Porto Alegre e mudança em Manaus
  30. Show de Sandy e Junior em Porto Alegre tem ingressos esgotados
  31. Sandy e Junior anunciam mais dois shows em São Paulo
  32. «Sandy e Junior anunciam dois shows extras em São Paulo». Veja. 5 de abril de 2019 
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  77. Palco de Sandy e Junior em Belém começa a ser montado