Ricardo Teixeira Cruz

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Nota:Para ver o dirigente esportivo, consulte Ricardo Teixeira

Ricardo Teixeira Cruz
Local de nascimento Rio de Janeiro,  Rio de Janeiro
Nacionalidade(s) Brasil brasileira
Crime(s) Assassinato
Milícia
formação de quadrilha
Pena Em julgamento
Situação Preso

Ricardo Teixeira Cruz, mais conhecido pelo apelido Batman, é um ex-policial e miliciano brasileiro.[1]

Acusado de ser o mandante de diversos assassinatos, Batman é um dos líderes da milícia denominada "Liga da Justiça", que domina diversas comunidades da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Preso em 2008, conseguiu fugir da cadeia pela porta da frente, havendo forte suspeitas de conivência por parte de outros policiais com sua fuga sendo capturado e levado a Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte onde permanece preso.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Expulso da PM em 1992, quando ainda nem se ouvia falar em milícias na cidade do Rio de Janeiro, Batman assumiu a liderança da Liga da Justiça após a prisão, em 2008, do então deputado estadual Natalino e do então vereador Jerominho.

No ano de 2007 Batman foi preso na Via Lagos, em seu Ford Focus preto poucas horas depois de ter tentado matar o sargento do 25º BPM da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro Francisco César Silva Oliveira conhecido como Chico Bala, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Junto com Ricardo no carro também estavam o ex-PM José Carlos da Silva, expulso da polícia em 1999, o cabo do 27º BPM Wellington Vaz de Oliveira e o policial civil André Luiz da Silva Malva, do Instituto Félix Pacheco, genro do vereador Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho.

No dia 28 de outubro de 2008, Ele fugiu do prisão de Bangu 8 sem algemas e pela porta da frente. As imagens da câmera de segurança do presídio mostrou um carro branco passando pelo portão. Um suposto agente penitenciário uniformizado, que já tinha descido do veículo, é liberado para passar por um segundo portão. Ele segue a pé para buscar Batman. Enquanto isso, um agente penitenciário conversa com o motorista do carro.

Dez minutos depois, o suposto agente volta com o criminoso. Batman entra no carro, no banco de trás, e, depois de fazer a entrega de um documento, o suposto agente entra no veículo, que vai embora.

Sete meses após a fuga da cadeia, Batman foi preso na casa da namorada, em Paciência, na Zona Oeste. Vinte policiais civis cercaram a casa. Batman estava armado com duas pistolas, dois fuzis, quatro granadas e 20 carregadores, mas não resistiu à prisão. Ao ser apresentado à imprensa, o miliciano sorriu. Logo em seguida, ele foi transferido para a Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.


Referências

  1. O Dia. «Batman, o inimigo número 1 do Rio». Consultado em 19 de janeiro de 2007. 
  2. Jornal do Brasil. «Polícia investiga fuga do miliciano Batman». Consultado em 19 de janeiro de 2009.