Marcelo Valle Silveira Mello

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Marcelo Valle Silveira Mello
Data de nascimento 9 de agosto de 1985 (35 anos)
Local de nascimento Brasília
Nacionalidade(s) brasileiro

Marcelo Valle Silveira Mello (Brasília, 9 de agosto de 1985) também conhecido pelos apelidos de Batoré, Psycl0n, Ash Ketchum e Psytoré, é um cracker de extrema-direita brasileiro,[1] preso nas operações Intolerância e Bravata da Polícia Federal.[2] Marcelo cumpre pena no Presídio Federal de Campo Grande e deverá passar por avaliação neuropsicológica, segundo determinação da 14ª Vara Federal de Curitiba.[3]

Marcelo ingressou na Universidade de Brasília (UnB), após passar no vestibular para o curso de Letras, em 2005, e na Universidade Católica de Brasília, em 2006, onde se formou em Ciência da Computação. A trajetória criminosa de Mello teve início em 2005, quando ele publicou uma sequência de ofensas contra negros em um fórum da UnB, no site de relacionamentos Orkut. Por meio da internet, Mello fazia comentários pejorativos sobre os colegas aprovados por meio do sistema de cotas. Foi processado e condenado, em 2009, a um ano e dois meses de prisão, sendo o primeiro condenado no Brasil por racismo no universo digital.

Nos anos seguintes, Marcelo aprofundou seu arsenal de ofensas e ampliou o leque das vítimas. Distribuía ameaças de morte e, aos poucos, passou a concentrar suas mensagens no site "Silvio Koerich", motivador da prisão na "Operação Intolerância" da Polícia Federal. Até então, ele mudava frequentemente o veículo usado para divulgar suas ideias, o que dificultava o rastreamento. Passou a fazer intimidações diretas e as ameaças de morte citavam aspectos da vida pessoal das vítimas, inclusive dos filhos. Após um ano e seis meses detido no Paraná, ganhou o direito de cumprir pena em liberdade. Mello voltou a cometer crimes, desta vez no fórum "Dogolachan". Em 2018, foi preso pela "Operação Bravata" da PF e foi condenado a 41 anos, seis meses e 20 dias de prisão por racismo, coação, associação criminosa, incitação ao cometimento de crimes, divulgação de imagens de pedofilia e terrorismo cometidos na internet.

Juventude[editar | editar código-fonte]

Marcello Valle Silveira Mello nasceu em 1985, em uma família de classe média alta de Brasília. Ele é filho único e seu pai morreu quando ele era bebê. A mãe, servidora pública, trabalhou no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), tendo sido lotada no gabinete da Presidência da República. Afastada do emprego por conta de problemas psiquiátricos, deixou a criação do filho para a avó materna dele.[4]

Em 25 anos na capital, Marcello morou em alguns dos melhores endereços da cidade, como a Asa Sul. Introvertido, nunca foi de fazer amigos, alegou ter sofrido bullying na escola e, desde cedo, odiar mulheres, negros, LGBTs, nordestinos, políticos e militantes de esquerda.[4]

Carreira criminosa[editar | editar código-fonte]

Foto do Comando de Operações Táticas do réu Marcelo Valle Silveira Mello (Mugshot) em 2012

Cracker[editar | editar código-fonte]

Por volta de 2005, Mello criou comunidades no Orkut e fez amizades e contatos com homens misóginos e racistas de extrema-direita, sendo que se tornou uma liderança entre tais grupos. Em 2009, tornou-se o primeiro condenado no Brasil por racismo no universo digital. Ele costumava fazer campanha contra as cotas raciais e publicava todo tipo de conteúdo racista na internet. Neste período, ele cursava letras, com ênfase em japonês, na Universidade de Brasília (UnB).[4]

Ele também atacava as mulheres da UnB, em especial, as negras e as lésbicas. Denunciado por colegas e docentes, deixou a instituição para cursar computação na Universidade Católica de Brasília. Mesmo condenado a um ano e dois meses de prisão, continuou em liberdade graças a recursos dos seus advogados, que alegavam insanidade do cliente.[4]

Pedofilia, estupro e massacre de Realengo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Massacre de Realengo

Em 2011, já como um cracker respeitado no submundo da internet, Mello se mudou para Curitiba, onde passou a cursar direito em uma universidade privada. Em um dos sites que administrava, o "Silvio Koerich" (um pseudônimo do criador), internautas comemoraram a ação de Wellington Menezes no Massacre de Realengo. Menezes atirava nas meninas para matar e nos meninos, para ferir, o que foi exaltado na página de Mello, onde Menezes era tratado como "herói".[4]

O site saiu do ar quando a Polícia Civil começou a fazer buscas e apreensões para investigar o atentado do Realengo, mas voltou em agosto de 2011, quando passou a defender a legalização do estupro e da pedofilia, além do "estupro corretivo" para lésbicas. A página exibia publicações com títulos como "Seja homem: mate uma mulher hoje", anunciava um atentado no prédio de ciências sociais da UnB para "matar vadias e esquerdistas" e oferecia recompensa a quem matasse o então deputado Jean Wyllys, homossexual declarado, e Lola Aronovich, autora de um blog feminista e professora na Universidade Federal do Ceará.[4]

Operação Intolerância[editar | editar código-fonte]

Mello foi preso durante "Operação Intolerância", deflagrada pela Polícia Federal (PF) em 22 de março de 2012.[5][6] As investigações foram conduzidas pelo Núcleo de Repressão aos Crimes Cibernéticos, unidade especializada da PF, que prendeu, além de Mello, Emerson Eduardo Rodrigues Setim,[7] por serem responsáveis por publicar mensagens com conteúdo discriminatório no site "Silvio Koerich".[8][9][10]

A Justiça Federal autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão nas residências e locais de trabalho dos criminosos.[11] A Polícia Federal encontrou na casa de Emerson (em Curitiba) e de Marcelo (em Brasília) o mapa de uma casa no Lago Sul usada por alunos da Universidade de Brasília. Segundo a Polícia Federal, a dupla planejava matar os estudantes.[12][13] De acordo com o mandado de prisão preventiva, a liberdade dos réus Emerson[14] e Marcelo[15] seria atentatória à ordem pública. Na conta bancária de Mello havia 440 mil reais depositados pela mãe. Ele, que nunca trabalhou, sempre teve as contas pagas pela mãe.[4]

A Justiça condenou Mello a seis anos e sete meses de prisão em regime semiaberto, pelos crimes de indução à discriminação ou preconceito de raça; incitação à prática de crime; e publicação de vídeos e fotografias de crianças e adolescentes em cenas de sexo. Ele integrava uma comunidade de pedófilos.[16][17][18]

Recrutamento de extremistas[editar | editar código-fonte]

Marcelo recrutava extremistas dispostos a promover um massacre a estudantes da Universidade de Brasília (UnB). Investigadores da Polícia Federal descobriram que Marcelo planejava os últimos detalhes do ataque aos estudantes. Em várias mensagens divulgadas na internet, Marcelo convocava seguidores a pegar em armas. Os alvos seriam os alunos do curso de ciências sociais. As ameaças levaram os agentes a deflagrarem a Operação Intolerância, que também colocou atrás das grades Emerson Eduardo Rodrigues. "Pelo que se desenhava, eles estavam procurando pessoas habilitadas a morrer por essa causa doentia", afirmou o delegado responsável pelas investigações, chefe do Núcleo de Repressão a Crimes Cibernéticos (NRCC), unidade de elite da Polícia Federal no Paraná.[19][20]

Operação Bravata[editar | editar código-fonte]

Após um ano e seis meses detido no Paraná, ganhou o direito de cumprir pena em liberdade. Mello então voltou a criar páginas criminosas na internet. Entre elas, o blog "Tio Astolfo"[21] (que fazia apologia ao estupro de mulheres)[22] e o "Dogolachan", onde se escondia por meio dos apelidos como "Psy" e "Batoré" e que só é acessível pela deep web. Ele também mantinha um perfil no Twitter com seu nome e foto, onde escrevia ameaças. Em 2015, uma equipe do programa Profissão Repórter, da Rede Globo tentou entrevistar Mello e foi agredida por ele.[23] Em 10 de maio de 2018, Mello foi preso novamente durante a "Operação Bravata" da PF.[4][24][25] Marcelo é acusado ainda de criar os blogs "Realidade", "Homens de Bem", "Reis do Camarote", "PUAHate", "Filosofia do Estupro" e "Rio de Nojeira".[26]

Mello recebeu pena de 41 anos, seis meses e 20 dias de prisão por racismo, coação, associação criminosa, incitação ao cometimento de crimes, divulgação de imagens de pedofilia e terrorismo cometidos na internet. A decisão do juiz federal Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, também o condena a pagar 1 milhão de reais como reparação de danos e 678 dias-multa (no valor de um décimo do salário mínimo vigente em dezembro de 2016). O valor da reparação de danos, segundo o despacho, será destinado a programas de combate aos crimes cibernéticos e programas educativos da área.[27] O magistrado considera "inequívoca" a periculosidade de Marcello. "Solto, ele pode ser uma verdadeira ameaça à ordem social. Não só na condição de autor de delitos como na divulgação de imagens de pedofilia e racismo, mas também como grande incentivador de cometimento de crimes ainda mais graves por parte de terceiros, como homicídios, feminicídios e terrorismo."[4][24][25]

Massacre de Suzano[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Massacre de Suzano

A Polícia Civil do Estado de São Paulo também investiga o "Dogolachan" por causa do massacre de Suzano. Segundo investigadores, Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, atiradores que mataram nove pessoas e depois se suicidaram na Escola Raul Brasil, usaram o Dogolachan para coletar dicas para a realização do ataque, que foi celebrado pelos integrantes do fórum.[4][28][29]

Uma semana antes do massacre, um dos atiradores teria publicado um agradecimento ao administrador do site "Dogolachan", conhecido como "DPR". "Muito obrigado pelos conselhos e orientações, DPR. Esperamos do fundo dos nossos corações não cometer esse ato em vão. (...) Nascemos falhos, mas partiremos como heróis. (...) Ficamos espantados com a qualidade, digna de filmes de Hollywood", diz a mensagem.[4] Numa mensagem cujo screenshot foi postado logo após as notícias do massacre, o administrador deu detalhes de como ajudou os dois atiradores a conseguirem armas, além de descrever Guilherme como "um bom garoto que acabou descobrindo da pior forma possível que brincadeiras podem se tornar pesadelos reais". Mais tarde, DPR, o administrador, descreveu trocas de e-mails com Luiz, que teria interesse em comprar uma arma com facilidade e que também foi apresentado a Guilherme por Luiz.[4]

Ameaças ao Supremo Tribunal Federal[editar | editar código-fonte]

Em 2020, a Polícia Federal acusou a célula terrorista "Unidade Realengo Marcelo do Valle" de planejar um ataque a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O nome trata-se de uma referência a Wellington Menezes, autor do massacre de Realengo, e a Marcelo Valle Silveira Mello. Todos os ministros do STF foram alertados pelo presidente da corte, Dias Toffoli, para que reforcem sua segurança. O aviso se dá após descoberta, pela PF, de que integrantes da célula terrorista trocavam mensagens sobre as rotinas dos ministros da corte.[23]

Segundo a organização não governamental Safernet, que atua na defesa dos direitos humanos na internet, o grupo "deve ser levado a sério" pois tem ligação com incels (corruptela originada do inglês para "celibatários involuntários"). "O grupo se revoltou muito após a prisão de Marcelo e as ameaças passaram a se dirigir ao judiciário", diz a ONG.[23]

O juiz federal Marcos Josegrei da Silva, autor da sentença contra Mello, passou a ser ameaçado. O grupo também esteve por trás de uma tentativa de ataque ao ex-deputado federal Jean Wyllys, que renunciou ao mandato e deixou o país. "Eles mapearam qual o equipamento de raio-x que havia na Câmara dos Deputados para testar se um taco de beisebol passaria dentro de um tubo para carregar um banner", diz a fonte ligada à Safernet.[23]

Ameaças ao ex-deputado Jean Wyllys[editar | editar código-fonte]

Em 24 janeiro de 2019, Jean Wyllys anunciou que desistiu de assumir o terceiro mandato como deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro, garantido nas eleições de 2018, e deixará de viver no Brasil, dedicando-se a carreira acadêmica. Desde o assassinato da vereadora Marielle Franco, Jean Wyllys vive sob escolta policial. De acordo com suas declarações à Folha de S.Paulo, "as intensificações de ameaças de mortes, recorrentes antes mesmo da execução de Marielle, e a atuação da milícia no estado, o levaram a tomar a decisão".[30][31] O Ministério da Justiça declarou em nota que foram instaurados diversos inquéritos pela Polícia Federal para apurar as ameaças ao ex-deputado federal Jean Wyllys e que já identificou um dos autores, Marcelo Valle Silveira Mello, preso desde maio de 2018 na Operação Bravata da Polícia Federal.[32]

BolsoCoin[editar | editar código-fonte]

Marcelo Valle Silveira Mello é o criador da BolsoCoin, a primeira criptomoeda da direita alternativa e neonazista do Brasil. O nome vem de Jair Bolsonaro. A criptomoeda é um fork da Litecoin e, desde o seu lançamento, está intimamente ligada ao "Dogolachan".[33] A moeda é utilizada em fóruns anônimos na deep web como forma de pagamento para atividades chamadas de doxxing e swatting. A primeira diz respeito ao roubo de dados privados e sua transmissão a outras pessoas e a segunda é usada para uma espécie de trote a serviços de emergência. O objetivo da primeira é chantagear a pessoa, enquanto a segunda pretende apenas constranger a vítima. A moeda, disponível na plataforma GitHub, foi criada pelo usuário psyclon, que se identifica em sua página como Marcelo Mello. Uma reportagem do jornal Correio Braziliense informa que trata-se de Marcelo Valle Silveira Mello.[34]

Ligação com neonazistas[editar | editar código-fonte]

Marcelo e Emerson Eduardo Rodrigues são suspeitos de integrar grupos neonazistas que atuam em Brasília e em Curitiba desde 1982.[35] Emerson também é suspeito de envolvimento com homicídios cometidos em Curitiba. A Polícia Federal já recebeu informações da participação de Marcelo e Emerson nesses assassinatos, que teriam motivação racista e estavam sem autoria conhecida. Emerson também é suspeito de diversas agressões contra a esposa.[36]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «O criminoso da internet». ISTOÉ. Consultado em 18 de fevereiro de 2020 
  2. «Juiz mantém na cadeia 'Homemdebem' por racismo nas redes». 25 de maio de 2018 
  3. «Preso em MS, acusado de defender terrorismo e estupro passará por avaliação». Jornal Midiamax. 4 de fevereiro de 2020 
  4. a b c d e f g h i j k l Renato Alves (17 de março de 2019). Correio Braziliense, ed. «Quem é o brasiliense responsável pelo site que inspirou ataque em Suzano». Consultado em 18 de fevereiro de 2020 
  5. «Mesmo no exterior, autor de blog que faz apologia ao estupro pode ser preso». 14 de janeiro de 2016 
  6. «Marcelo Valle Silveira Mello». 2 de outubro de 2016 
  7. Profissão Repórter (15 de dezembro de 2015). «Feministas tomam a internet e as ruas em protestos e viram alvo de ataques» 
  8. Wanderson Castilho (2014). Você sabe o que o seu filho está fazendo na internet?. [S.l.]: Matrix Editora. 144 páginas  ISBN 8582301316 ISBN 9788582301319
  9. «Polícia Federal e CPI da Câmara monitoram ação do 'terrorista da UnB' na internet». R7. 4 de outubro de 2015. Consultado em 11 de março de 2016 
  10. Fernanda Trisotto e Fernanda Leitóles (22 de março de 2012). «PF prende dois por apologia à violência na web». Gazeta do Povo. Consultado em 11 de março de 2016 
  11. «Presos, autores de site racista e homofóbico planejavam massacre na UnB». 22 de março de 2012 
  12. «Presos pela Polícia Federal planejavam atentado contra alunos da UnB». 22 de março de 2012 
  13. «Homens presos pela Polícia Federal planejavam matar alunos da UnB». Correio Braziliense. 23 de março de 2012 
  14. «Dono de site racista pode ter participação em homicídios». O Globo. 23 de março de 2012 
  15. «Polícia Federal e CPI da Câmara monitoram ação do 'terrorista da UnB' na internet». 4 de outubro de 2015 
  16. «Duas pessoas são presas por incitar homofobia e violência na internet». 22 de março de 2012 
  17. «Marcelo Valle Silveira Mello: um racista alimentado pela UnB!». 26 de março de 2012 
  18. «PR: dupla é condenada por pedofilia e racismo na internet». 19 de fevereiro de 2013 
  19. «Acusado de racismo na UnB recrutava extremistas para concretizar massacre». Correio Braziliense. 27 de março de 2012. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  20. «Homem preso por incitar crime na web recrutava extremistas para massacre na UnB». Estado de Minas. 27 de março de 2012. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  21. «Blogueiro presta interrogatório na Polícia Civil; página está hospedada na Malásia». Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso. 29 de julho de 2015 
  22. «OAB/CE ingressa com ação contra blog que faz apologia ao estupro de mulheres». Tribuna do Ceará. 13 de agosto de 2015 
  23. a b c d Marcelo Oliveira (17 de fevereiro de 2020). UOL, ed. «Grupo que ameaça STF faz referência a massacres de Realengo e Suzano». Consultado em 18 de fevereiro de 2020 
  24. a b «Polícia Federal prende suspeito de praticar o ódio pela internet». 10 de maio de 2018 
  25. a b «PF prende uma pessoa em operação contra racismo, ameaça, incitação e terrorismo praticados na internet». 10 de maio de 2018 
  26. Lola Aronovich (21 de dezembro de 2018). «O cara que quis me destruir foi condenado a 41 anos de prisão». The Intercept Brasil 
  27. «Líder de fórum racista e misógino na internet é condenado a 41 anos de prisão». Ponte Jornalismo. 20 de dezembro de 2018 
  28. Kleber Tomaz, Thiago Lavado e Altieres Rohr (14 de março de 2019). G1, ed. «MP de SP apura se organização criminosa na 'deep web' incitou assassinos a cometerem massacre em Suzano». Consultado em 1 de abril de 2020 
  29. Tiago Cordeiro (14 de março de 2019). Gazeta do Povo, ed. «Dogolachan: O subterrâneo da internet que inspirou os jovens de Suzano». Consultado em 1 de abril de 2020 
  30. Carlos Juliano Barros. «Com medo de ameaças, Jean Wyllys, do PSOL, desiste de mandato e deixa o Brasil». Folha de S.Paulo. Consultado em 24 de janeiro de 2019 
  31. Calgaro, Fernanda; Vivas, Fernanda (24 de Janeiro de 2019). «Jean Wyllys decide não tomar posse para novo mandato em razão de ameaças». G1. Consultado em 24 de Janeiro de 2019 
  32. «Ministério da Justiça diz que já identificou um dos autores de ameaças a Jean Wyllys». O Globo. 26 de janeiro de 2019. Consultado em 25 de maio de 2020 
  33. «Massacre de Suzano é planejado em fórum criado por desenvolvedor da BolsoCoin». CriptoFácil. 15 de março de 2019. Consultado em 15 de agosto de 2020 
  34. «Conheça a 'Bolsocoin', a moeda virtual inspirada em Bolsonaro». Yahoo Finanças. 3 de outubro de 2018. Consultado em 15 de agosto de 2020 
  35. «Recrutamento para a barbárie». Senado Federal. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  36. «Dono de site racista pode ter participação em homicídios». O Globo. 23 de março de 2012. Consultado em 21 de agosto de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]