Voleibol paralímpico

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Garoto jogando voleibol sentado

O Voleibol para atletas com deficiência entrou nos Jogos Paraolímpicos como desporto de "demonstração" para amputados em 1976, em Toronto, no Canadá.

Voleibol paralímpico[editar | editar código-fonte]

No voleibol Paraolímpico sentado, a rede tem cerca de 1,15 metro de altura (masculino) e 1,05 (feminino), e o campo tem 10 x 6 metros, com uma linha de ataque de 2 metros. É permitido aos jogadores bloquear os serviços. No voleibol sentado, competem atletas amputados, principalmente de membros inferiores (muitos são vítimas de acidentes de trânsito) e pessoas com outros tipos de deficiência locomotora (sequelas de poliomielite, por exemplo). A quadra se divide em zonas de ataque e defesa. É permitido o contato das pernas de jogadores de um time com os do outro, porém as mesmas não podem atrapalhar o jogo do adversário. O contato com o chão deve ser mantido em toda e qualquer ação, sendo permitido perdê-lo somente nos deslocamentos. Cada jogo é decidido em melhor de cinco sets, vencendo o time que marcar 25 pontos no set. Em caso de empate, ganha o primeiro que abrir dois pontos de vantagem. Há ainda o tie break de 15 pontos. O voleibol paralímpico é organizado internacionalmente pela Organização Mundial de Voleibol para Deficientes (WOVD). No Brasil, a modalidade é administrada pela Associação Brasileira de Voleibol Paralímpico (ABVP). O sistema de classificação funcional do voleibol é dividido, portanto, entre amputados e les autres. Para amputados, são nove classes básicas baseadas nos seguintes códigos:

  • AK – Acima ou através da articulação do joelho (above knee)
  • BK – Abaixo do joelho, mas através ou acima da articulação tálus-calcanear (below knee)
  • AE – Acima ou através da articulação do cotovelo (above elbow)
  • BE – Abaixo do cotovelo, mas através ou acima da articulação do pulso (below elbow)
  • Classe A1 = Duplo AK
  • Classe A2 = AK Simples
  • Classe A3 = Duplo Bks
  • Classe A4 = BK Simples
  • Classe A5 = Duplo AE
  • Classe A6 = AE Simples
  • Classe A7 = Duplo BE
  • Classe A8 = BE Simples
  • Classe A9 = Amputações combinadas de membros inferiores e superiores

Em les autres são enquadradas pessoas com alguma deficiência locomotora. Atletas pertencentes a categorias de amputados, paralisados cerebrais ou afetados na medula espinhal (paratetra-pólio) podem participar de alguns eventos pela classificação les autres.

Voleibol em pé[editar | editar código-fonte]

No voleibol paraolímpico em pé, uma mistura de deficiências podem ser representadas no campo a todo o tempo, para igualar o nível do jogo. Tem quatro jogadores em cada time.

Deficiências dos jogadores[editar | editar código-fonte]

Atletas com as seguintes deficiências podem competir no voleibol paraolímpico sentado ou no voleibol paraolímpico em pé: amputados, lesões na medula espinhal, paralisia cerebral, lesões cerebrais e os que já sofreram acidentes vasculares cerebrais, com paralisia muscular, etc.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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