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Papa Francisco[editar código-fonte]

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Título político errado. O papa, de acordo com a Constituição da Cidade do Vaticano, é "soberano", e não "presidente", como está na página. O Estado do Vaticano é uma monarquia absoluta. Antonioaugusto.melo (discussão) 17h51min de 17 de dezembro de 2018 (UTC)

Yes check.svg Feito. O termo "presidente" não combina com uma monarquia. Assim, alterei para "Chefe de Estado" FábioJr de Souza msg 01h36min de 13 de janeiro de 2019 (UTC)

Patricia Campos Mello[editar código-fonte]

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Informações imprecisas e erros Patricia0604 (discussão) 22h26min de 23 de dezembro de 2018 (UTC)


Há mais um link para o Grande Prêmio petrobras de Jornalismo, que a biografada recebeu este ano: http://www.premiopetrobras.com.br/show.aspx?idMateria=AHQOJlAqs7EpQfqEN4w3BA==

biografada também recebeu no ano passado o Premio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha:

https://www.icrc.org/pt/document/vencedora-do-premio-cicv-e-uma-iniciativa-que-reconhece-o-trabalho-de-mostrar-pessoas-por

e recebeu o prêmio de jornalismo internacional Rei da Espanha:

https://www.efe.com/efe/brasil/sociedade/equipe-da-folha-de-s-paulo-se-coloca-na-pele-do-outro-para-derrubar-muros/50000246-3512130


este ano, foi citada na reportagem sobre a Person of the Year da revista Time, como jornalista vítima de perseguição:

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/12/escolha-da-time-para-pessoa-do-ano-cita-reporter-da-folha.shtml

http://time.com/person-of-the-year-2018-the-guardians/

foi uma das escolhidas para a campanha "ela faz história", do Facebook

https://shemeansbusiness.fb.com/stories/conheca-patricia/


há dados como os seguintes, que estão na página da agente literária Lúcia Riff: http://www.agenciariff.com.br/site/AutorCliente/Autor/131

Patrícia Campos Mello é repórter especial e colunista da Folha, e comentarista das TVs BandNews e Band. Cobre relações internacionais, economia e direitos humanos há 18 anos. Já esteve em quase 50 países fazendo reportagens. É formada em Jornalismo pela Universidade de São Paulo e tem mestrado em Business and Economic Reporting pela Universidade de Nova York, onde recebeu bolsa de estudos da universidade.

Nos últimos três anos, esteve algumas vezes na Síria, Iraque, Líbia, Turquia e Quênia fazendo reportagens sobre refugiados e co-idealizou o projeto "Mundo de Muros", que retrata a crise das migrações em quatro continentes. No final do ano, publicou pela editora Companhia das Letras o livro "Lua de Mel em Kobane", em que conta a história da guerra contra o Estado Islâmico na Síria através do olhar de um casal de refugiados que conheceu na Síria.

Foi a única repórter brasileira a cobrir a epidemia de ebola em Serra Leoa em 2014 e 2015.

Foi correspondente em Washington do jornal Estado de S. Paulo de 2006 a 2010. Fez coberturas sobre a crise econômica nos EUA, cobriu as eleições de 2008, 2012 e 2016; a guerra do Afeganistão em 2009, “embedded” com as tropas americanas, entrevistou o presidente George W Bush na Casa Branca. Cobriu também os atentados de 11 de Setembro em Nova York, em 2001. Já fez reportagens sobre estupros e barriga de aluguel na Índia, erradicação da fome e perseguição a albinos na Tanzânia, mineração e impactos sobre as comunidades em Moçambique, zika e microcefalia no interior de Pernambuco, julgamento de acusados de terrorismo em Guantánamo, entre outras.

Foi repórter do Valor Econômico e Gazeta Mercantil, pelo qual foi correspondente na Alemanha, em 1999. É autora de "Índia - Da miséria à potência" pela Editora Planeta. Foi vencedora do Prêmio Rei da Espanha de jornalismo internacional, Prêmio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha para jornalismo humanitário, Prêmio Folha e Prêmio Estado. Fala fluentemente inglês, alemão e espanhol. É mãe de Manuel, de 5 anos.

Em análise. —Pórokhov Порох 02h01min de 24 de dezembro de 2018 (UTC)

Jair Bolsonaro[editar código-fonte]

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Por gentileza,Acrescentar a predefinição Chefes da América do Sul e caixa de sucessão dos Presidentes GratoJoluoliveira (discussão) 20h53min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)

Brasil, seção demografia, está marcado 47,1% de brancos. O correto é 47,51%.[editar código-fonte]

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Razão 85.218.19.130 (discussão) 22h13min de 3 de janeiro de 2019 (UTC)


O Poeta de Omaezaki[editar código-fonte]

O Poeta de Omaezaki (buscar | criar | restaurar | fundir histórico | discussão | afluentes | vigiar | registros | registros do filtro de edições | proteger)

Está de acordo com os 5 pilares etc
Declaro que conheço a atual política de proteção e faço esta solicitação de boa-fé. 186.204.134.128 (discussão) 22h57min de 3 de janeiro de 2019 (UTC)

Módulo:Math[editar código-fonte]

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Poderiam atualizar esse módulo? Percebi que ele foi copiado da WP anglófona, e o módulo na WP anglófona está atualizado com logaritmos de base 10 e vários outras funções novas. CaiusSPQR (discussão) 01h18min de 12 de janeiro de 2019 (UTC)


Olavo de Carvalho[editar código-fonte]

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A foto está muito desatualizada. Há fotografias do ano passado, e em melhor resolução. Kai Kundrat (discussão) 14h36min de 12 de janeiro de 2019 (UTC)


Jair Bolsonaro[editar código-fonte]

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foto oficial com a faixa presidencial, da mesma forma que nos demais artigos de presidentes Jose8122 (discussão) 00h44min de 13 de janeiro de 2019 (UTC)

X mark.svg Negado. A foto deve ter a licença que permita seu uso, o que, aparentemente, não é o caso (tanto que está em processo de eliminação). Assim, ante dúvidas sobre a possibilidade de uso, a foto não poderá ser inserida no momento. FábioJr de Souza msg 01h23min de 13 de janeiro de 2019 (UTC)

Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães[editar código-fonte]

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O Nazismo é um partido, como sugere o nome, Nacional-Socialista dos Trabalhadores. O socialismo é um regime de esquerda. Quando o socialismo é aplicado em uma ideologia mundial ele se chama comunismo (marxismo, por exemplo); quando o socialismk é aplicado ao nacionalismo temos o Facismo. Dizer que o Hitler é de "extrema-direita" é uma falácia contra a própria terminologia do partido nazista que era socialista. Também é ir contra as considerações de Hitler sobre Marx e o socialismo como no livro que ele mesmo escreveu: Minha Luta. Também é ignorar as políticad centralizadoras caraterísticas de regimes de esquerda. Os regimes de esquerda adotam a medida de Estado máximo e centralizador. Os de direita adotam um Estado mínimo e descentralizado. O regime de Hitler foi centralizador e máximo [interferindo inclusive na vida dos seus cidadãos diretamente]. Sugiro apenas que seja mudada a expressão "extrema-direita" para algo que se adeque a "socialismo aplicado em função do Estado" ou "esquerda nacionalista", "esquerda não comunista". 187.79.70.165 (discussão) 06h23min de 20 de janeiro de 2019 (UTC)