Bleach (álbum)

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Bleach
Álbum de estúdio de Nirvana
Lançamento 15 de junho de 1989
Gravação Dezembro de 1988 – janeiro de 1989 no Reciprocal Recording em Seattle, Washington
Gênero(s) Grunge
Duração 42:37
Gravadora(s) Sub Pop
Produção Jack Endino
Cronologia de Nirvana
Último
Último
Blew (EP)
(1989)
Próximo
Próximo
Singles de Bleach
  1. "Love Buzz"
    Lançamento: Novembro de 1988
  2. "Blew"
    Lançamento: Dezembro de 1989

Bleach é o álbum de estreia da banda grunge americana Nirvana, lançado em junho de 1989 pela gravadora independente Sub Pop. As principais sessões de gravação foram no Reciprocal Recording em Seattle, Washington, entre dezembro de 1988 a janeiro de 1989. O compositor da banda, Kurt Cobain, se sentiu pressionado para criar a música de Bleach, que se ajustasse ao estilo musical do grunge favorecido pela sua gravadora e pela cena musical conteporânea de Seattle. O álbum é considerado bastante negativo e sombrio; Cobain alegou que a maioria das letras foram escritas à noite antes das gravações, enquanto ele estava se sentindo "irritado", e que ele não as respeitava muito. As gravações do álbum foram financiadas por Jason Everman, que foi creditado como guitarrista, mas não tocou em nenhuma canção.

Bleach foi bem recebido pelos críticos, mas falhou nas paradas americanas após seu lançamento original. O álbum foi relançado internacionalmente pela Geffen Records em 1992 após o sucesso do segundo álbum do Nirvana, Nevermind (1991). O relançamento estreou no 89º lugar na Billboard 200, e alcançou o 33º lugar na UK Albums Chart. Desde então, ele vendeu mais de um milhão de unidades nos Estados Unidos. Em 2009, a Sub Pop lançou uma edição comemorativa dos 20 anos do álbum contendo uma uma gravação ao vivo de uma apresentação do Nirvana em 1990 como material extra. Desde o seu lançamento em 1989, Bleach vendeu mais de 1,7 milhões de unidades nos Estados Unidos,[1] e mais de 4,0 milhões de unidades mundialmente.[2] É o álbum mais vendido da Sub Pop.[3]

Inicio[editar | editar código-fonte]

Estudando na Aberdeen High, Kurt Cobain e Krist Novoselic se conhecem, mas apenas de vista.[4] Mais tarde, frequentando ensaios de uma banda local, os dois se tornam amigos.[5] Cobain queria formar uma banda com Novoselic e então lhe entrega uma fita demo do projeto chamado Fecal Matter. Três anos depois, Novoselic ouve a demo do Fecal Matter e concorda em formar uma banda com Cobain, em meados de 1986. Os dois recrutam Bob McFadden na bateria, mas depois de um mês, o projeto se desfaz.[6] Em 1987, Cobain e Novoselic recrutam o baterista Aaron Burckhard.[7] O trio ensaiava o material da demo do Fecal Matter de Cobain, mas começaram a escrever o novo material logo após a formação.[8]

Durante alguns meses, a banda teve vários nomes, entre eles, Skid Row, Pen Cap Chew, Bliss e Ted Ed Fred. Finalmente, o grupo se estabeleceu como Nirvana porque Cobain queria um nome "agradável", não um nome mesquinho ou obsceno para a banda.[9] Os dois perdem contato temporariamente com Burckhard por terem se mudado para outras cidades, como alternativa eles ensaiam com Dale Crover, da banda Melvins, e gravam suas primeiras demos em janeiro de 1988.[10] Crover se muda e recomenda Dave Foster para substituí-lo na bateria. Foster durou apenas alguns meses na banda, que então foi substituído pelo retorno de Burckhard, mas Burckhard foi demitido por Cobain logo depois, por contar a ele que estava de ressaca para ensaiar.[11] Cobain e Novoselic colocaram um anúncio na The Rocket procurando por um baterista, entretanto, só conseguiram respostas insatisfaórias. Enquanto isso, um amigo os apresentou a Chad Channing e ele acabou entrando para a banda, fazendo seu primeiro show com a banda em maio de 1988.[12] A banda então, lança em novembro seu primeiro single, "Love Buzz", pela gravadora independente Sub Pop, de Seattle.[13] No mês seguinte começam as gravações de Bleach, com o produtor local Jack Endino.[14]

Gravação[editar | editar código-fonte]

Seguindo o lançamento do seu primeiro single, "Love Buzz", pela Sub Pop em novembro de 1988, o Nirvana começa a ensaiar por duas ou três semanas, em preparação para a gravação de um álbum completo, mesmo que a Sub Pop tivesse solicitado apenas para um EP.[13] As principais sessões de Bleach foram no Reciprocal Recording em Seattle, com o produtor local Jack Endino. O Nirvana começou a gravação com uma sessão de cinco horas em 24 de dezembro de 1988.[14] A banda gravou novamente entre 29 a 31 de dezembro e 14 e 24 de janeiro.[15] Endino faturou com o grupo por 30 horas de gravação.[14] Três das canções do álbum – "Floyd the Barber", "Paper Cuts" e "Downer" – foram gravadas durante uma sessão anterior no Reciprocal Recording em 1988, com Dale Crover na bateria. Apesar das tentativas de regravá-las com Chad Channing, o novo baterista, a banda por fim decidiu remixar as versões gravadas com Crover para a versão final de Bleach.[14] "Big Long Now" foi tirada do álbum porque o vocalista/guitarrista Kurt Cobain sentiu que "já havia coisas lentas e pesadas o sufuciente em Bleach, e ele 'não queria que a canção saísse de moda'", de acordo com Endino.[15] O álbum foi editado e sequenciado, mas o chefe da Sub Pop, Bruce Pavitt, ordenou que o álbum fosse completamente resequenciado. O álbum foi novamente adiado por vários meses até que a Sub Pop fosse capaz de garantir fundos suficientes para emití-lo.[14]

Endino faturou US$606,17 pelas 30 horas de gravação com a banda. Jason Everman, um guitarrista que ficou impressionado com a demo do Nirvana com Dale Crover, financiou a gravação. Ele rapidamente se juntou ao grupo como segundo guitarrista.[14] Everman foi creditado como um guitarrista e ele também é o outro guitarrista na capa do álbum, apesar dele não tocar nenhuma canção nas gravações. O baixista Krist Novoselic explicou: "Nós só queríamos fazer com que ele se sentisse mais a vontade na banda."[16]

Música e letras[editar | editar código-fonte]

"Negative Creep"
"Negative Creep" apresenta os gemidos frenéticos de Cobain a gritar em cima de um riff repetitivo e pesado de grunge.

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De acordo com Cobain, a música em Bleach se adaptou ao gênero fortemente apoiado pela Sub Pop, o grunge. "Havia essa pressão da Sub Pop e da cena grunge para tocar 'rock'", disse Cobain, e notou que ele tirou isso "de baixo e fez soar como o Aerosmith." Cobain também sentiu que ele tinha que se adequar às expectativas do som grunge da Sub Pop para construir uma base de fãs e, portanto, reprimiu suas características de composição artísticas e pop durante a elaboração da gravação a favor de um som mais rock.[17] Krist Novoselic disse em uma entrevista de 2001 com a Rolling Stone que a banda tinha tocado uma fita em sua van durante a turnê que tinha de um lado um álbum do The Smithereens e do outro um álbum da banda de black metal Celtic Frost, e notou que a combinação, provavelmente, teve uma influência também.[18] As canções foram descritas como "deliberadamente sombrias, claustrofóbicas, e liricamente esparsas, com nenhum dos desarranjos maníacos ou sensação de alívio da performance ao vivo". Cobain disse que as estruturas das canções foram "unidimensionais", e disse que procurou apresentar um "lado mais polido e urbano do feliz".[19]

Descrevendo as várias canções de Bleach, Christopher Sandford escreveu: "'Paper Cuts' inclui uma melodia de influência folk e de ritmo pesado de um número anterior do Led Zeppelin; 'Mr. Moustache' dirigiu-se aos fãs masculinos do Nirvana; 'Downer' mostrou o mesmo desprezo excepcional para o público do grupo". Sandford sentiu que "School" – que apresenta apenas quatro linhas de composição – foi memorável pelo seu refrão que "serviu como o rompimento". Enquanto que "Scoff" é "uma salva de despedida [para os pais de Cobain]", "Negative Creep" foi escrita por Cobain sobre ele mesmo. Segundo Sandford, "About a Girl" tem uma "melodia harmonizada e refrão irônico".[20] Na revista Sounds, Keith Cameron disse que a canção "era hilariante e interessante porque era a natureza da música, mas havia também uma sensação quase palpável de perigo, que esta coisa toda poderia desmoronar a qualquer momento. Nunca havia qualquer relaxamento da primeira à última nota".[21] Em seu livro, Nirvana: The Stories Behind Every Song, Chuck Crisafulli escreve que a canção "se destaca no cânone de Cobain como uma canção com uma gênese muito específica e um assunto muito real".[22]

Cobain contou a Spin em 1993 que em Bleach ele "não deu a mínima para o que as letras se tratavam", e afirmou que 80% das letras foram escritas a noite antes das gravações.[23] Ele estava muitas vezes ainda trabalhando nas palavras no caminho para o estúdio de gravação.[14] Ele explicou: "Foi como se eu estivesse irritado. Não sei com o que. Vamos apenas gritar algumas letras negativas e contanto que elas não sejam sexistas e não ficarem muito constrangedoras, tudo ficará bem. Eu não prendo nenhuma dessas letras queridas a mim."[23] O biógrafo do Nirvana, Michael Azerrad, notou que, no entanto, muitas das canções do álbum refletiam Cobain e diversos incidentes ocorridos em sua vida.[24] "Mr. Moustache" foi inspirada pelo nojo que Cobain tinha do comportamento machista,[25] enquanto que "School" foi uma crítica da cena musical de Seattle, em especial a Sub Pop.[26]

Embalagem, título e lançamento[editar | editar código-fonte]

A clássica fotografia da banda no Raji's, em Los Angeles, tirada por Charles Peterson, está no encarte do álbum.

O título trabalhado para o álbum era inicialmente Too Many Humans.[27] Ele foi mudado para Bleach após Cobain encontrar um cartaz de prevenção da AIDS enquanto o Nirvana estava dirigindo por São Francisco. O cartaz informava os viciados em heroína a "branquear" as suas agulhas antes de usá-las, apresentando o slogan "Bleach Your Works".[14]

A capa do álbum foi fotografada pela ex-namorada de Cobain, Tracy Marander, durante um concerto na galeria de arte Reko Muse, em Olympia, Washington.[28] As versões em CD do álbum incluem no encarte algumas fotografias tiradas por Charles Peterson, sendo uma tirada em um concerto do Nirvana no Raji's, em Los Angeles.[29]

Em 25 de fevereiro de 1989, o Nirvana tocou em locais na costa oeste, incluindo a Universidade de Washington.[30] Seguindo para o lançamento de Bleach, as primeiras 1000 cópias americanas foram lançadas em vinil branco e mais tarde foram disponibilizadas 2000 em vinil preto, no qual incluia um pôster encartado. O álbum foi lançado no Reino Unido pela Tupelo, com as primeiras 300 cópias em vinil branco, outras 2000 em verde e uma quantidade desconhecida em vinil preto.[29] Na Austrália, o álbum foi lançado pela Waterfront Records e reeditado com várias capas coloridas antes de 1992.[31]

O grupo iniciou a sua primeira turnê europeia juntamente com a banda Tad, em Riverside, em Newcastle upon Tyne, em 23 outubro de 1989. No dia 3 de dezembro, eles tocaram "triunfantemente" no London Astoria. Christopher Sandford relatou: "quando todos os especialistas em estilo notaram 'as camisetas de lenhador e as camisas com estampas geométricas feias dos anos cinquenta' de Cobain, vendo um exemplo de low-couture chic, eles perderam o ponto de que as camisas de flanela e as camisolas vestiam o cotidiano no clima marinho do Noroeste".[19] Cobain tomou conhecimento e disse que nunca teve a intenção de começar uma moda ou agir como um modelo.[19] Em 1 de abril de 1990, a banda iniciou a sua segunda turnê pelos Estados Unidos. Durante a turnê, Chad Channing foi substituído por Dale Crover.[30]

Em abril de 1992, seguindo o sucesso de Nevermind, seu segundo álbum de estúdio, a Sub Pop lança uma versão remasterizada de Bleach em LP, CD e cassete, adicionando duas faixas extras. A Geffen Records segurou o lançamento internacional.[32] Para a edição comemorativa dos 20 anos do álbum, a Sub Pop lançou em 3 de novembro de 2009, uma reedição de luxo de Bleach contendo uma remasterização das fitas originais e uma gravação ao vivo de um concerto no Pine Street Theatre, realizado em Portland, Oregon, no dia 9 de fevereiro de 1990. A edição também inclui um CD com 52 páginas/um LP com um livreto de 16 páginas que contém fotos da banda não lançadas anteriormente para o público.[33]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic 85/100[34]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
About.com 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[35]
Allmusic 3.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar half.svgStar empty.svg[36]
BBC Music (favorável)[37]
Drowned In Sound 7 de 10 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svgStar empty.svg[38]
Kerrang! 3 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg [39]
NME 8 de 10 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg[40]
Pitchfork Media 8.5 de 10 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar half.svgStar empty.svg[41]
Rolling Stone 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[42]

O álbum geralmente recebeu críticas positivas dos profissionais. Anthony Carew do About.com disse que o álbum "define[iu] toda a década de 90", e o premiou com quatro de cinco estrelas.[35] Stephen Thomas Erlewine do Allmusic deu ao álbum três estrelas e meia em cinco possíveis, notando que "Kurt Cobain dá sinais da sua mestria em criar musicas, particularmente na balada 'About a Girl' e na batida densa de 'Blew'". Também disse que "é uma estreia de uma banda que mostra potencial mas ainda não o conseguiu."[36] Edwin Pouncey da NME disse que o álbum é o "maior, e mais malvado som que a Sub Pop, até agora, conseguiu desenterrar. Tão primitivo que conseguiram que os seus colegas Mudhoney pareçam os Genesis, Nirvana aumentou o volume e cuspiram com garra o seu caminho para o topo da pilha de lixo musical". Pouncey deu oito estrelas em dez possíveis como classificação.[40] Bleach foi considerado pela revista Rolling Stone como "um êxito moderado de colégio e do circuito underground."[42]

Antes de ser editado Nevermind, Bleach tinha vendido 40,000 unidades na América do Norte.[43] A reedição de 1992 teve um êxito maior nas tabelas, com Bleach a conseguir chegar à posição 89 no Billboard 200,[44] posição 33 no UK Albums Chart (Reino Unido),[45] numero 34 na Australian Recording Industry Association chart,[46] e numero 24 nas tabelas finlandesas.[47] O falecimento de Kurt Cobain em 1994 criou um ressurgimento da popularidade, com Bleach a entrar na tabela Top Pop Catalog na posição seis, na semana seguinte à sua morte,[48] e eventualmente conseguiu o primeiro lugar a 7 de Maio.[49] A versão de 2009 conseguiu o sétimo lugar na Billboard Catalog Albums.[50] Bleach foi certificado Platina pela Recording Industry Association of America em Fevereiro de 1995,[51] e vendeu cerca de 1.7 milhões de unidades nos Estados Unidos.[1] Também teve a certificação de Ouro pela Canadian Recording Industry Association.[52] É o álbum da Sub Pop mais vendido de sempre.[3]

Faixas[editar | editar código-fonte]

O álbum lançado em 1989 em vinil continha onze faixas. Já a versão em CD de 1992, continha as onze faixas da versão em vinil e mais duas canções, "Big Cheese" e "Downer".[36] A reedição de luxo de Bleach, lançada em 2009, contém uma gravação ao vivo de um concerto no Pine Street Theatre, em Portland, Oregon.[53]

Todas as faixas foram escritas e compostas por Kurt Cobain, exceto por "Love Buzz", que foi escrita e composta por Robbie van Leeuwen. Esta canção é uma cover da banda Shocking Blue.[54] A reedição de luxo apresenta, além de Love Buzz, outra canção cover. Esta canção é "Molly's Lips", do The Vaselines, composta por Eugene Kelly e Frances McKee. Outras canções que aparecem na reedição de luxo são "Dive" e "Been a Son", compostas por Cobain e Krist Novoselic, "Spank Thru" e "Sappy".[53]

Vinil de 1989
N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Blew"   Cobain 2:55
2. "Floyd the Barber"   Cobain 2:18
3. "About a Girl"   Cobain 2:48
4. "School"   Cobain 2:42
5. "Love Buzz"   van Leeuwen 3:35
6. "Paper Cuts"   Cobain 4:06
7. "Negative Creep"   Cobain 2:56
8. "Scoff"   Cobain 4:10
9. "Swap Meet"   Cobain 3:03
10. "Mr. Moustache"   Cobain 3:24
11. "Sifting"   Cobain 5:22

Créditos[editar | editar código-fonte]

O álbum contou com poucos profissionais trabalhando nele. O álbum apresentou o nome do vocalista e guitarrista Kurt Cobain por seu alter ego "Kurdt Kobain" (usado por Kurt em autógrafos e cartas) e o nome do baixista Krist Novoselic como "Chris Novoselic".[54] [55]

Nirvana[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

  • Jack Endino – engenheiro, produtor
  • Jane Higgins – execução
  • Tracy Marander – fotografia
  • Charles Peterson – fotografia
  • Lisa Orth – desenho
  • Robbie van Leeuwen – compositor de "Love Buzz"

Tabelas[editar | editar código-fonte]

Tabelas (1992) Posição
Australian Albums Chart[56] 34
Austrian Albums Chart[56] 26
Belgium Albums Chart (Wallonia)[56] 23
Finnish Albums Chart[47] 24
German Albums Chart[57] 24
Japanese Albums Chart[58] 46
New Zealand Albums Chart[59] 30
UK Albums Chart[60] 33
US Billboard 200[61] 89

Certificações[editar | editar código-fonte]

Região Certificação Vendas/remessas
Canadá (Music Canada)[62] Ouro 50,000
França (SNEP)[63] 2x Ouro 200,000
Poland (ZPAV)[64] Ouro 50,000
Reino Unido (BPI)[65] Platina 300,000
Estados Unidos (RIAA)[66] Platina 1,000,000

Histórico de lançamentos[editar | editar código-fonte]

Ano Tipo Editora Catálogo Ref.
1989 Compact Disc Sub Pop Records SP34B [36]
Cassette SP34A
LP SP34
1992 Compact Disc Geffen Records 24433
1995 1929
2005 LP Phantom Records TUPLP6
Compact Disc Warner Music Group 9878700342
2008 LP 7840034 [67]
2009 Sub Pop Records 70834
Compact Disc
Rhino Entertainment 5186561462 [68]

Referências

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  2. Nirvana Biography (em inglês) Amazon (2008). Visitado em 5 de março de 2011.
  3. a b Sub Pop Records: 1988-2008 (PDF) (em inglês) Sub Pop (2008). Visitado em 5 de março de 2011.
  4. Azerrad, 1994. p. 209
  5. Azerrad, 1994. p. 36
  6. Azerrad, 1994. p. 44–5
  7. Azerrad, 1994. p. 57
  8. Azerrad, 1994. p. 58
  9. Azerrad, 1994. p. 61–2
  10. Azerrad, 1994. p. 67–8
  11. Azerrad, 1994. p. 76–7
  12. Azerrad, 1994. p. 79
  13. a b Azerrad, 1994. p. 85–89
  14. a b c d e f g h Azerrad, 1994. p. 90–1
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  16. Azerrad, 1994. p. 92
  17. Azerrad, 1994. p. 102
  18. Fricke, David (13 de setembro de 2001). "Krist Novoselic". Rolling Stone
  19. a b c Sandford, 2004. p. 112
  20. Sandford, 2004. pp. 116–118
  21. Sandford, 2004. p. 135
  22. Crisafulli, p. 28–36
  23. a b Steinke, Darcey (Outubro de 1993). "Smashing Their Heads on That Punk Rock". Spin
  24. Azerrad, 1994. p. 97
  25. Azerrad, 1994. p. 99
  26. Azerrad, 1994. p. 100
  27. Cross, p. 105
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  30. a b Sandford, 2004. pp. 378–379
  31. Berkenstadt, Cross, 2003. p. 147
  32. Berkenstadt, Cross, 2003. p. 148
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  34. Bleach: Deluxe Edition - Nirvana Metacritic. Visitado em 9-4-2014.
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  39. Brannigan, Paul. "Nirvana – Bleach: Deluxe Edition (Rhino) KKK. Reissue of the grunge legends' ugly birth". Kerrang!
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Michael Azerrad. Come as You Are: The Story of Nirvana. Doubleday, 1993. ISBN 0-385-47199-8
  • Berkenstadt, Jim; Cross, Charles. Nevermind: Nirvana. Music Sales Group, 2003. ISBN 0-82567-286-4
  • Crisafulli, Chuck. Nirvana: The Stories Behind Every Song. Da Capo Press, 2006. ISBN 1560259477
  • Cross, Charles. Heavier Than Heaven: A Biography of Kurt Cobain. Hyperion, 2001. ISBN 0-7868-8402-9
  • Sandford, Christopher. Kurt Cobain. Da Capo Press, 2004. ISBN 0-78671-369-0
  • True, Everett. Nirvana – The True Story. Omnibus Press, 2006. ISBN 1-84449-640-6

Ligações externas[editar | editar código-fonte]