Escola da pluralidade

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O embate entre mobilismo e imobilismo (Heráclito X Parmênides) desafiou os filósofos posteriores aos Eleatas. Parmênides e seu discípulo Zenão, ambos da cidade de Eléia, usaram a lógica para confundir os defensores do mobilismo. Através do princípio de não contradição de Parmênides (o ser é, o não-ser não é) e dos paradoxos de Zenão sobre a impossibilidade do movimento, foi criado um impasse para explicar racionalmente toda mudança que ocorre na natureza. A conclusão dos filósofos de Eléia sobre a ocorrência do movimento era que este não passava de ilusão dos sentidos.

Como essa conclusão não era satisfatória, alguns filósofos tentaram dar uma explicação que desse conta tanto das observações sensíveis quanto das exigências lógicas dos eleatas. Esses pensadores propuseram a existência não só de um princípio (arché), mas vários. Daí o nome de pluralistas.

Anaxágoras (c. 500-428 a.C.) propôs que todas as coisas eram formadas de infinitos elementos iguais entre si (homeomerias).

Empédocles (c. 450 a.C.), por sua vez formulou a doutrina dos 4 elementos, supondo que os seres têm sua origem na combinação de terra, água, fogo e ar. Os elementos seriam agregados pelo amor (philia) e desagregados pelo ódio (neikos).

Demócrito (460-370 a.C) foi discípulo de Leucipo e aprofundou a doutrina do mestre propondo a existência de partículas indivisíveis (em grego: átomos) de que todas as coisas existentes são formadas. Demócrito fez com que o átomo correspondesse ao ser (imutável e eterno como queria Parmênides) e o vazio ao não-ser. É pelo vazio que os átomos poderiam mover-se, agregar-se e desagregar-se.