Itajubá

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Município de Itajubá
Itajuba-slideshow-01.jpg

Bandeira de Itajubá
Brasão de Itajubá
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 19 de março de 1819
Gentílico itajubense
Lema Revelemo-nos mais por atos que por palavras
Prefeito(a) Rodrigo Imar Martinez Riera (PMDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Itajubá
Localização de Itajubá em Minas Gerais
Itajubá está localizado em: Brasil
Itajubá
Localização de Itajubá no Brasil
22° 25' 33" S 45° 27' 10" O22° 25' 33" S 45° 27' 10" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Sul/Sudoeste de Minas IBGE/2008[1]
Microrregião Itajubá IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes São José do Alegre, Maria da Fé, Wenceslau Braz, Piranguçu, Piranguinho e Delfim Moreira
Distância até a capital 445 km
Características geográficas
Área 290,450 km² [2]
População 95 491 hab. Est. IBGE/2014[3]
Densidade 328,77 hab./km²
Altitude 845 m
Clima clima tropical de altitude Cwb
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,787 alto PNUD/2010[4]
PIB R$ 1,688,019 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 18,615 33 IBGE/2008[5]
Página oficial
Tapete de serragem nas ruas da cidade, no dia de Corpus Christi.
Ponte sobre o Rio Sapucaí, em Itajubá.
Rodovia BR-459, em Itajubá.

Itajubá é um município da microrregião de Itajubá, na Mesorregião do Sul e Sudoeste de Minas, no estado de Minas Gerais, no Brasil.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

O nome Itagybá, que na língua indígena significa, “Rio das pedras que do alto cai”, cascata, foi dado em alusão à cachoeira junto às minas de Miguel Garcia Velho, sugerido por seus companheiros de expedição. Por lamentável confusão com a palavra itajuba (com a tônica no – jú), muita gente acredita que Itajubá significa pedra amarela.

História[editar | editar código-fonte]

Primórdios[editar | editar código-fonte]

O povoamento de origem europeia da região de Itajubá começou em fins do século XVII, quando Borba Gato e outros bandeirantes descobriram ouro na região. O apetite dos bandeirantes por ouro, pedras preciosas e escravos índios levou à formação de diversos povoados no sul do atual estado de Minas Gerais. Entre os bandeirantes, estava Miguel Garcia Velho, fundador da primitiva Itajubá. Garcia Velho, durante a corrida às pedras preciosas, descobriu as Minas de Nossa Senhora da Soledade de Itagybá, hoje cidade e município de Delfim Moreira, núcleo inicial da atual cidade de Itajubá. O povoado chamou-se Soledade de Itajibá. Em 1703, nas imediações de Passa Quatro, Miguel seguiu pelos vales de Bocaina, afastando-se, pois, da rota já trilhada por outros exploradores, a qual ia dar no Rio Verde e em Baependi. Transpôs a Serra dos Marins e o Planalto do Capivari, no qual descobriu ouro em pequena quantidade. No Córrego Alegre e nas águas do Rio Tabuão, encontrou maiores indícios de ouro. Pretendia alcançar a Serra de Cubatão, mas a Mina do Itajibá foi a que mais o seduziu e onde permaneceu por mais tempo, dando início ao povoado.

Declínio do ouro[editar | editar código-fonte]

O garimpo nas minas de Itajibá foi efêmero. As catas e as gupiaras não compensavam o trabalho e não correspondiam à sede de riquezas de Miguel Garcia Velho e seus companheiros. Os bandeirantes se retiraram, e quem ficou no povoado tratou de se arranjar com a agricultura e a pecuária. Povo laborioso, mas de minguados recursos, o arraial em desfavorável localização, e a Soledade do Itajibá não prosperou. E a história da nova cidade de Itajubá começou na Soledade do Itajibá do sargento-mor Miguel Garcia Velho.

A freguesia de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá (atual cidade e município de Delfim Moreira), já nos meados do século XVIII, se encontrava sobremaneira abalada em seus recursos econômicos e sua vida social com a paralisação das atividades auríferas. Os aventureiros que, depois de Garcia Velho, lá estiveram, logo abandonaram aquelas minas. Os poucos habitantes do povoado, desde então, nem mais pensavam em ouro, que já não dava pão e comida a ninguém, de tão raro que ficou.

Padre Lourenço da Costa Moreira[editar | editar código-fonte]

Com a morte do pároco Padre Joaquim José Ferreira, ocorrida em princípios de 1817, o arraial de Nossa Senhora da Soledade do Itagybá (atual Delfim Moreira) só se daria mais de um ano depois com o novo vigário, padre Lourenço da Costa Moreira, através da nomeação real de Dom João VI.

O vigário vinha acompanhado de seus escravos, da senhora Dona Inês de Castro Silva, do Domiciano, menino de cinco anos, e de Delminda, de dois, os quais estavam sob os cuidados de zelosas mucamas de sua comitiva.

Dois meses depois de sua chegada à Freguesia de Nossa Senhora da Soledade do Itagybá (atual Delfim Moreira), o padre Lourenço da Costa Moreira, durante a missa conventual, usou a tribuna sagrada para expor aos seus paroquianos que a má localização da aldeia não era favorável ao desenvolvimento e, do púlpito, convidou seus paroquianos a descerem a serra, rumo ao Rio Sapucaí, à procura de um lugar aprazível e bom, no qual se pudesse construir a nova sede da Freguesia. Permaneceria ali a capela de Nossa Senhora da Soledade.

Fundação[editar | editar código-fonte]

Na noite de 17 de março de 1819, reuniu o vigário, na Igreja Matriz, todos os fiéis que o seguiriam. Na manhã do dia seguinte, após a missa, a caravana rumou para as bandas do Rio Sapucaí. Eram os pioneiros da nova matriz, que marchavam com a missão de fundar a "nova Itajubá". No dia seguinte, rumando todos para o alto do Morro Ibitira, o vigário se deslumbrou com o que viu. Não era preciso prosseguir a viagem. O local onde estavam lhe parecera excelente para a fundação do novo povoado e a sede da freguesia. Ali, em meio à clareira aberta pelos desbravadores, foi construído um altar e o cruzeiro onde o padre Lourenço da Costa Moreira celebrou a primeira missa. Foi nesse altar erguido exatamente onde hoje se encontra a matriz da paróquia de Nossa Senhora da Soledade, que nasceu, em 19 de março de 1819, a atual cidade de Itajubá. Inicialmente, esta foi denominada Povoado de Boa Vista.

Em 1848, o povoado passou a vila, com o nome de Boa Vista de Itajubá. A partir daí, foi criado o município. Em 1911, o município já se chamava simplesmente Itajubá. Antes mesmo da abolição da escravatura em 1888, todos os fazendeiros da região libertaram, de comum acordo, os escravos da região.

Itajubá é conhecida no cenário nacional por sua contribuição ao desenvolvimento do país. Nela se instalou em 23 de novembro de 1913 a Escola de Engenharia que hoje se tornou a Universidade Federal de Itajubá. Grandes nomes saíram de suas tradicionais famílias, ou dos bancos da hoje UNIFEI, para servir o pais, como o Presidente da República Wenceslau Braz Pereira Gomes, o Vice Presidente da República Aureliano Chaves de Mendonça, vários Deputados Estaduais e Federais, entre êles, o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, Theodomiro Santiago, Luiz Fernando de Azevedo, Euclides Cintra, Laudelino Augusto dos Santos, Ulysses Gomes e muitos outros. Vários são os ex-alunos da atual UNIFEI lembrados e também associados a Itajubá por várias razões, entre elas o sucesso profissional, a contribuição para o país ou envolvimento político.

Os irmãos Petit[editar | editar código-fonte]

Três moradores de Itajubá desapareceram na época do Regime militar no Brasil (1964–1985): os irmãos Lúcio Petit, Jaime Petit e Maria Lúcia Petit que lutaram na Guerrilha do Araguaia. O mais velho, Lúcio, saiu das fileiras do movimento estudantil universitário, tendo contribuído com o Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes e presidido o diretório acadêmico da Escola Federal de Engenharia de Itajubá. Jaime foi líder estudantil em Itajubá, sendo presidente da União Itajubense de Estudantes Secundaristas. Os três, integrantes do Partido Comunista do Brasil, desapareceram após confronto com forças militares, junto com diversos militantes desse movimento guerrilheiro. Atualmente, quem passar pela alameda que contorna a sede do Diretório Acadêmico da Escola Federal de Engenharia de Itajubá vai encontrar o Centro Cultural Jaime Petit, que leva esse nome sua homenagem. O nome dos três pode ser encontrado na lista de desaparecidos pelo regime militar brasileiro, no livro Brasil: Nunca Mais ou no Projeto ORVIL.

Maria Petit foi assassinada com tiro a queima roupa. Jaime Petit (nome do diretório acadêmico da Escola Federal de Engenharia de Itajubá) foi decapitado e sua cabeça colocada em uma mochila para o mercenário provar aos militares quem era. De Lúcio Petit, não se sabe ao certo, mas estima-se que tenha sido colocado num avião e, vivo, jogado ao mar.

Maria Lúcia Petit (Maria) - ex-professora primária, participou da guerrilha com os irmãos mais velhos. Morta em junho de 1972 numa emboscada, seus restos mortais foram identificados em 1996. Junto com Bergson Gurjão, são os dois únicos guerrilheiros mortos e identificados posteriormente. Foi enterrada em Bauru, São Paulo.

Jaime Petit - engenheiro e irmão mais velho da família Petit, foi morto em combate em dezembro de 1973. Decapitado, seu corpo nunca foi encontrado. É dado como desaparecido político.

Lúcio Petit (Beto) - engenheiro e irmão do meio da família guerrilheira Petit, foi preso durante a aniquilação final da guerrilha no começo de 1974. Visto pela última vez amarrado a bordo de um helicóptero do exército, é dado como desaparecido político.

Regilena da Silva Carvalho (Lena) - mulher de Jaime Petit, o mais velho da trinca de irmãos guerrilheiros, abandonou a guerrilha em 1972. Ferida, com os pés infeccionados e de muletas entregou-se aos pára-quedistas. Presa em Xambioá e transportada para Brasília, foi solta em dezembro de 1972, após mandar mensagem ao companheiros pedindo que se rendessem.

Lúcia Regina Martins (Lúcia) - ex-estudante de obstetrícia da Universidade de São Paulo, chegou ao Araguaia acompanhando o marido Lúcio Petit. Deixou a região para tratar de uma zoonose (Brucelose). Fugiu do hospital em dezembro de 1971, ainda antes da primeira ofensiva militar, voltando a São Paulo para viver com a família e recusando-se a voltar ao Araguaia. Só foi presa em 1974, quando a guerrilha já estava aniquilada. Foi acusada por Elza Monnerat de ter contado aos militares sobre a guerrilha, permitindo que ela fosse descoberta. Vive em Taubaté, em São Paulo.

O documentário "Quando só resta a memória: 40 anos de busca pelos irmãos Petit", lançado em 2013, conta a história dos irmãos.[6] [7]

Enchentes[editar | editar código-fonte]

A cidade de Itajubá já enfrentou diversas enchentes, nos anos de 1874, 1881, 1905, 1919, 1929, 1936, 1940, 1945, 1957, 1962, 1979, 1991 e em janeiro de 2000, sendo a última uma das mais severas.[8] Em 12 de janeiro de 2011, houve mais uma enchente na cidade.[9] Para auxiliar a população no monitoramento dos rios, a loja A Mineira disponibiliza em seu site imagens feitas com web cam do Rio Sapucaí, na Ponte P4, e do Ribeirão José Pereira, na Av. BPS, atualizadas periodicamente.[10]

Edifícios históricos[editar | editar código-fonte]

Distrito Industrial de Itajubá.

Há na cidade diversos prédios históricos, entre eles: A Casa Rosada, antiga residência do presidente da República, Wenceslau Brás; o quartel-sede do Quarto Batalhão de Engenharia e Combate, o edifício da Fundação Teodomiro Santiago, o prédio da antiga Estação Ferroviária, o prédio da Escola Estadual Coronel Carneiro Junior, o prédio da Agência Companhia Energética de Minas Gerais, o prédio da Santa Casa de Misericórdia de Itajubá, o prédio do Club Itajubense, o prédio da Câmara Municipal, o prédio do Grande Hotel de Itajubá, o Palacete Isaltino Faria (ao lado do Banco do Brasil), parte da construção da antiga Companhia Industrial Sul Mineira (Fábrica Codorna), o prédio do atual Banco Santander (Antigo Banco de Itajubá, no calçadão da cidade), a casa de máquinas da Pequena Central Hidrelétrica Luiz Dias, dentre outros.

Pequena Central Hidrelétrica Luiz Dias[editar | editar código-fonte]

A Pequena Central Hidrelétrica Luiz Dias localiza-se em Itajubá e foi inaugurada em 1914. Foi a segunda usina desse porte a ser instalada no sul do estado de Minas Gerais. A central pertenceu à Companhia Industrial Sul Mineira, à Companhia Industrial Força e Luz, à Companhia Sul Mineira de Eletricidade e atualmente é propriedade da Companhia Energética de Minas Gerais.[11]

Demografia[editar | editar código-fonte]

A população estimada do município em julho de 2014, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, era de 95 491 habitantes.[3] O índice de desenvolvimento humano do município está estimado em 0,815. Possui uma população predominantemente urbana, com 92 por cento dos habitantes vivendo em sua região urbana e oito por cento habitando a zona rural. Seus índices de crescimento vegetativo são baixos, ficando em torno de 1,3 por cento ao ano. Há uma grande população estudantil, principalmente em cursos de graduação e pós-graduação oferecidos pelas faculdades abrigadas na cidade. A cidade conta com muitas escolas profissionalizantes, possuindo, assim, muita mão de obra especializada.

Evolução populacional[editar | editar código-fonte]

  • 1991 - 75 014
  • 1996 - 79 569
  • 2000 - 84 135
  • 2007 - 86 673
  • 2009 - 90 225
  • 2010 - 90 679
  • 2011 - 91 158
  • 2013 - 94 940 (est)

Etnias[editar | editar código-fonte]

Branca 76,33%
Negra 4,77%
Parda 18,47%
Amarela 0,36%
Indígena 0,04%

Fonte:[12]


A população itajubense é majoritariamente branca, consequência da forte migração portuguesa e italiana entre os séculos XIX e XX. Na cidade também há grande presença de Sírios-libaneses, em um processo migratório mais recente.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Pedra Vermelha, localizada no bairro Anhumas.

Localizada às margens do Rio Sapucaí, na Serra da Mantiqueira. Estrategicamente posicionada entre duas das mais importantes rodovias do país, a Rodovia Fernão Dias (sessenta km) e Rodovia Presidente Dutra (65 km).

O município de Itajubá situa-se no sul de Minas Gerais. Faz divisa com os municípios de São José do Alegre, Maria da Fé, Wenceslau Braz, Piranguçu, Piranguinho e Delfim Moreira. Pertencente à bacia hidrográfica do rio Sapucaí, cuja nascente fica na cidade de Campos do Jordão. Encontra-se na latitude Sul - 22° 26’ e longitude Oeste - 45°27’.[13]

Status jurídico[editar | editar código-fonte]

É sede de comarca com quatro varas, sendo três de competência cível, uma de competência Criminal e da Infância e juventude, e uma Unidade jurisdicional do Juizado especial. Sua jurisdição se estende aos municípios de Delfim Moreira, Marmelópolis, Piranguçu e Wenceslau Braz.

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Entroncamento da Rodovia MG-350 com a Rodovia BR-459, em Itajubá.

A principal rodovia que corta o município é a BR-459, ligando Lorena a Poços de Caldas. É a ligação da rodovia Fernão Dias BR-381, que liga São Paulo a Belo Horizonte, com a Rodovia Presidente Dutra BR-116, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro.

Além desta rodovia, a MGC-383 liga o município ao Circuito das Águas, passando por Maria da Fé e Cristina.

A BR-383 liga o município a Campos do Jordão em São Paulo, passando por Piranguçu.

Finalmente a rodovia MG-350 liga o município de Itajubá ao Vale do Paraíba em São Paulo e Rio de Janeiro, passando por Delfim Moreira.

Índice de Desenvolvimento Humano[editar | editar código-fonte]

O município possui a parcela do Índice de Desenvolvimento Humano referente à longevidade com valor de 0,884, considerado muito alto. O de educação é 0,718 e o de renda, 0,767.[14]

Economia[editar | editar código-fonte]

O município de Itajubá é o um dos centros urbanos mais importantes da região, concentra e distribui bens e serviços para os municípios limítrofes. Dentre as instituições financeiras que se encontram no município se destacam: Banco do Brasil; Banco Itaú; Banco HSBC; Banco Mercantil do Brasil; Banco Santander; Bradesco e Caixa Econômica Federal.

Indústria[editar | editar código-fonte]

O município possui um dos maiores distritos industriais da região sul de Minas Gerais, com indústrias de grande e médio porte. Muitas encontram-se em fase de expansão e formação de novos postos de trabalho, empregando, hoje, entre 9 000 e 10 000 pessoas.

Transporte urbano[editar | editar código-fonte]

O município possui uma empresa que faz a ligação entre o movimentado centro da cidade e os demais bairros urbanos e rurais.

A Expresso Valônia Limitada cobra tarifa atual de R$ 2,90(urbana) e R$ 3,20(rural). A empresa conta com dezoito linhas para atender à população. Sua frota está adaptada para oferecer acessibilidade aos indivíduos portadores de necessidades especiais.[carece de fontes?]

Transporte rodoviário[editar | editar código-fonte]

  • Expresso Gardênia - Pouso Alegre, Pirassununga, Ribeirão Preto, Campinas, Jundiaí, Mogi Mirim, Itapira, Jacutinga, Inconfidentes, Ouro Fino, Borda da Mata, Belo Horizonte, Três Corações, Lavras, São Gonçalo do Sapucaí, Santa Rita do Sapucaí, Santa Bárbara (Capote), Cruz Vera, Paraisópolis, Gonçalves, Brasópolis, Estação Dias, São Bento do Sapucaí, Sapucaí Mirim, Santo Antônio do Pinhal, Pindamonhangaba, São José do Alegre, Paulino Paixão, Pedralva, Divisa, São Domingos, Barra Grande, Ribeiro, Carmo de Minas, São Lourenço, Maria da Fé, Cristina, Bairro Lambari, Pedrão, São João, Gerivá, Ano Bom, Piranguinho.
  • UTIL - União Transporte Interestadual de Luxo - Rio de Janeiro.
  • Viação Cometa - Rio de Janeiro, Poços de Caldas.
  • Viação Gontijo - Brasília.
  • Empresa de Ônibus Pássaro Marron - São Paulo (via Rodovia Presidente Dutra), São José dos Campos, Taubaté, Aparecida, Guaratinguetá, Lorena, Piquete, Barreira (bairro de Delfim Moreira).
  • Expresso São José - Delfim Moreira, Marmelópolis, Wenceslau Braz, Bairro São Bernardo, Ponte de Zinco,Ponte Santo Antônio,Biguá, Rio Claro, Barra e Mogiano.
  • Viação Santa Cruz - Santa Rita do Sapucaí, Pouso Alegre, Bragança Paulista, Atibaia, São Paulo (via Rodovia Fernão Dias), Santo André, São Bernardo do Campo.
  • Viação Natércia - Santa Bárbara, São José do Alegre, Paulino Paixão, Pedralva, Fagundes, Conceição das Pedras, Turvo, Natércia.
  • Viação Faria - Santa Bárbara, São José do Alegre, Paulino Paixão, Pedralva.
  • Empresa de Transportes Santa Terezinha - Santa Rita do Sapucaí, Pouso Alegre, São Gonçalo do Sapucaí, Careaçú, Campanha, Varginha.(Adiquirida pela Expresso Gardenia LTDA em meados de 2013, passando esta empresa a operar no lugar da Santa Terezinha)
  • Viação Ricotta - Bairro dos Melos, Piranguçu.

Agropecuária[editar | editar código-fonte]

O principal produto agrícola do município é a banana. Destacam-se, também, o cultivo do milho, a pecuária bovina e suína e, em menor escala, a cafeicultura.

Comércio[editar | editar código-fonte]

O comércio varejista do município é bem diversificado contando, atualmente, com mais de 400 estabelecimentos comerciais registrados na Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Itajubá. A Cidade conta com grandes redes de lojas como Casas Bahia, Lojas Cem, Casas Pernambucanas, Ponto frio, Magazine Luiza,Vera Cruz Florarte, Casa Joka, Lojas Edmil, Le Postiche, entre muitas outras. Com o crescimento do comércio na cidade, há um projeto na CDL - Camara de Dirigentes e Lojistas de reformar o centro comercial da cidade para aquecer o comércio de Itajubá.

Esporte e lazer[editar | editar código-fonte]

A cidade se destaca em várias modalidades esportivas. Com destaque merecido, o tênis de mesa é um dos principais esportes praticados na cidade. Fez e faz grandes campeões mineiros e nacionais. Também há grande destaque para o basquetebol masculino, o voleibol feminino, e o futsal masculino, que já conquistou, o cobiçado título da Taça EPTV de Futsal (Adulto) e é a atual campeã da Copa Alterosa e JIMI(1º e 2º fases),por mais de uma vez o título da Liga Sul Mineira de Futsal (Infantil e Juvenil) e também os Jogos da Juventude do Sudoeste de Minas e Jogos Infantis do Sudoeste de Minas (duas vezes) a equipe já contribuiu na formação de grandes cidadãos, mas também de um dos atletas da melhor equipe de futsal do país a Malwee de Jaraguá do Sulo Atleta Augusto César que disputa a Liga Nacional de Futsal.

Possui três grandes clubes de esporte e lazer, a seguir: Clube Itajubense, Country Club e Clube Dezesseis de Julho, da fábrica de Armas IMBEL.

Têm sede em Itajubá dois clubes de futebol: O Yuracan Futebol Clube, clube pelo qual teve em suas categorias o jogador brasileiro Diego Costa, naturalizado espanhol e que defende as cores da Espanha, e o Smart Club, ambos com estádio próprio.

Hoje, Itajubá se destaca também na atividade de escalada esportiva devido a qualidade e quantidade de rochas existentes na região. Muitos atletas locais estão se sobressaindo no cenário da escalada esportiva nacional devido ao incentivo de empresas especializadas no ramo.

Itajubá é berço do Hexa-Campeão Brasileiro de Motocross Massoud Nassar Neto, que tem no currículo participações em corridas representando o Brasil na Europa e nos Estados Unidos.

Itajubá também ganhará um parque doado pela Helibrás, onde terá um lago e um amplo espaço para a prática de esportes e lazer.

Educação e ciência[editar | editar código-fonte]

A cidade possui uma forte vocação na área de educacional, contanto com excelentes escolas de primeiro e segundo graus, e instituições universitárias de fama nacional.

Educação básica[editar | editar código-fonte]

Conta atualmente com dezessete escolas particulares, treze estaduais, 33 escolas municipais, entre ensino infantil e fundamental, e quatro de ensino técnico-profissionalizante. Está presente, também o CESEC (Centro de Estudos Supletivos de Educação Continuada "Padre Mário Penock").Também estão presentes escolas mantidas pelo SESI, SENAI, SENAC e Fundação Bradesco. Possui uma das menores taxas de analfabetismo em todo país, e devido ao grande número de pesquisadores pós-graduados, encontra-se entre os expoentes da pesquisa científica brasileira e mundial. Um exemplo disto é o Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), cuja sede encontra-se em Itajubá.

Em 2011 a Prefeitura implantou para o ensino infantil, o sistema apostilado, dando início ao projeto de melhorias no ensino público através da unificação do sistema, foi distribuído a todas as crianças do ensino infantil apostilas do sistema Positivo.

Educação superior[editar | editar código-fonte]

Itajubá é também reconhecida nacionalmente por ter um dos melhores sistemas de ensino universitário do país. Possui oito estabelecimentos de ensino superior: Universidade Federal de Itajubá, Faculdade de Medicina de Itajubá, Escola de Enfermagem Wenceslau Braz, Centro Universitário de Itajubá, Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas, Universidade Presidente Antônio Carlos, Universidade Norte do Paraná e Faculdade de Tecnologia Internacional.

AIESEC[editar | editar código-fonte]

O município conta desde 2005 com uma sede da AIESEC, uma plataforma internacional que trabalha com desenvolvimento de liderança e intercâmbio de estudantes.[15]

Cursinhos comunitários[editar | editar código-fonte]

A cidade possuí quatro cursos preparatórios para o vestibular gratuítos. O primeiro deles, o Pre-Vest.com, surgiu em 2001, após a enchente de 2000, e hoje oferece 40 vagas. Depois disso, vários outros surgiram. O Curso Assistencial Centro de Inteligência do Cruzeiro (Cacic) oferece 50 vagas, o Curso Assistencial Theodomiro Santiago (CATS) oferece 100 vagas e o Cursinho Assistencial Amigos de Itajubá (CAAI) oferece 50 vagas.[16]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Itajubá é vocacionada para todos os segmentos da cultura e das artes, promovendo festivais e exposições nas artes plásticas, cênicas, musicais, literárias e artesanato. Entre os festivais se destaca o FICA (Festival Itajubense de Cultura e Arte), realizado desde 2011 e que reúne cerca de 100 atrações em música, teatro e dança.[17]

Itajubá também é reconhecida pela velha tradição no culto ao folclore do Saci. O personagem, eternizado pelo escritor Monteiro Lobato, alimenta o imaginário da população local, principalmente os que moram na zona rural. O negrinho de uma perna só, com sua indefectível carapuça vermelha, estaria fazendo traquinagens em Itajubá. O Saci Pererê já tem seu dia instituído em Itajubá: o dia 2 de outubro é o Dia do Folclore do Saci.

Itajubá possui duas rádios AM (Rádio Universitária AM 1570 kHz e Rádio Itajubá), quatro Rádios FM (Rádio Jovem FM, Rádio Panorama, Rádio Max FM e Rádio Futura FM) e um sistema de comunicação pela Internet chamado "Itajubá na WEB" que possui TV, rádio, notícias e informações sobre o comércio. Conteúdo totalmente local e para todas as idades.

Artes[editar | editar código-fonte]

O município é considerado a capital mineira do canto coral, fato estimulado pela prefeitura municipal que implantou em toda sua rede municipal de ensino o projeto "Um Canto em Cada Canto", que institui um coral em cada escola municipal. Possui duas feiras de artesanato onde três associações de artesãos expõem seus trabalhos na praças Wenceslau Braz e Getúlio Vargas aos finais de semana.

Vista da cidade

Relevo[editar | editar código-fonte]

Sua altitude varia de 845 metros, na cota do Rio Sapucaí a 1 915 metros, na Pedra de Santa Rita. Apresenta um relevo predominantemente montanhoso, com superfície montanhosa de 78 por cento, ondulada de doze por cento e plana de dez por cento. O solo predominante é o latossolo vermelho-escuro distrófico.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Itajubá pertence à bacia do Rio Sapucaí. Além deste, possui outros rios de importância como: Rio Lourenço Velho, Ribeirão Anhumas, Ribeirão Zé Pereira, Ribeirão Piranguçu e Ribeirão Água Preta.

Clima[editar | editar código-fonte]

Situado nos limites meridionais do clima temperado, sob influência da elevada altitude da região, o clima de Itajubá é do tipo temperado, com oscilações bruscas de temperatura e predominância de ventos NE. Precipitação pluviométrica média é 1 409,5 milímetros ao ano, chegando ao maior nível nos meses de dezembro e janeiro. A temperatura média anual é de catorze graus centígrados, com máxima média anual de 21,3 graus centígrados e mínima média anual de 8,1 graus centígrados. Há registros que indicam queda de neve na cidade no século XX. É comum geadas nos meses mais frios.

Flora e fauna[editar | editar código-fonte]

É formada por vestígios de mata atlântica com espécies como: jatobá, angico, jacaré, peroba, ipê, carqueja, sete–sangrias e taiuiá.

Possui áreas de floresta subcaducifólia latifoliada tropical e de floresta subcaducifólia subtropical de araucária. Encontramos as seguintes espécies nesta vegetação: amoreira, canela, canjerana, cedro, guatambu, jatobá, jequitibá, maçaranduba, copaíba, peroba-rosa, sassafrás.

Há uma grande variedade da fauna silvestre. Algumas espécies de aves encontradas na região são: bem-te-vi, fogo-apagou, juriti, maritaca, pica-pauzinho, risadinha, rolinha, sabiá-amarelo, sanhaço, tiê-preto e o tucano. Há cobras como: a falsa-coral, cascavel, jararacuçu, sucuri e urutu. Também encontram-se mamíferos como: cachorro-do-mato, capivara, cutia, gambá, jaguatirica, lebre, lontra, macaco-prego, morcego-frutífero, ouriço, paca, rato-do-mato, suçuarana, veado-mateiro e o tatu.

Arqueologia[editar | editar código-fonte]

É registrada no Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico, com sítios arqueológicos pré-históricos e históricos. É aberta ao público a visitação dos seguintes sítios: Fazenda da Figueira (Rio Manso, ditrito de Lourenço Velho); Fazenda do Capitão Pimenta, avô do cientista Vital Brasil, localizada no Rio Manso; sítio arqueológico das Anhumas (Bairro Anhumas).

Teatros[editar | editar código-fonte]

Há na cidade alguns teatros e auditórios, são eles: Teatro Santa Cecília, onde recentemente foi aberto um cinema, o Cine Club Itajubá, já que na cidade, depois da extinção do Cine Presidente(Onde hoje está em funcionamento a Loja "Pernambucanas") a Cidade não tinha um cinema; Auditório Eurípedes de Oliveira Pamplona (Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas); Cineclube Diretório Acadêmico Universidade Federal de Itajubá e Teatro do Serviço Social da Indústria.

Entre os espaços culturais da cidade, destacamos: Espaço Técnico Cultural Luís Teixeira, Espaço Cultural Padre Mário Penock, Biblioteca Municipal Antônio Magalhães Lisboa, Centro Técnico Cultural Prof. Pedro Mendes dos Santos, Espaço Cultural Jõao Batista Brito e Anfiteatro Albert Sabin da Faculdade de Medicina de Itajubá.

Entre as peças de teatro, destaca-se o "Curso de Porte e Postura", uma peça do Grupo Três à Solta, que já está em cartaz há mais de quinze anos.[18]

Ecoturismo[editar | editar código-fonte]

Uma das principais vertentes do turismo itajubense é o ecoturismo. O município integra o circuito turístico dos Caminhos do Sul de Minas.[19]

Dentre as principais atrações turísticas, encontramos a Reserva Biológica da Serra dos Toledos (não é aberta a visitação, mas possui belas atrações naturais no seu entorno), o Horto Florestal Anhumas; a Fazenda Figueira, a Pedra Aguda, o sítio arqueológico das Anhumas. Na divisa com a cidade de Delfim Moreira, a 15 Km do centro de Itajubá, encontra-se também o Ninho da Águia®, que se destaca no contexto do Ecoturismo com suas cachoeiras, trilhas, corredeiras, vegetação nativa e estrutura de recepção ao turista composta por restaurante, lanchonete, portaria, banheiros, quiosques, dentre outros.

Cachoeiras[editar | editar código-fonte]

Na cidade, encontram-se diversas cachoeiras, como a da Serra dos Toledos; a Cachoeira da Estância; Cachoeira da Pedra Vermelha; Cachoeira Grande do bairro Lourenço Velho e Cachoeira da Peroba. A 15 Km do centro de Itajubá, na divisa com a cidade de Delfim Moreira, encontra-se também a Cachoeira Ninho da Águia.

Visitação[editar | editar código-fonte]

Capela de São Miguel Arcanjo - Comunidade Sol de Deus, Itajubá, Minas Gerais.
Casa de Retiros Davi - Comunidade Sol de Deus, Itajubá, Minas Gerais.

Há na cidade muitos casarões históricos, entre eles: A Casa Rosada, antiga residência do ex-presidente da república, Wenceslau Brás; o Edifício da Santa Casa de Misericórdia, o Edifício do Grande Hotel (um dos mais antigos), o Edifício da Fundação Teodomiro Santiago; o Palacete de Isaltino Faria (Antigo Gabinete do Prefeito), o Prédio da Câmara Municipal (Antigo Forum), a antiga Estação Ferroviária (Museu Wenceslau Braz). Também há a igreja Matriz de Nossa Senhora da Soledade, padroeira local e de arquitetura neoromântica; o Santuário de Nossa Senhora da Piedade que durante todo o ano recebe milhares de romeiros, Igreja Matriz de São José Operário e santuário de Nossa Senhora da Agonia, Igreja Matriz de São Benedito, Igreja de Nossa Senhora Aparecida (Vila Vicentina), a Capela de Nossa Senhora dos Remédios (Colégio das Irmãs) além de diversas outras igrejas e capelas urbanas e rurais.

Pode-se visitar, ainda, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus, que foi uma das pioneiras no processo de evangelização entre as igrejas protestantes no sul de Minas Gerais. Hoje, a Assembleia de Deus de Itajubá conta com mais de 70 congregações espalhadas por vários pontos da cidade e é uma instituição de credibilidade no município.

Santíssimo exposto na Capela da Divina Misericórdia - Comunidade Sol de Deus, Itajubá, Minas Gerais.

Um imprescindível local de visitação e peregrinação religiosa é a "Comunidade Sol de Deus", localizada no bairro Santa Rosa. Contem uma Capela dedicada à São Miguel Arcanjo, construída com toques de estilo romano e clássico; possui ainda a "Casa de Retiros Davi" que é sede para inúmeros retiros de Comunidades e Movimentos Religiosos da Igreja Católica; uma Capelinha dedicada à Divina Misericórdia, onde o Santíssimo fica exposto para adoração; dois pequenos Oratórios, dedicados à São Pio de Pietrelicina e Santa Faustina; e uma pequena Gruta natural na encosta da montanha, dedicada à Nossa Senhora Aparecida. Enfim, um local de natureza belíssima, cercado de montanhas, com um silêncio acolhedor, onde experimenta-se a presença de Deus e o convite à oração.

Gruta natural na Comunidade Sol de Deus, Itajubá, Minas Gerais.

Clubes[editar | editar código-fonte]

São encontrados na cidade diversos clubes esportivos. Podemos destacar: Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), Clube XVI de Julho (IMBEL), Clube dos Trabalhadores, Clube Itajubense (sede urbana e sede campestre), (CRESPI)Clube Recreativo Esportivo dos Servidores Públicos de Itajubá, Itajubá Country Club, Itajubá Tenis Clube, Smart Futebol Clube e Yuracán Futebol Clube. Possui três clubes futebolísticos, dois deles participantes do campeonato mineiro. Há também o Clube Montês Itajubense, entidade criada em 2003 para organizar e difundir as atividades e esportes praticados em Montanha, zelando pela preservação do meio ambiente e gerando renda através do ecoturismo a propriedades rurais desacreditadas com as culturas tradicionais de subsistência.

Ginásios e estádios[editar | editar código-fonte]

A cidade possui oito ginásios poliesportivos e três estádios de futebol. Há um ginásio de escalada esportiva no bairro da Boa Vista, um dos mais completos do país. Também é uma boa opção de lazer o Parque Anhumas.

Hino[editar | editar código-fonte]

O hino oficial do município foi instituído em 1985, a letra é de Gildes Bezerra e a música de Luís Celso de Carvalho.

A primeira gravação utilizada do Hino de Itajubá foi executada pelo tecladista Assis Rennó e interpretada pela cantora Cristiane no ano de 1997. A gravação, realizada no Estúdio Zama em Itajubá, foi uma busca dos artistas itajubenses em memorizar e difundir o material em escolas. Assis Rennó, falecido em 2009, deixa essa lembrança para todo o povo itajubense.

Personalidades[editar | editar código-fonte]

Itajubá é cidade do ex-presidente Wenceslau Brás, do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, da ex-diretora do Banco Central do Brasil Tereza Grossi, do político Ulysses Gomes de Oliveira Neto, do poeta José Armelim Bernardo Guimarães e do violeiro Ivan Vilela.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 de dezembro de 2010.
  3. a b Estimativas da população residente nos municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2014 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (28 de agosto de 2014). Visitado em 28 de agosto de 2014.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 21 de setembro de 2013.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 de dezembro de 2010.
  6. História dos irmãos Petit vira documentário Itajubá Notícias (20/11/2013). Visitado em 31 de março de 2014.
  7. Quando só resta a memória: 40 anos de busca pelos irmãos Petit. Adélia Oliveira e Elaine Romão. Projeto Experimental de Conclusão de curso em Jornalismo pela Univás, dezembro de 2013 (20 minutos).
  8. SIMGE - Histórico das Enchentes.
  9. EPTV - Enchente quase encobre carro na Avenida BPS; veja fotos.
  10. Monitoramento via web cam do Rio Sapucaí e do Ribeirão José Pereira.
  11. Usina Luiz Dias - 95 Anos de História e Desenvolvimento. Visitado em 22 de setembro de 2012.
  12. [http:http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/listabl.asp?c=3175&z=cd&o=7]
  13. Itajubá, Brazil (em inglês). Visitado em 6 de abril de 2014.
  14. Ranking do IDH dos Municípios do Brasil 2013 (pdf) Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Visitado em 10 de agosto de 2013.
  15. AIESEC em Itajubá. Visitado em 28 de março de 2012.
  16. http://www.osuldeminas.com/osuldeminas/Pagina.do;jsessionid=1xvtuymn1pabs?idSecao=28&idNoticia=1020 Cidade oferece mais de 200 vagas gratuitas para quem quer se preparar para o vestibular
  17. Terceiro Festival Itajubense de Cultura e Arte Universidade Federal de Itajubá. Visitado em 20 de agosto de 2013.
  18. Teatro: Curso de Porte e Postura garante diversão em Itajubá (6 de maio de 2010). Visitado em 24 de março de 2011.
  19. Listagem dos Circuitos Turísticos 27 pp. Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais. Visitado em 18 de novembro de 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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