Magno I da Suécia

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Túmulo de Magno Nilsson da Dinamarca.

Magno Nilsson, ou Magno, o Forte (11064 de Junho de 1134, na Batalha de Fotevik) foi um príncipe dinamarquês e governante escandinavo que reinou entre 1125 e 1130 nas terras do sul da Suécia.

Magno era filho de Nicolau I da Dinamarca e de Margarida Fredkulla, a filha mais velha de Ingo I da Suécia.

Magno casou-se com Rikissa da Polónia (12 de Abril de 11161155), filha de Boleslau III da Polónia.

Como era o neto mais velho de Ingo I da Suécia, ele reclamou o trono da Suécia quando seu primo Ingo II da Suécia morreu, em 1125. Os gautigodos o elegeram rei, mas os suiões vetaram-no (de acordo com a lei de Västgötalagen, os suiões tinham o direito de eleger e depor um rei). Magno não é mencionado na lei de Västergötland e, em 1130, foi expulso da Suécia por Sverker I da Suécia.

Magno tomou parte nas lutas civis dinamarquesas, tentando ajudar seu pai, o rei Nicolau, a se estabelecer como rei daquela região, para que ele mesmo pudesse ser o herdeiro e futuro rei. Porém, Magno morreu na batalha de Fotevik, em Escânia, em 1134. Seu pai foi derrotado na batalha e morreu no mesmo ano.

A viúva de Magno, Rissika, retornou ao oeste, onde se casou com Valadar de Miensk, um governante da Dinastia Rurik de origem viking. Rissika voltou para a Suécia, onde se casou pela terceira vez com Sverker I, o rival vencedor de Magno.

O filho de Magno, Canuto V da Dinamarca, contestou o trono dinamarquês com seu primo, Sueno III.

Sua descendência legítima foi extinta com o assassinato de Canuto V, em 1157. O filho ilegítimo de Canuto, Valdemar (arcebispo de Brema e de Schleswig), que foi o último descendente de Magno, morreu em 1236.