Anundo Jacó da Suécia
| Anundo Jacó | |
|---|---|
| Rei da Suécia | |
| Moeda representando Anund Jakob | |
| Governo | |
| Reinado | 1000 - 1050 |
| Antecessor | Olof Skötkonung |
| Sucessor | Edmundo I |
| Casa Real | Casa de Munsö |
| Vida | |
| Pai | Olof Skötkonung |
| Mãe | Estrid de Mecklenburg |
Anundo Jacó (1008? — 1050) (em sueco Anund Jakob, também grafado Anund Jacob , conhecido no seu tempo como Emund Kolbränna), foi rei da Suécia entre 1022 e 1050.
Provavelmente nascido com o nome Jakob, aquando da sua eleição pelo conselho sueco da altura (o Ting) como co-governante da Suécia, o povo levantou objecções ao seu nome não-escandinavo. Assim, ganhou o primeiro nome Anund, dado a governantes cujos nomes eram difíceis de pronunciar.
O cognome Kolbränna ("o queimador de carvão") deverá ter existido devido ao seu hábito de assassinar adversários queimando-os vivos nas suas habitações. Este cognome aparece numa antiga lista de monarcas no texto provincial de direito Västgötalagen.
Anund Jacó tinha como objectivo político manter o equilíbrio de poder na Escandinávia. Assim, ele apoiou os reis noruegueses Olaf II e Magnus I contra o rei dinamarquês Canuto, o Grande, durante os anos 1020 e 30 do século XI. Anund e Olaf foram derrotados por Canuto na batalha de Helgeå, tendo este consequentemente dominado a zona em redor do lago Mälaren. Esta zona, que compreende a actual capital da Suécia, Estocolmo, era estrategicamente importante, e Canuto mandou cunhar a sua moeda numa das principais cidades da zona, Sigtuna.
Quando Magnus I se tornou rei da Noruega e Dinamarca em 1042, Anund Jacó apoiou-o até à morte de Magnus, em 1047.
| Precedido por Olavo I |
Reis da Suécia 1022-1050 |
Sucedido por Emundo I |