Política do poder

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A política do poder ou Machtpolitik (vindo da Língua alemã), é um Estado que nas relações internacionais é soberano para proteger seus próprios interesses, ameaçando uns aos outros com políticas de agressão militar, econômica e inclusive de políticos. O termo foi o título de um livro de Martin Wight em 1979 que o The Times Literary Supplement listou como o 18º livro mais influente desde a Segunda Guerra Mundial.[1]

A política do poder é essencialmente uma forma de compreender o mundo das relações internacionais: os países competem por recursos do mundo e a vantagem de uma nação é manifestamente capaz de prejudicar os outros. Prioriza o interesse nacional sobre o interesse de outras nações ou comunidade internacional.

As técnicas da política do poder podem incluir, mas não estão limitados ao conspícuo do desenvolvimento nuclear, do ataque preventivo, da chantagem, a aglomeração de bases militares em uma fronteira, a imposição de tarifas ou sanções, hard e soft power, operações encobertas, "guerras de mentira" e guerra.

Notas[editar | editar código-fonte]

  • Hans J. Morgenthau, Scientific Man vs. Power Politics. Chicago: The University of Chicago Press, 1946.
  • Hans J. Morgenthau, Politics Among Nations: The Struggle for Power and Peace. New York NY: Alfred A. Knopf, 1948.
  • Hans Köchler, "The United Nations Organization and Global Power Politics: The Antagonism between Power and Law and the Future of World Order," in: Chinese Journal of International Law, Vol. 5, No. 2 (2006), pp. 323–340. ABSTRACT
  • John Mearsheimer, The Tragedy of Great Power Politics. New York: W.W. Norton & Company, 2001.

Referências

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