Solipsismo

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Solipsismo (do latim "solu-, «só» +ipse, «mesmo» +-ismo".) é a concepção filosófica de que, além de nós, só existem as nossas experiências. O solipsismo é a consequência extrema de se acreditar que o conhecimento deve estar fundado em estados de experiência interiores e pessoais, não se conseguindo estabelecer uma relação direta entre esses estados e o conhecimento objetivo de algo para além deles. O "solipsismo do momento presente" estende este ceticismo aos nossos próprios estados passados, de tal modo que tudo o que resta é o eu presente.

A neoescolástica define solipsismo uma forma de idealismo, que incorreria no egoísmo pragmático, que insurge pós proposição cartesiana "cogito, ergo sum"; solipsismo é atribuída por Max Stirner como uma reação contra Hegel e sua acentuação do universal; o solipsismo somente tem por certo, inconteste, o ato de pensar e o próprio eu. 1 Assim, tudo o mais pode ser contestado ou posto em dúvida.

Tópicos Relacionados[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • BLACKBURN, Simon. Dicionário Oxford de Filosofia, Jorge Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1997. (p. 367)

Referências

  1. Josef Santeler e outros; Dicionário de Filosofia, Editora Helder, SP, 1969, pág 391