ASP World Tour

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O ASP World Tour (Circuito Mundial de Surfe) é uma liga profissional de surfe. É organizada pela Association of Surfing Professionals.

História[editar | editar código-fonte]

WCT significa "World Championship Tour", mas também é chamado de "Circuito Mundial" ou "Divisão de Elite Mundial". Ele começou em 1992, quando a ASP (Associação dos Surfistas Profissionais) decidiu dividir o Circuito Mundial em duas divisões (WCT/WQS). O australiano Peter Townsend foi o primeiro a vencer um Círcuito Mundial, quando este já era unificado, em 1976.

Organização[editar | editar código-fonte]

No WCT competem apenas os 45 melhores surfistas do mundo, seguindo este critério de classificação:

  • Os 22 primeiros colocados no ranking ao fim da temporada asseguram a permanência para o ano seguinte.
  • Três surfistas recebem os “wild card”, ou seja, convites, por terem se machucado e, com isso, terem ficado de fora de algumas etapas.
  • Dez surfistas se classificam através do ranking do circuito acesso, o WQS.

Faz alguns anos, foi criada a "Etapa Móvel", em que um ex-militar francês viaja o Mundo todo em busca de ondas perfeitas; a que ele selecionar, irá ser uma atração do WCT, mas só em uma Temporada. Para 2007 foi escolhida Arica, no Chile.

Campeões do WCT (World Championship Tour)[editar | editar código-fonte]

Campeões do WQS (World Qualification Series) - Divisão de acesso[editar | editar código-fonte]

Campeões do WJC (World Junior Championship)[editar | editar código-fonte]

Campeões do WLT (World Longboard Tour)[editar | editar código-fonte]

WCT no Brasil[editar | editar código-fonte]

A história do WCT no Brasil conta com nomes como Fábio Gouveia, Teco Padaratz, Guilherme Herdy, Renan Rocha, Jihad Khorder e outos, que foram os primeiros a brilharem no mundial, abrindo portas para nomes como Neco Padaratz, Peterson Rosa e Victor Ribas, que, em 1999, terminou o WCT na terceira posição, a segunda melhor colocação de um brasileiro na história, atrás apenas do atual campeão Gabriel Medina. O Brasil entrou no calendário mundial do surf em 1986, e o primeiro vencedor de uma etapa no Brasil foi o australiano Dave Macaulay, na Praia da Joaquina, em Florianópolis, Santa Catarina. A primeira vitória verde-amarela em uma etapa brasileira veio em 1990, com Fábio Gouveia, na Praia de Pitangueiras, no Guarujá, São Paulo. Teco Padaratz conquistou a segunda vitória para o Brasil em casa, em 1991, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que se tornou a sede no ano anterior. Em 1998, já com o Circuito Mundial dividido em divisão de elite (WCT) e de acesso (WQS), foi a vez de Peterson Rosa erguer a taça da etapa. A Barra da Tijuca, no Rio, foi a sede da etapa durante 12 temporadas e suas ondas deram três títulos mundiais: a Kelly Slater, em 1992, a Mark Occhilupo, em 1999, e a Sunny Garcia, em 2000. A etapa saiu da capital carioca em 2002 e foi para a Praia de Itaúna, conhecida como o “Maracanã do surfe”. Mas, lá, ficou apenas uma temporada. No ano seguinte, Teco Padaratz comprou os direitos da etapa e a levou para sua terra, Santa Catarina. Nos três primeiros anos, o palco principal era na Praia da Joaquina. Deste, foi transferido para a Praia da Vila, em Imbituba, que nos três anos salvou o campeonato, já que as ondas na capital catarinense decepcionaram. Em 2011, a etapa do WCT no Brasil voltou a ser exibida no Rio de Janeiro, tendo como sede novamente, depois de um decénio, a Barra da Tijuca. Em 2014 mais um brasileiro assumiu o primeiro lugar da competição. Desta vez Gabriel Medina e na Austrália, que derrotou o surfista local Joel Parkinson.

Vencedores da etapa brasileira

Circuito mundial de 2014[editar | editar código-fonte]

O tour masculino do circuito mundial contou com 11 etapas vencidas por 6 competidores diferentes. Na última etapa em Pipeline, no Havaí, Gabriel Medina conquistou o título inédito para o Brasil, superando o australiano Mick Fanning que ficou em 2º no campeonato e John John Florence, do Havaí que ficou com o terceiro lugar[2] .

Entre as mulheres disputa seguiu até a última etapa, em Maui no Hawaii. Stephanie Gilmore da Austrália ficou com o título, seguido por sua compatriota Tyler Wright e pela havaiana Carissa Moore. O tour feminino contou com dez etapas e foi de fevereiro a dezembro. [3]

Notas[editar | editar código-fonte]

  • ↑i No surf, o Havaí é considerado uma nação à parte pela Associação dos Surfistas Profissionais [4]

Referências

  1. ASP World Tour
  2. FOLHAPRESS. Rival é eliminado e Gabriel Medina vence título do Mundial de surfe. O Tempo. Disponível em <http://www.otempo.com.br/superfc/rival-%C3%A9-eliminado-e-gabriel-medina-vence-t%C3%ADtulo-do-mundial-de-surfe-1.963988>. Acesso em dezembro de 2014
  3. http://www.worldsurfleague.com/events/2015/
  4. Medina é o primeiro campeão mundial sem ter o inglês como idioma oficial Folha de S Paulo. Visitado em 20/12/2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]