Peniche

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Peniche
[[Imagem:|130px|alt=Brasão de Peniche|Brasão de Peniche]] Bandeira de Peniche
Brasão Bandeira
Igreja de São Pedro (Peniche).jpg
Igreja de São Pedro (Peniche)
Localização de Peniche
Gentílico Penicheiro, Penichense
Área 77,55 km2
População 27 753 hab. (2011)
Densidade populacional 357,87 hab./km2
N.º de freguesias 4
Presidente da
Câmara Municipal
António Correia (PCP-PEV)
Fundação do município
(ou foral)
1609
Região (NUTS II) Centro
Sub-região (NUTS III) Oeste
Distrito Leiria
Antiga província Estremadura
Orago São Pedro
Feriado municipal Segunda-feira após o
primeiro Domingo de
Agosto - Nª Srª da Boa Viagem
Código postal 2520 Peniche
Sítio oficial www.cm-peniche.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

Peniche é uma cidade portuguesa da sub-região do Oeste, região Centro, com 14 749 habitantes (2012).[1] É sede de um pequeno município com 77,55 km² de área[2] e 27 753 habitantes (2011),[3] [4] subdividido em 4 freguesias.[5] O município é limitado a leste pelo de Óbidos, a sul pelo da Lourinhã e, a oeste e norte, pelo Oceano Atlântico.

A povoação foi elevada a vila em 1609 e a cidade a 1 de Fevereiro de 1988.

Implantação[editar | editar código-fonte]

Peniche, a cidade mais ocidental da Europa Continental, está implantada numa península (primitivamente uma ilha), com cerca de dez quilómetros de perímetro, criada por um tômbolo. O tômbolo da península de Peniche formou-se lentamente durante o século XVII. Essa língua de areia, na costa oriental da ilha, era invadida pelo mar durante a maré cheia e ficava a descoberto durante a maré vazia.

Vila «de grande população e de muito negócio», Peniche tornava-se por isso ilha na preia-mar e península na baixa-mar. Esse facto é comprovado por uma gravura de 1634 de Pedro Teixeira Albernaz. [6] [7] [8] Além dos espaços urbanos, destaca-se ainda nesta gravura o porto de abrigo, adjacente à actual Avenida do Mar [9] e as salinas, situadas a nordeste, no areal da praia da Gamboa (“Baya da Camboa” na gravura), que «carregam o sal em grande quantidade», bem essencial para a salga de pescado. [10] Por efeito do crescente assoreamento do tômbolo pelas areias, Peniche será definitivamente península a partir do século XVIII, embora o alagamento do chamado Fosso da Muralha durante a maré alta permitisse a navegação de pequenas embarcações entre norte e sul através do istmo.

O povoado foi construído numa área rochosa considerada por cientistas como única a nível mundial enquanto exemplo da transição do período Triássico, aquando da extinção do Jurássico Inferior[11] . Essa área engloba a orla costeira desde a Papôa[12] ao Cabo Carvoeiro. Essa particularidade marca inequivocamente a grande importância do património geológico de Peniche.[13] [14] [15] [16] [17]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Peniche tem praias extensas a norte e a sul da península. A praia norte prolonga-se, ultrapassando o Baleal, a uns três quilómetros, numa extensão de cerca de nove quilómetros até à Foz do Arelho.

O ponto mais ocidental da Península de Peniche é o Cabo Carvoeiro. [18]

A oeste do Cabo Carvoeiro, para lá das seis milhas, situa-se o arquipélago das Berlengas. Este arquipélago é hoje uma reserva natural onde se encontram espécies raras de flora, aves e peixes.

História[editar | editar código-fonte]

O concelho de Peniche possui uma longa e rica História. Foi sucessivamente ocupado por populações que, ontem como hoje, fizeram da pesca e da agricultura as suas principais atividades económicas. A sua especificidade geomorfológica, insular/peninsular, parece ter moldado e condicionado, de um ponto de vista sócio-económico e cultural, as populações que ao longo dos tempos ocuparam este território[19] [20] .

Peniche e o seu concelho são palco de importantes acontecimentos históricos de índole nacional e internacional. Perante frequentes assaltos de piratas e ocupações de potências estrangeiras, foi terra defendida por uma construção fortificada, a Praça-forte de Peniche, mandada edificar pelo rei D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV. Tendo sido praça militar em 1897 e bastião estratégico na defesa da península no século XIX [21] [22] [23] [24] [25] [26] [27] [28] [29] [30] [31] , abrigou refugiados da Guerra dos Boers nos primeiros anos do século XX e prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Grande Guerra. Tornar-se-ia célebre como prisão política durante o regime fascista de Salazar, entre 1934 e 1974, ano da Revolução dos Cravos. Recolheu ainda famílias de retornados das ex-colónias portuguesas de África. Quando estes se integraram na sociedade metropolitana, o forte tornou-se museu local, o Museu Municipal de Peniche. [32] [33] [34] [35] [36]

Arqueologia[editar | editar código-fonte]

O munícipio de Peniche e a faixa marítima adjacente têm sido objeto, desde os finais do século XIX e em particular nos últimos anos do século XX e na década seguinte, de inúmeros projetos de investigação no campo da arqueologia, com trabalhos em que se tem lentamente reconstituído a sua história e a das suas gentes.

Pré-história

A Furninha (Gruta da Furninha - wikimapia) revela vestígios de presença humana desde a época do Homem-de-neandertal. É o sítio neandertal mais ocidental da Europa e do mundo. Pela sua história e características, a gruta da Furninha é património de considerável importância.[37] [38] [39]

Colonização fenícia e romana

A arqueologia mais recente, envolvendo o período de colonização fenícia[40] e romana[41] , dá-nos a conhecer ainda o retrato de um território que detinha uma posição de charneira no contexto de uma navegação comercial inter-regional e que acolhia, nos seus fundeadouros e estruturas portuárias, embarcações de grande tonelagem, como parece comprovado pela descoberta no mar da Berlenga de vários cepos de âncora em chumbo, entre os quais dois com cerca de 2,55 e 2,63 m., com o peso de 423 e 422 kg. respetivamente. Um deles continha pequenos fragmentos da alma (haste) de madeira [42] cuja datação por radiocarbono indica ter origem entre os finais do século V e o início do século IV a.C.. Este facto permite-nos admitir a hipótese de «que este cepo pré-romano seja o mais antigo cepo de âncora conhecido de toda a Antiguidade podendo mesmo fazer recuar a data em que se pensava ter ocorrido a generalização do uso de cepos em chumbo no Mediterrâneo». [43]

Estes navios transportavam ânforas com vinho andaluz ou conservas de peixe lusitanas. A integração deste território nesta rede comercial de longo alcance terá favorecido a implantação de uma unidade fabril produtora de preparados piscícolas de garum, apoiada por um precoce complexo oleiro, situado no Morraçal da Ajuda[44] , onde se fabricavam ânforas destinadas ao transporte da sua produção conserveira, realidade que perpetua a memória de uma atividade piscatória e industrial que ainda hoje, cerca de dois milénios depois, continua a pautar a vivência económica e social da gentes de Peniche.

Geologia e Paleontologia

À importância das formações geológicas da península, juntam-se jazidas fósseis de características únicas e de não menor relevância. Concentram-se as mais importantes na costa norte, numa arriba argilosa situada entre o ilhéu da Papôa[45] , de origem vulcânica, e os rochedos calcários a sul, com inclusão do Cabo Carvoeiro. Existem nessa zona vestígios em grande número de animais marinhos de corpo mole em estado excepcional de preservação, não só do Jurássico como do Cambriano, que aí viveram há mais de 540 milhões de anos.[46]

Etnografia e antropologia cultural[editar | editar código-fonte]

Neste território estremadurense, a Natureza parece ter moldado uma vivência marcada pela dicotomia entre a atividade marítima e piscatória na península de Peniche, associada à exploração, transformação e comercialização dos recursos marinhos, e um mundo eminentemente agrícola, no interior do concelho, onde predomina o amanho da terra, que outras vivências criou. Assim, na etnografia local pontificam por um lado tradições, usos e costumes associados à faina da pesca e indústrias adjacentes e, por outro, ao cultivo dos campos e à produção de rendas de bilros. A memória de naufrágios, a arreigada religiosidade das gentes do mar e a típica gastronomia constituem importantes traços de um povo que projeta em gerações vindouras a herança de um longo passado coletivo. Percorrer o concelho de Peniche é pois embarcar numa peculiar viagem pela História, com abundantes testemunhos nas áreas da antropologia cultural e da antropologia visual.

Economia[editar | editar código-fonte]

Em 2009, segundo dados do INE, o poder de compra, per capita, no concelho de Peniche esteve 13,92% abaixo da média nacional e representou 0,232% do poder de compra português. Só não é mais baixo, segundo o mesmo estudo, devido a fluxos populacionais induzidos pela atividade turística associados à dinâmica comercial (Fator Dinamismo Relativo é positivo: 0,215).[47] . Durante muitos anos, a principal actividade económica deste concelho foi a pesca [48] [49] [50] , hoje em declínio. O Porto de Peniche, que se encontra situado na costa sul da península, é apesar de tudo um dos principais portos de pesca portugueses.

A vida dos trabalhadores do mar era aqui marcada por privações dramáticas que subsistiram até à segunda década do século passado, quando as embarcações à vela foram substituídas por traineiras equipadas primitivamente com motores a petróleo e depois a gasóleo. [51] Esse progresso seria um contributo decisivo para melhorar as condições de vida das gentes da terra, tanto as dos marítimos como as de uma pequena burguesia vivendo de serviços e do comércio a retalho. O progresso tecnológico beneficiou sobretudo um grupo restrito de armadores perspicazes que ousaram investir. Entre altos e baixos, os trabalhadores do mar sofreram as agruras de uma classe desfavorecida [52] , enquanto a construção naval evoluía com técnicas distintivas que de algum modo prevalecem. [53]

Com a redução da actividade pesqueira, o turismo é tido hoje como essencial para o desenvolvimento económico da cidade e do concelho de Peniche. Para isto contribui a realização anual, desde 2009, de uma das dez etapas do Circuito Mundial de Surf. Segundo um estudo realizado pelo Grupo de Investigação em Turismo (GITUR) do Instituto Politécnico de Leiria[54] , a edição de 2012 do Rip Curl Pro Portugal[55] gerou um lucro de 7,9 milhões de euros, um impacto fiscal de 926 529 euros e um retorno mediático de 18 milhões de euros (quase mais 10 milhões do que em 2009)[56] . O facto de ser uma das duas provas realizadas em solo europeu, juntamente com o Quicksilver Pro France, faz com que cerca de 1/3 dos 130 mil espectadores sejam estrangeiros, provenientes maioritariamente de Espanha, Reino Unido, Alemanha e França[57] . De 2009 a 2012, o evento já teve um impacto económico acumulado de 26 milhões de euros.[58]

Desporto[editar | editar código-fonte]

A cidade de Peniche é conhecida internacionalmente pelas condições excepcionais que possui para a prática de desportos náuticos tais como Surf, Bodyboard ou o mergulho.

A praia dos Supertubos (médão grande), palco de inúmeros eventos internacionais relacionados com estas modalidades, é um ex-libris para surfistas de todo o mundo. As suas condições naturais criam ondas perfeitas para essas práticas, independentemente da direcção das ondas e ventos. Outras praias do concelho são, também elas, excelentes para os amantes destas modalidades.

É a praia dos Supertubos palco de uma das mais importantes provas internacionais de surf, recebendo uma das etapas do ASP Tour. Peniche recebeu a primeira etapa em 2009, o Rip Curl Pro Peniche, tendo continuado o feito já por seis anos consecutivos.

Peniche tem ainda uma equipa de futebol, o Grupo Desportivo Peniche e um estádio (Estádio do Grupo Desportivo de Peniche).

Pertencente à Paróquia de Peniche, existe o Clube Stella Maris de Peniche que disponibiliza à população inúmeras modalidades. Este clube atua no Pavilhão Polivalente.

O Peniche Amigos Clube, é também conhecido pelas suas equipas de Triatlo e Futsal, tendo como sede o Pavilhão da Escola D. Luís de Ataíde.

População[editar | editar código-fonte]

Número de habitantes [59]
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
6 324 6 775 7 668 8 199 9 692 12 565 16 019 18 009 21 203 22 200 21 202 25 627 25 880 27 315 27 753

(Obs.: Número de habitantes "residentes", ou seja, que tinham a residência oficial neste concelho à data em que os censos se realizaram.)

Número de habitantes por Grupo Etário [60]
1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
0-14 Anos 2 859 3 506 4 643 5 761 6 373 6 588 6 664 6 010 6 613 5 419 4 331 4 119
15-24 Anos 1 374 1 729 2 327 3 152 3 201 4 112 3 806 3 675 4 217 4 120 4 056 2 867
25-64 Anos 3 373 3 994 5 007 6 594 7 605 9 167 10 289 10 000 12 193 13 075 14 373 15 065
= ou > 65 Anos 575 571 578 700 862 1 176 1 441 1 870 2 604 3 266 4 555 5 702
> Id. desconh 21 14 36 30 39

(Obs: De 1900 a 1950 os dados referem-se à população "de facto", ou seja, que estava presente no concelho à data em que os censos se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente)

Política[editar | editar código-fonte]

Resultados das eleições autárquicas[editar | editar código-fonte]

Câmara Municipal[editar | editar código-fonte]

Partidos % M % M % M % M % M % M % M % M % M % M % M
1976 1979 1982 1985 1989 1993 1997 2001 2005 2009 2013
PS 34,5 3 27,0 2 36,1 3 18,6 1 32,8 2 34,6 3 41,3 3 39,4 3 28,7 2 19,2 1 24,2 2
FEPU/APU/CDU 30,4 2 30,8 2 26,4 2 33,5 3 14,4 1 16,7 1 21,3 1 29,4 2 38,3 3 44,1 4 41,3 3
PPD/PSD 21,2 2 39,7 3 34,1 2 39,0 3 45,1 4 38,7 3 32,3 3 25,1 2 27,2 2 29,0 2 22,9 2

Assembleia Municipal[editar | editar código-fonte]

Partidos % M % M % M % M % M % M % M % M % M % M % M
1976 1979 1982 1985 1989 1993 1997 2001 2005 2009 2013
PS 36,7 4 27,7 10 36,4 13 20,5 4 34,0 8 36,0 8 42,5 10 38,5 9 29,2 7 22,6 5 25,0 6
FEPU/APU/CDU 29,3 3 29,7 11 26,0 9 31,2 7 14,6 3 16,5 3 20,6 4 27,3 6 36,0 8 40,5 9 37,6 9
PPD/PSD 21,4 2 39,6 14 34,1 13 38,8 9 43,1 10 37,2 9 31,3 7 27,2 6 28,2 6 29,8 7 26,2 6
CDS-PP 7,7 1 5,8 1 3,8 5,8 1 3,2 1,9

Freguesias[editar | editar código-fonte]

Freguesias do concelho de Peniche.

O concelho de Peniche está dividido em quatro freguesias:

Património[editar | editar código-fonte]

Bairros Históricos

Artesanato

Personalidades

Praias[editar | editar código-fonte]

  • Supertubos (sul)
  • Consolação (sul)
  • Gamboa (norte)
  • Baleal (norte)
  • Peniche de Cima (norte)
  • Peniche de Baixo (sul)

Segundo o Lonely Planet, o maior guia de viagens do mundo, a praia de Peniche, na região Oeste de Portugal, foi escolhida para a segunda melhor praia da Europa de 2015[70] .

Gastronomia[editar | editar código-fonte]

Sendo a pesca historicamente a principal actividade económica do concelho é com alguma naturalidade que a gastronomia local reflecte essa realidade.[71]

Temas relacionados[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Peniche na História e na Lenda de Mariano Calado, ed. autor, 1962 (História de Peniche) [76]

Fotos[editar | editar código-fonte]

Filmes[editar | editar código-fonte]

curtas metragens históricas

Filmes de Ricardo Costa
  • Barcos de Peniche (10 min aprox.), 1980 - últimos estaleiros navais, junto do porto de pesca
Na série Mar Limiar (aprox. 25 min., 1975, para a RTP) :
  • Agar-Agar, 1975 - mergulhadores de Ferrel recolhendo algas
  • O Trol - pesca ao anzol em alto-mar
  • Pesca da Sardinha - faina ao largo da península
  • Conchinha do Mar - pesca ao robalo pela embarcação homónima na Berlenga

longas metragens

Referências

  1. INE (2013). Anuário Estatístico da Região Centro 2012 (Lisboa: Instituto Nacional de Estatística). p. 33. ISBN 978-989-25-0217-5. ISSN 0872-5055. Consultado em 05/05/2014. 
  2. Instituto Geográfico Português (2013). «Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013» (XLS-ZIP). Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Consultado em 28/11/2013. 
  3. INE (2012). Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Centro (Lisboa: Instituto Nacional de Estatística). p. 118. ISBN 978-989-25-0184-0. ISSN 0872-6493. Consultado em 27/07/2013. 
  4. INE (2012). «Quadros de apuramento por freguesia» (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_CENTRO". Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 27/07/2013. 
  5. Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  6. Peniche em 1634 – gravura de Teixeira Albernaz
  7. Peniche em 1634 – artigo de João Bonifácio Serra em Cidade Imaginária
  8. Gamboa, Peniche em Amigos de Peniche
  9. Avenida do Mar, Peniche
  10. Salga e Secagem do Pescado
  11. Lula jurássica desenhada com a própria tinta - texto de Ricardo Costa sobre o património jurássico de Peniche
  12. Ilhéu da Papôa de Peniche
  13. As Falésias Calcárias da Península de Peniche – em Estudo Geral (Universidade de Coimbra)
  14. O património geológico da península de Peniche – artigo de Ana Rodrigues Rilo, Luís Vítor Duarte e Alexandre Tavares
  15. O Jurássico do Cabo Carvoeiro. 20 milhões de anos de histórias geológicas com valor patrimonial – texto de Duarte L. V. in TEMA VI – Identificação e Preservação de Locais com Interesse Geológico, pp 263-272, PROGEO
  16. Património geológico no litoral de Peniche : geomonumentos a valorizar e divulgar – Paper de José Manuel Romão
  17. Papôa Volcanic breccia – artigo em Geocaching, 27 julho 2011
  18. Cabo Carvoeiro (fotos aéreas)
  19. Peniche, Mar e História – Artigo de Leonor Almeida em Naturlink
  20. Peniche – Artigo em A Região
  21. Fortificações de Peniche na pág. da CMP
  22. Baluarte do Redondo
  23. A Cidadela da Praça de Peniche
  24. O Forte de Santo António
  25. As Muralhas da Praça de Peniche
  26. O Forte das Cabanas
  27. O Forte de da Nossa Senhora da Luz
  28. O Forte de N.ª Sr.ª da Vitória
  29. O Forte da Praia da Consolação
  30. O Entrincheiramento da Linha dos Moinhos
  31. O Forte do Porto da Areia Sul
  32. FORTE DE PENICHE - LUGAR DE REPRESSÃO, RESISTÊNCIA E LUTA – artigo na página do SPLG
  33. Fuga de Peniche – relato da fuga de um grupo de prisioneiros da prisão política de Peniche (CITI)
  34. A Fuga de Peniche – vídeos e fotos sobre a fuga de prisioneiros do Forte de Peniche juntamente com outros documentos
  35. O acervo e a memória – artigo de Ricardo Costa em Museu do Mar, museu imaginário
  36. Peniche: de Prisão a Pousada? em Caminhos da Memória (2008)
  37. Gruta da Furninha em Museu do Mar, Museu Imaginário
  38. Gruta da Furinha em PhotoArch
  39. A Gruta da Furninha (Peniche) em Estudo dos Espólios das Necrópoles Neolíticas, texto de João Luís Cardoso e António Faustino Carvalho
  40. Os Primeiros Momentos da Colonização Fenícia na Península Ibérica: uma visão síntese das realidades socioeconómicas de Gadir em contacto com os indígenas – texto de João Pedro Oliveira e Silva, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
  41. A PROVÍNCIA DA LUSITÂNIA - 45AC-411DC
  42. Cepo de âncora romana
  43. Fundeadouro da Berlenga e o seu potencial arqueológico – artigo de Alexandre Monteiro em Portugal Romano
  44. Vestígios de uma olaria romana no Morraçal da Ajuda - Peniche – artigo em Paideia
  45. O Ilhéu da PAPOA (Ciência Viva)
  46. PENICHEFOSSIL (documentos)
  47. Dados INE
  48. A pesca em Peniche breve nota na pág. da CMP
  49. A construção naval em Peniche ao longo dos séculos – artigo de Fernando Engenheiro em em Cabo Carvoeiro
  50. Migrações Paralelas em Peniche (economia política da produção e consumo de sardinha) – tese de mestrado de João Coimbra de Oliveira, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas UNL, 2010 (importar e abrir ficheiro)
  51. A construção naval em Peniche ao longo dos séculos – artigo de Fernando Engenheiro em em Cabo Carvoeiro
  52. A Casa dos Pescadores de Peniche e os organismos de protecção dos pescadores que a antecederam – artigo de Fernando Engenheiro em Cabo Carvoeiro
  53. Estaleiros Navais de Peniche
  54. Estudo RCP 2012
  55. Rip Curl Pro Portugal: o surf está ao rubro em Peniche – notícia no jornal Público
  56. Receitas do surf
  57. Relatório Síntese RCP Peniche 2012
  58. Notícia Sapo
  59. Número de habitantes, Instituto Nacional de Estatística (INE - Recenseamentos Gerais da População)
  60. Censos (INE)
  61. Órgão de tubos do século XVIII, agora restaurado, volta a "encher a alma" depois de 65 anos de silêncio – notícia da CMP a 8 de Abril de 2015
  62. Igreja da Misericórdia de Peniche
  63. Igreja da Misericórdia de Peniche
  64. História da igreja da Santa Casa da misericórdia de Peniche – artigo de Fernando Engenheiro em Cabo Carvoeiro
  65. Fonte de Nossa Senhora da Conceição
  66. Participação Pública – Fosso da Muralha
  67. Gruta Velha (Bolhos)
  68. Renda de bilros de Peniche
  69. Rendas de bilros
  70. «Peniche é a segunda melhor praia da Europa». Sábado. 17-06-2015. 
  71. HENRIQUES, Ana Carolina Rolo dos Santos Afonso - No princípio estava o mar : Peniche : o património cultural, o turismo e o mar. Coimbra : [s.n.], 2010
  72. Caldeirada de Peniche
  73. Lagosta suada à moda de Peniche
  74. Sardinhada de Peniche
  75. Ésses de Peniche
  76. Evocação do 50º aniversário da publicação de Peniche na História e na Lenda, 27 de Junho 2012
  77. O Rei das Berlengas ou a Independência das Ditas (RTP)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]



  • Abandono, fado Peniche, de Amália Rodrigues (1962) «… uma das cinco ou seis coisas maiores que Amália cantou e também uma das cinco ou seis canções de "mensagem política" mais extraordinárias de sempre em português ...»

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