Albino dos Reis

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Albino dos Reis.

Albino Soares Pinto dos Reis Júnior (Loureiro, Oliveira de Azeméis, 30 de Setembro de 1888 — Loureiro, 14 de Maio de 1983), mais conhecido por Albino dos Reis, foi um político, jurista e magistrado, intimamente ligado ao regime do Estado Novo e a António de Oliveira Salazar, que ocupou diversos cargos políticos, entre os quais o de presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Governador Civil de Coimbra, Ministro do Interior, presidente do Supremo Tribunal Administrativo, deputado e presidente da Assembleia Nacional e membro vitalício do Conselho de Estado.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Albino dos Reis nasceu na vila de Loureiro, concelho de Oliveira de Azeméis, filho de Albino Soares Pinto dos Reis e de Maria da Silva Pereira Marques. Concluiu o Curso Teológico no Seminário do Porto em 1908 e formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, iniciando a sua actividade profissional pelo exercício da advocacia em Oliveira de Azeméis.

Iniciou a sua actividade política durante a Primeira República Portuguesa ao assumir em 1919 o cargo de presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, concelho de onde era natural. Voltou a presidir àquela Câmara de 1922 a 1926.

Em 1931, já por indicação de António de Oliveira Salazar, de que era próximo, foi nomeado Governador Civil do Distrito de Coimbra e logo no ano seguinte, em 5 de Julho de 1932, foi nomeado Ministro do Interior, cargo que exerceu até 24 de Julho de 1933.

A 5 de Outubro de 1933 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.[1]

De 1934 a 1974 foi deputado à Assembleia Nacional, estando presente naquela câmara durante toda a sua existência institucional. Presidiu à Assembleia Nacional de 1945 a 1961.

Enquanto presidente da Assembleia Nacional, a 16 de Fevereiro de 1952, foi-lhe atribuída a Grã-Cruz da Ordem de Isabel a Católica de Espanha,[2] ainda não registada em Portugal.[3]

Desde 1936 e até atingir o limite de idade exerceu as funções de presidente do Supremo Tribunal Administrativo.

Em 1945 foi nomeado membro vitalício do Conselho de Estado, cargo que exerceu até à dissolução daquele órgão a 25 de Abril de 1974. Após a Revolução dos Cravos retirou-se para a sua vila natal.

Albino dos Reis faleceu, com 94 anos de idade, a 14 de Maio de 1983.

É lembrado na toponímia de Oliveira de Azeméis e de diversas outras localidades. Na sua terra natal, Loureiro, existe um busto em bronze do Conselheiro Albino dos Reis, datado de 22 de Dezembro de 1968.

Referências

  1. «Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Albino Soares Pinto dos Reis". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 4 de maio de 2016 
  2. «Ministerio de Asuntos Exteriores DECRETOS Decretos de 12 de febrero de _1952» (PDF) (em espanhol). «BOE» núm. 47, de 16/02/1952, páginas 720 a 721. Apelidado de "Reies". Agência Estatal Boletim Oficial del Estado. 16 de fevereiro de 1952. Consultado em 4 de maio de 2016 
  3. «Cidadãos Portugueses Agraciados com Ordens Estrangeiras». Resultado da busca de "Albino Soares Pinto dos Reis". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 4 de maio de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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