Crates de Atenas

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Crates de Atenas, caracterizado como um acadêmico medieval, nas Crônicas de Nuremberg.

Crates de Atenas (grego antigo: Κράτης; morto em 268-264 a.C.[1]) foi um filósofo grego, filho de Antígenes, do demo triássio, pupilo e eromenos[2] de Pólemon, e seu sucessor como escolarca da Academia Platônica,[3] em 270/69 a.C. A amizade íntima entre Crates e Pókemon foi célebre na Antiguidade, e Diógenes Laércio preservou um epigrama do poeta Antágoras que descreve como os dois amigos teriam sido unido, após a morte, numa só sepultura.[3] O mais proeminente dos pupilos de Crates foi o filósofo Arcesilau, que o sucedeu como escolarca, Teodoro, o Ateu e Bíon de Borístenes.[4] Todos os escritos de Crates foram perdidos; segundo Diógenes Laércio, eles abordavam tópicos filosóficos, a comédia e a oratória.[4]

Referências

  1. Dorandi, Tiziano. Chapter 2: Chronology, em Algra et al. (1999) The Cambridge History of Hellenistic Philosophy, p. 48. Cambridge.
  2. "ἐρώμενος Πολέμωνος", Diógenes Laércio, iv. 21
  3. a b Diógenes Laércio, iv. 21
  4. a b Diógenes Laércio, iv. 23

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

([1])
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