Djanira
| Djanira | |
|---|---|
| Nome completo | Djanira da Motta e Silva |
| Nascimento | 20 de junho de 1914 |
| Morte | |
| Nacionalidade | brasileira |
| Ocupação | pintora, desenhista, ilustradora, cenógrafa, gravador |
| Movimento estético | modernismo |
Djanira ou Djanira da Motta e Silva (Avaré, 20 de junho de 1914 — Rio de Janeiro, 31 de maio de 1979), foi uma pintora, desenhista, ilustradora, cartazista , cenógrafa e gravadora brasileira.[1] Ela é conhecida por obras que retratam o cotidiano, os costumes e rituais comumente associados à cultura brasileira.[2]
Djanira gostava de mergulhar no tema das suas obras e comumente vivia a realidade das pessoas, dos seus ofícios e das suas crenças. Ela representou, por exemplo, mineiros de carvão de Santa Catarina, a extração de ferro em Minas Gerais, os indígenas Canela, do Maranhão representando e documentando o que via em suas viagens pelo país. Sua presença internacional, como sua passagem pelos Estados Unidos entre os anos de 1945-47, trouxe a representação cotidiana daquelas pessoas, vista em obras importantes como Patinadores, 1945 e Central Park, 1945, além de uma profunda transformação estética em suas obras posteriores ao período.[2]
Por sua origem social e seu modo de fazer artístico, Djanira foi considerada artista popular, autodidata , por vezes, artista ingênua,[3] e interpretada poeticamente por Jorge Amado a própria terra[nota 1][4] que representa, fazendo referência a como a pintora projetou sua vivência permeada por diferentes enfrentamentos ligados ao gênero e classe social em seus quadros, valendo-se do próprio povo brasileiro e suas atividades laborais para isso. Apesar de suas principais obras serem em tela, ela experimentou em vários suportes artísticos diferentes durante sua vida, como o bordado, a música e a poesia.[nota 2][2]
Biografia
[editar | editar código]Primeiros anos e vida em São Paulo
[editar | editar código]Djanira nasceu em Avaré, interior do estado de São Paulo, filha do dentista Oscar Paiva e Pia Job Paiva, em 20 de julho de 1914. Ela era neta de guaranis, por parte de pai, e de austríacos, por parte de mãe.[5][6][7][2.1] Foi registrada inicialmente como Dijanira e que mais tarde retificado pela artista em ação judicial. Seus familiares a tratavam como Dja.[2]
As mudanças na vida de Djanira começaram aos dois anos de idade, com a ida de seus pais para Porto União. Algum tempo depois, Maria Pia e Oscar se separaram; Maria retornou a Avaré, deixando Djanira sob os cuidados de sua avó materna Lídia Matoso em Porto União onde permaneceu até os 14 anos. Na cidade, viveu em ambiente rural, chegando a trabalhar em lavouras de café com sua família, além de cuidar dos afazeres domésticos.[7][2]
Ainda adolescente, Djanira se mudou para Avaré passando a morar com sua tia Helda.[7.1] Dois anos depois foi para São Paulo, onde viveu em um quarto alugado na Avenida São João e trabalhou em diversos serviços como vendedora ambulante, corretora e limpou máquinas de fábricas. Aos dezoito anos, em Santos, conheceu seu primeiro marido, Bartolomeu Gomes Pereira, um oficial da Marinha Mercante com o quem se casou em 1932 [6][8] e passou a se chamar Djanira Gomes Pereira. Após o casamento, os dois se mudaram para o Rio de Janeiro.[2]
Rio de Janeiro
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Aos 23 anos, Djanira contraiu tuberculose pulmonar e, em 1937, foi internada no Sanatório Ruy Dória, em São José dos Campos. Como desafio pessoal, a futura pintora reproduziu um quadro de Um Cristo no Golgotá [7.2] pendurado em uma das paredes da secretaria do hospital que, segundo ela, achava "feio"[9] e conseguiria fazer melhor. Nessa brincadeira, Djanira viu-se completamente envolvida pela atividade do desenho, desenvolvendo sua técnica nos anos seguintes, o que resultaria em suas pinturas.[2]
Já em 1939, após receber alta hospitalar, ela voltou para o Rio de Janeiro passando a residir no bairro de Santa Teresa, a partir de uma recomendação médica, pois acreditava-se que a região possuía melhor qualidade do ar. [10] Lá, como uma solução para incrementar sua renda, alugou uma casa na Rua Mauá, onde instalou uma pensão, a chamada Pensão Mauá.[7.3][11][2]
Em 1940, Djanira alugou quartos para diversos artistas e intelectuais, entre eles o pintor romeno Emeric Marcier. Eles fecharam um acordo de permuta e Djanira começou a ter aulas de pintura com ele, e depois passou a frequentar curso noturno de desenho de figuras de gesso no Liceu de Artes e Ofícios.[12] Marcier, contudo, afirmou em depoimentos aos críticos de arte, não ter oferecido aulas a Djanira e apenas a estimulou a seguir pintando.[13][2]
Nessa época, o bairro era conhecido por ter muitos frequentadores do meio artístico.[14] Djanira teve contato e ficou amiga de muitas pessoas, que viraram frequentadores da pensão. Destacam-se os artistas Carlos Scliar, Árpád Szenes, Maria Helena Vieira da Silva,e Jean-Pierre Chabloz e o crítico de arte Rubem Navarra.[14] Moraram na pensão, ainda, o mineiro Inamá de Paula, Manuel Bandeira e Milton Dacosta, com quem Djanira se relacionou por um curto tempo.[13] [2]
O contato com essas pessoas proporcionou um ambiente estimulador que a levou a expor no 48º Salão Nacional de Belas Artes, em 1942. No final do ano, Djanira ficou viúva. O marido foi um dos cinco mortos no torpedeamento do navio Apaloide por um submarino alemão nas Antilhas.[15] [2]
Ainda que a morte de seu marido pudesse parecer algo definidor em sua trajetória, Djanira continuou sua produção artística com incentivo[nota 3] de seus colegas artistas. Em 1943, Djanira realizou sua primeira mostra individual, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), após uma viagem para o interior de Minas Gerais.[15] Ainda em 1943, ela expôs no Salão Nacional de Belas Artes.[2]
Em 1944, ela foi escolhida por pares para expor suas obras na Mostra de Pintores Brasileiros, em Londres. A mostra era um esforço de guerra em favor da RAF.[16][17] Segundo o catálogo[18] da exposição, que aconteceu no ano seguinte, contou com 63 artistas, entre eles seus colegas Emeric Marcier, Maria Helena Vieira da Silva, Heitor dos Prazeres, Portinari e Milton Dacosta.[2]
A carreira de Djanira começou a tomar um novo rumo a partir da sua estada nos Estados Unidos. Em 1945, viaja para Nova York, onde conhece a obra de Pieter Bruegel e entra em contato com Fernand Léger, Joan Miró e Marc Chagall. Retornou ao Brasil somente três anos depois, e realizou o mural Candomblé para a residência do escritor Jorge Amado, em Salvador, e o painel História de Petrópolis, 1953 para o Liceu Municipal de Petrópolis. Entre 1953 e 1954, viajou a estudo para a União Soviética.[19] [2]

A sua pintura dos anos 40 geralmente utiliza tons rebaixados, como cinza, marrom e negro, mas já apresenta o gosto pela simplificação das formas. Na década seguinte, sua palheta se diversificou, com uso de cores vibrantes, e em algumas obras trabalhou com gradações tonais que vão do branco ao cinza claro.[20] [2]
As transformações em sua obra podem ser observadas na década de 1950, após sua estadia na Bahia. Lá ela conheceu José Shaw da Motta e Silva, o Motinha, funcionário público nascido em Salvador em 29 de janeiro de 1920. Com ele se casou no Rio de Janeiro em 15 de maio de 1952 e mudou o seu nome para Djanira da Motta e Silva. Em 1955, Djanira venceu o concurso Cristo Negro, com a obra Cristo na Coluna, 1955. O evento, duramente criticado pela imprensa na época, foi idealizado por Guerreiro Ramos, promovido pelo Teatro Experimental do Negro (TEN) e fazia parte do projeto do Museu de Arte Negra, concebido por Abdias Nascimento.
Nessa época, produziu o quadro Caboclinhos, 1952 conquistando o Prêmio de Viagem ao País no Salão de Arte Moderna do mesmo ano. A temática do quadro voltou-se aos tocadores de flauta típicos do nordeste brasileiro, muito atuantes principalmente na época do Carnaval. O quadro representa, ainda, o período de viagens de Djanira pelo país.[2]
Em 1960, após convivência de seis meses, pintou os indígenas Canela, do Maranhão. Outra importante pintura desse período é Estudo para Índia Canela do Maranhão, 1960, onde a artista explorou o uso dos ocres e amarelos, apresentando um fundo geométrico e a simplificação de formas, configurando-se ainda como pintora figurativa.[21] [2]
Na década de 1960, Djanira passou a morar na cidade de Paraty, estado do Rio de Janeiro. Ela morou numa casa ao lado da Igreja Nossa Senhora das Dores (Capelinha) e representou a Festa do Divino, 1962 da cidade em uma das suas obras que iria compor o acervo do Palácio do Governo de São Paulo. O quadro foi pintado em Paraty e transportado para a cidade de São Paulo no caminhão de um comerciante local, Antonio Francino Santana, que se sentiu muito honrado com a nobre tarefa. A obra retrata a festa com bandeiras vermelhas com a pomba do espírito, tronos, mastros e banquetes e a a coroação do Imperador do Divino. A festa, que hoje é reconhecida como Patrimônio Imaterial Brasileiro, é realizada no dia de Pentecostes e celebra a descida do Espírito Santo sobre Maria e os Apóstolos de Cristo.[22] [2]

De volta ao Rio de Janeiro, tornou-se uma das líderes do movimento pelo Salão Preto e Branco,[23] um protesto de artistas contra os altos preços do material para pintura. Na década de 1960, voltou-se à produção de painéis - iniciando uma série de encomendas que começaria a receber. Entre os mais famosos, destacam-se os quadros que ornamentam o Palácio do Planalto; Orixás, 1962; Praia do Nordeste, 1962 e Bananal de Parati, 1962.[24][2]
Realizou em 1963, o painel de azulejos Santa Bárbara e os operários, para a capela do túnel Santa Bárbara, Laranjeiras, Rio de Janeiro. No ano de 1966, a editora Cultrix publica um álbum com poemas e serigrafias de sua autoria. Em 1977, o Museu Nacional de Belas Artes, realizou uma grande retrospectiva de sua obra.[24]
Na década de 1970, desceu às minas de carvão de Santa Catarina para sentir de perto a vida dos mineiros[25] e viajou a para Itabira para conhecer o serviço de extração de ferro. O resultado de sua observação pode ser percebido nos quadros Mineiros de Carvão, 1974 bem como o famoso Trabalhadores de cal, 1974. A última obra apresenta a geometrização do espaço com o uso dos cinzas e brancos com foco voltado aos olhares dos personagens, ressaltando o trabalhador como foco de sua produção artística.[2]
Djanira trabalhou ainda com xilogravura, gravura em metal, e faz desenhos para tapeçaria e azulejaria. Inicialmente nomeada como “primitiva”, gradualmente sua obra alcança maior reconhecimento da crítica. Como aponta o crítico de arte Mário Pedrosa (1900-1981), Djanira é uma artista que não improvisa, não se deixa arrebatar, e, embora possuam uma aparência ingênua e instintiva, seus trabalhos são consequência de cuidadosa elaboração para chegar à solução final.[2]
Luto em Avaré pela morte da artista
[editar | editar código]O prefeito Fernando Cruz Pimentel, decretou luto oficial por três dias em homenagem póstuma a Djanira da Motta e Silva, falecida em 31 de maio de 1979 (quinta-feira) às 11h25 min., no Hospital Silvestre, no Rio de Janeiro, vítima de enfarte. Contava com 65 anos. Seu médico particular era Dr. Nataliel Rodrigues.[2]
A pintora manifestou em vida o desejo de ser enterrada descalça e com o hábito de irmã da Ordem Terceira do Carmo, instituição religiosa a que estava ligada nos últimos anos. Ela se tornou freira da Ordem das Carmelitas em 1972.[2]
Em sua memória, é criado em 31 de maio de 2000 o Centro Cultural Djanira da Motta, pelo prefeito em exercício Joselyr Benedito Silvestre, instalado em meio a um bosque na área urbana, onde funcionou no passado a estatal agrícola CAIC. O local recebeu o nome da pintora Djanira, significando o tributo do município de Avaré à “maior artista avareense de todos os tempos”, cujas telas ficaram mundialmente conhecidas por retratarem de forma genuína as cores do Brasil. O espaço abriga a Biblioteca Municipal “Prof. Francisco Rodrigues dos Santos”.
No mesmo local foi criado em 2 de abril de 2008 o Memorial Djanira da Motta e Silva mostra de objetos pessoais, obras e material de referência.
Principais obras
[editar | editar código]| Nome[26] | Data[26] |
|---|---|
| Retrato | 1942 |
| Auto-retrato | 1944 |
| O Circo | |
| Costureira | 1951 |
| Caboclinhos | 1952 |
| Cristo na Coluna | 1955 |
| Cartaz da peça "Orfeu da Conceição" | 1956 |
| Candomblé | 1957 |
| Fazenda de Chá no Itacolomi | 1958 |
| Três Orixás | 1966 |
| Trabalhador de Cal | 1974 |
| Mineiros de Carvão | |
| Futebol Fla-flu | 1975 |
| Mina de Ferro (série) | 1976 |
Ver também
[editar | editar código]Notas
- ↑ "Sendo um dos grandes pintores de nossa terra, ela é mais do que isso, é a própria terra, o chão onde crescem as plantações, o terreiro da macumba, as máquinas de fiação, o homem resistindo à miséria. Cada uma de suas telas é um pouco do Brasil." Jorge Amado
- ↑ Ainda que pouco abordada, a produção artística da pintora como bordado e poesia apareceu na exposição "Djanira: 110 anos" sediada na Pinakotheke Cultural, no Rio de Janeiro. Além disso, em depoimento para posterioridade gravado em 1967, para o Museu da Imagem e do Som, referenciado neste artigo, a artista reproduziu uma de suas composições musicais em seu órgão.
- ↑ Em Depoimento para posterioridade gravado em 30 de setembro de 1967, disponível no Aquivo do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, a artista menciona o incentivo recebido. No mesmo depoimento, a artista menciona as instruções recebidas por Emeric Marcier e o acesso à biblioteca do pintor.
Referências
[editar | editar código]- ↑ «Djanira da Motta e Silva». VIAF (em inglês). Consultado em 22 de novembro de 2019. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2023
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 RAMPAZZO, Loris Graldi (1993). Djanira na arte brasileira. São Paulo: Universidade de São Paulo. 231 páginas. Cópia arquivada em 2 de julho de 2026
- ↑ p. 16
- ↑ NAVARRA, Ruben (8 de abril de 1945). «Vida Artística: Djanira» ed. 15469 (1) ed. Correio da Manhã (RJ): :33
- ↑ AMADO, Jorge In RETROSPECTIVA de Djanira. São Paulo: Galeria de Artes das "Folhas". out 1958.
- ↑ Frazão, Dilva (15 de junho de 2020). «Djanira da Motta e Silva - Pintora brasileira». Ebiografia. Consultado em 2 de abril de 2022
- 1 2 Naclério Forte, Graziela (30 de junho de 2017). «Djanira da Motta e Silva: modernista de cenas e costumes brasileiros». Revista Novos Rumos (1). ISSN 0102-5864. doi:10.36311/0102-5864.2017.v54n1.09.p124. Consultado em 5 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 30 de junho de 2026
- 1 2 Rampazzo, Loris Graldi (25 de maio de 1988). «Djanira, pintora de sua gente». São Paulo. doi:10.11606/d.27.1988.tde-03052024-113921. Consultado em 22 de outubro de 2024. Cópia arquivada em 30 de junho de 2026
- ↑ XEXÉO, Pedro Martins Caldas; BARATA, Mário; ABREU, Laura Maria Neves de (2005). A arte sob o olhar de Djanira. coleção Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul Design e Editora. 176 páginas. ISBN 85-7081-037-7. OCLC 136920015
- ↑ Depoimento para posterioridade, entrevista com Djanira da Motta e Silva gravada no Museu da Imagem e do Som, Rio de Janeiro, no dia 30 de outubro de 1967.
- ↑ Naclério Forte, Graziela (30 de junho de 2017). «Djanira da Motta e Silva: modernista de cenas e costumes brasileiros». Revista Novos Rumos (1). ISSN 0102-5864. doi:10.36311/0102-5864.2017.v54n1.09.p124. Consultado em 5 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 30 de junho de 2026
- ↑ Gomes, Daniela Matera Lins (2016). «Djanira: Cronista de ritos, pintora de costumes». In: Assis, Maria Elisabete Arruda de; Santos, Taís Valente dos. Memória feminina: Mulheres na historia, história de mulheres (pdf). Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana. p. 26-33. 246 páginas. ISBN 978-85-7019-668-2. Consultado em 4 de janeiro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 5 de janeiro de 2023
- ↑ XEXÉO, Pedro Martins Caldas; BARATA, Mário; ABREU, Laura Maria Neves de (2005). A arte sob o olhar de Djanira. coleção Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul Design e Editora. 176 páginas. ISBN 85-7081-037-7. OCLC 136920015
- 1 2 MORAIS, Frederico (org.). Tempos de guerra: Hotel Internacional / Pensão Mauá. Rio de Janeiro: Galeria de Arte BANERJ, 1986. Catálogo de exposição do Ciclo de Exposições sobre Arte no Rio de Janeiro.
- 1 2 Naclério Forte, Graziela (30 de junho de 2017). «Djanira da Motta e Silva: modernista de cenas e costumes brasileiros». Revista Novos Rumos (1). ISSN 0102-5864. doi:10.36311/0102-5864.2017.v54n1.09.p124. Consultado em 5 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 30 de junho de 2026
- 1 2 XEXÉO, Pedro Martins Caldas; BARATA, Mário; ABREU, Laura Maria Neves de (2005). A arte sob o olhar de Djanira. coleção Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul Design e Editora. 176 páginas. ISBN 85-7081-037-7. OCLC 136920015
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- ↑ ASBURY, Michael; SONO, Marcio Junji; GADELHA, Hayle (eds.) (2018). The Art of Diplomacy: Brazilian Modernism Painted for War (PDF). London: Embassy of Brazil in London
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- ↑ RAMPAZZO, Loris Graldi (1993). Djanira na arte brasileira. São Paulo: Universidade de São Paulo. 231 páginas. Cópia arquivada em 2 de julho de 2026
- ↑ RAMPAZZO, Loris Graldi (1993). Djanira na arte brasileira. São Paulo: Universidade de São Paulo. 231 páginas. Cópia arquivada em 2 de julho de 2026
- ↑ Acervo SP, Acervo SP (13 de dezembro de 2024). «Festa do Divino em Parati, 1962.». "Acervo do Governo de São Paulo". Consultado em 13 de dezembro de 2024
- ↑ «OS ARTISTAS vão pedir tintas à UNESCO» 01315 ed. Rio de Janeiro. Tribuna da Imprensa: 1. 24–25 de abril de 1954
- 1 2 OLIVEIRA, Luíza Estruc dos Santos de (2024). «Djanira da Motta e Silva: uma contribuição ao modernismo brasileiro». 126 f. Dissertação (Mestrado em História da Arte) – Instituto de Artes, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
- ↑ Gomes, Daniela Matera Lins (2016). «Djanira: Cronista de ritos, pintora de costumes». In: Assis, Maria Elisabete Arruda de; Santos, Taís Valente dos. Memória feminina: Mulheres na historia, história de mulheres (pdf). Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana. p. 26-33. 246 páginas. ISBN 978-85-7019-668-2. Consultado em 4 de janeiro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 5 de janeiro de 2023
- 1 2 Cultural, Instituto Itaú. «Enciclopédia Itaú Cultural». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 10 de janeiro de 2023. Cópia arquivada em 6 de junho de 2026
Ligações externas
[editar | editar código]- Nascidos em 1914
- Mortos em 1979
- Pintores do Brasil do século XX
- Pessoas relacionadas ao modernismo brasileiro
- Brasileiros de ascendência austríaca
- Brasileiros de ascendência indígena
- Cenógrafos do Brasil
- Gravadores do Brasil
- Ilustradores do estado de São Paulo
- Naturais de Avaré
- Pintores do estado de São Paulo
- Mulheres nas artes
