Eduardo Araújo

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Eduardo Araújo
Informação geral
Nome completo Eduardo Oliveira Araújo
Nascimento 23 de julho de 1942 (74 anos) Joaíma, MG
País  Brasil
Gênero(s) Rock and roll, rockabilly, MPB, soul, rock psicodélico, rock progressivo, country, country rock
Período em atividade 1958 - 2008
Afiliação(ões) Jovem Guarda, Tim Maia, Sylvinha Araújo, Carlos Imperial, Dr. Sin, Os Serranos
Influência(s) Luiz Gonzaga, Pedro Raimundo, Gene Vincent, Elvis Presley, Carl Perkins, Chuck Berry, Little Richard, Jerry Lee Lewis
Página oficial EduardoAraujo.com.br

Eduardo Oliveira Araújo (Joaíma, 23 de julho de 1942) é um cantor e compositor brasileiro que integrou a Jovem Guarda[nota 1] e estourou com o hit "O bom", canção gravada em 1967.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido no interior de Minas Gerais, na cidade de Joaíma, Eduardo é filho do fazendeiro Coronel Lídio Araújo. Na infância, seus ídolos eram Luiz Gonzaga e Pedro Raimundo.[2] Na adolescência, Eduardo se deixou influênciar pelo rock and roll (principalmente por Gene Vincent)[3] e em 1958 participou da banda "The Playboys". Em 1960, se apresentava no programa de rádio de Aldair Pinto.

Início: mudança para o Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte]

Em 1960, Eduardo se mudou para o Rio de Janeiro e passou a se apresentar no programa de televisão "Hoje É Dia de Rock" apresentado por Jair Taumaturgo. No ano seguinte gravou um disco de 78 rotações intitulado "Eduardo Araújo".

Também participou do "Clube do Rock", apresentado por Carlos Imperial. Desapontando com o pouco sucesso, Eduardo voltou para Joaíma.[2]

Década de 60: a Jovem Guarda[editar | editar código-fonte]

Em 1966, Eduardo, Erasmo Carlos e Carlos Imperial foram acusados de corrupção de menores, após alguns meses sem aparições públicas, Eduardo e os demais são inocentados pelo Juizado de Menores.[1]

Em 1967, após gravar os The Fevers e assinar um contrato com a TV Excelsior, gravou dois de seus maiores sucessos, as canções, "O Bom" e "Vem Quente Que Estou Fervendo" (gravada anteriormente por Erasmo).[1]

Eduardo assinou contrato com a TV Excelsior para apresentar o programa "O Bom", ao lado de Sylvinha, com quem se casaria em 1969.[1]

Em 1968, gravou o álbum de soul music "A Onda é Boogaloo", produzido por Tim Maia.[4]

Década de 70[editar | editar código-fonte]

Com o fim da Jovem Guarda, Eduardo gravou discos influenciado pela psicodelia[5] e o rock progressivo,[3][6] nessa época recriou canções de compositores brasileiros como Chico Buarque, Ary Barroso[7] e Luiz Gonzaga.[8]

Década de 80[editar | editar código-fonte]

Após ficar cinco anos sem se dedicar a carreira musical, Eduardo compôs uma canção em homenagem ao cavalo Mangalarga Marchador[2] e gravou um disco com influências da música country e do country rock.

Década de 90[editar | editar código-fonte]

Nos anos 90, seguiu com o estilo da década anterior. Apresentou dois programas de televisão, "Pena na estrada" (exibido pelo SBT) e "Brasil Rural" (exibido pela TV Bandeirantes).

Em 1995, participou das comemorações dos 30 anos da Jovem Guarda gravando uma coletânea lançada pela PolyGram.

Em 1997, gravou o álbum Pó de Guaraná em Nova Jersey, o álbum conta com a participação da banda brasileira Dr. Sin.

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

Nos anos 2000, passou a dedicar-se a gravadora Number One, fundada por ele em parceria com Sylvinha. Em 2007, lançam um DVD comemorativo dos 40 anos da Jovem Guarda, cuja divulgação foi interrompida com a morte de Sylvinha em 2008, vítima de câncer de mama, o que abalou profundamente Eduardo.

Em 2014, Eduardo Araújo lançou um DVD comemorativo dos seus 50 anos de carreira, com participações de Sérgio Reis, Renato Teixeira e Victor & Leo.

Notas

  1. Embora nunca tenha participado do programa da Rede Record[1]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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