Eu Matei Lúcio Flávio

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo ou secção necessita de referências de fontes secundárias fiáveis publicadas por terceiros (desde fevereiro de 2017).
Por favor, melhore-o, incluindo referências mais apropriadas vindas de fontes fiáveis e independentes.
Fontes primárias, ou que possuem conflito de interesse geralmente não são suficientes para se escrever um artigo em uma enciclopédia.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Eu matei Lúcio Flávio
 Brasil
1979 •  cor •  97 min 
Direção Antônio Calmon
Produção Older Costa
Jece Valadão
Roteiro Alberto Magno (ideia e argumento)
Leopoldo Serran (argumento e roteiro)
Jece Valadão (colaboração)
Antônio Calmon (colaboração)
Elenco Jece Valadão
Monique Lafond
Anselmo Vasconcelos
Vera Gimenez
Otávio Augusto
Género Drama, Policial
Idioma português
Página no IMDb (em inglês)

"Eu matei Lúcio Flávio..." é um filme brasileiro policial e biográfico de 1979, dirigido por Antônio Calmon. O roteiro é baseado em fatos da crônica policial e da vida de Mariel Mariscot [1] (nome grafado como Mariel Moryscötte de Mattos nos letreiros iniciais enquanto o do personagem aparece como Mariel Maryscôtt), notabilizado por ser um dos líderes do Esquadrão da Morte no Rio de Janeiro na década de 70. O filme é tido como uma resposta a Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia, grande sucesso popular de 1977, sendo que o personagem Lúcio Flávio, apesar de ser considerado por Mariel (personagem de Jece Valadão que também é o produtor) como seu arqui-inimigo, aqui é apenas um coadjuvante.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O filme começa com o ex-policial Mariel Maryscôtt encarcerado no Presídio da Ilha Grande, quando os presos ficam sabendo da morte do bandido Lúcio Flávio (no presídio Frei Caneca) e protestam. Em seguida, são encadeados de forma fragmentária, fatos da vida de Mariel: sua atuação como salva-vidas, quando conhece num hospital a prostituta e viciada em drogas Margarida Maria, depois de ter salvado o pai dela de suicídio por afogamento, seu trabalho como "leão-de-chácara" e o convite para entrar para a polícia, feito pelo detetive Le Cocq. Como um dos melhores alunos da Academia, ele é indicado para servir como guarda-costas de políticos enquanto ganha notoriedade por matar alguns bandidos. Quando o Secretário de Segurança resolve criar equipes de elite para combaterem os bandidos mais perigosos, Mariel forma a sua (apelidada de "homens de ouro") e vai atrás do "Bandido da Bandeira 2", assassino de taxistas cujos crimes estão nas manchetes policiais, e de Lúcio Flávio, que reage a perseguição e tenta matá-lo. Mas os excessos das equipes que ficaram conhecidas como "Esquadrão da Morte" e as interferências nos negócios de policiais corruptos logo fará com que a carreira na Polícia de Mariel seja interrompida.

Applications-multimedia.svg A Wikipédia possui o

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre um filme brasileiro é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.