Flávio Gomes

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Flavio Gomes
Nome completo Flavio Magliari Gomes
Nascimento 15 de julho de 1964 (52 anos)
São Paulo São Paulo
Nacionalidade Brasil Brasileira
Ocupação jornalista, piloto, escritor, professor e apresentador

Flavio Magliari Gomes (São Paulo, 15 de julho de 1964) é um jornalista, piloto, escritor, professor e apresentador. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.[1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreira no jornal Popular da Tarde. Passou pelas rádios Cultura e USP, fazendo programas de ciência para a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).

Foi contratado pela Folha de S.Paulo, onde trabalhou de 1986 a 1994 como redator, depois como editor-assistente, editor-adjunto, editor e repórter especial de Esporte. Em 1988, teve uma curta passagem pela revista Placar, que segundo o próprio, era seu sonho no jornalismo, como editor.[1]

Ao deixar a "Folha", criou a agência de notícias Warm Up, promovendo a cobertura do automobilismo para diversos jornais do país. Além disso, mantém desde 2000, como braço da empresa, o site "Grande Prêmio", principal portal de cobertura automobilística do Brasil, hoje dentro do UOL, mas que também já esteve no MSN e no iG -- portal pelo qual Flavio chegou a comandar debate entre candidatos à prefeitura de São Paulo e cobrir os Jogos Olímpicos de Pequim, ambos em 2008.

Além da carreira construída com a agência Warm Up, Gomes também tem sólida experiência no rádio. Em 1994, após algumas participações como convidado da Rádio Jovem Pan AM, passou a ser comentarista de Fórmula 1 e apresentador da emissora. Ficou na Pan até 2001. Em 2002, passou a integrar a equipe de cobertura de automobilismo da Rádio Bandeirantes, permanecendo na casa até o final de 2005, quando parou de viajar pelo mundo cobrindo a Fórmula 1.[1]

Na televisão, trabalhou na ESPN Brasil de 2005 a 2013. Era comentarista de automobilismo e apresentador dos programas Bate-Bola, Limite e Pontapé Inicial, além de participar de transmissões esportivas nas rádios em que o canal manteve equipe: Eldorado/ESPN (2007-11), Estadão/ESPN (2011-12) e Capital (2013). Passou também pelo jornal Lance!, de 1997 a 2010[1].

Depois de demitido da ESPN, voltou a trabalhar na televisão em 2014, quando foi contratado pelo Fox Sports como comentarista e apresentador, fazendo parte da equipe dos programas Fox Sports Rádio e Fox Nitro.

Em novembro de 2015, passou a apresentar o programa Esporte de Primeira, na Rede Transamerica - SP, FM 100,1., mas deixou a emissora meses depois, permanecendo apenas na Fox.

Saída da ESPN[editar | editar código-fonte]

Flavio foi demitido da ESPN Brasil no dia 9 de setembro de 2013 após se envolver em discussões sobre a partida entre Grêmio 3 x 2 Portuguesa, válida pela 19° rodada do Brasileirão 2013[2]. No incidente, Flavio incluiu em sua conta de twitter mensagens contra o Grêmio e seu presidente, Fábio Koff.

Contratação pelo Fox Sports[editar | editar código-fonte]

Após a saída da ESPN, Flavio acabou não permanecendo longe da televisão por muito tempo. Com o surgimento de um segundo canal da Fox Sports, em janeiro de 2014, veio o anúncio de uma equipe baseada em São Paulo, que contava, entre outros, com Gomes. Passou a fazer parte do programa de debate esportivo Fox Sports Rádio, compondo o time do diário com Benjamin Back, Fabio Sormani, Osvaldo Pascoal e Maurício "Mano" Borges. Além de membro do FSR, Flavio ainda comenta etapas da Fórmula E e comanda, desde 2016, o programa semanal Fox Nitro, ao lado de Felipe Motta e Thiago Alves. Cobriu, pelo canal, a primeira Copa do Mundo de sua carreira, em 2014.

Outras informações[editar | editar código-fonte]

Foi um dos fundadores da categoria de automobilismo Classic Cup, em 2003. Flavio corria com um DKW branco número 96, no estilo das antigas carreteiras. Esse carro hoje descansa em um museu no Rio Grande do Sul. Atualmente, depois de correr por anos com um Lada apelidado de "Meianov" (devido ao número 69 que o piloto-jornalista utiliza), pilota um Volkswagen Voyage, também #69, chamado de "Bon Voyage".[3]

Desempenhou por anos o papel de professor de Jornalismo na FAAP, além de escrever no anuário AutoMotor Esporte, editado por seu colega Reginaldo Leme (Rede Globo), desde a primeira edição, publicada em 1992.

Flavio Gomes publicou um livro, O Boto do Reno (editora LetraDelta, 2005)[4], e mantém um blog [5] dentro de seu site Grande Prêmio, além de um polêmico perfil no Twitter. [6]

Gomes é também conhecido por ser um dos mais ilustres torcedores da Portuguesa.

Possui uma coleção de aproximadamente 30 carros antigos, sendo um entusiasta das marcas Lada e DKW.

Referências