Glioma

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Glioma
Glioma no lobo pariental de segundo grau em CT scan cerebral.
Classificação e recursos externos
CID-10 C71
CID-9 191
DiseasesDB 31468
MeSH D005910

Glioma é um tumor de células gliais, células que protegem, nutrem e dão suporte aos neurônios, logo podem ocorrer no encéfalo, na medula espinhal ou mesmo junto a nervos periféricos. São responsáveis por aproximadamente 30% de todos os tumores do sistema nervoso central e por 80% dos tumores malignos iniciados no cérebro.[1]

Classificação[editar | editar código-fonte]

Dependendo do tipo de células gliais afetadas podem ser classificadas como[2] :

Um astrocitoma de 4 grau também é conhecido como glioblastoma e representam 15% dos tumores de cérebro e 65-75% dos astrocitomas. São mais diagnosticados em países industrializados e entre brancos e idosos, porém é provável que parte do motivo é que muitos casos em países subdesenvolvidos não são diagnosticados ou quando são não são relatados e melhor investigados cientificamente.[1]

Sintomas[editar | editar código-fonte]

Os sintomas vão depender muito do local e do tipo de células afetadas. Tumores no cérebro podem causar dor de cabeça, náusea, aumento da pressão craniana, problemas motores, sensitivos, cognitivos e/ou mudanças de personalidade.[3]

Tratamento[editar | editar código-fonte]

Raramente tem cura, pois tentar remover cirurgicamente um tumores do cérebro ou da medula espinhal costumar causar mais mortes e outros transtornos do que efetivamente curar. Especialmente pelo fato da maioria dos pacientes com esse câncer serem idosos e terem outras doenças.

Pesquisa[editar | editar código-fonte]

Especialistas descobriram células dentro de um glioma dependem de gorduras, a fim de impulsionar o crescimento do tumor. Isto contradiz as descobertas científicas anteriores[4] que declararam que as células tumorais necessitam principalmente de açúcar, a fim de criar energia[5] .

Referências