Grande Seca

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Crianças durante a seca, 1878.

A Grande Seca, ou a seca no Nordeste brasileiro de 1877–78, foi o mais devastador fenômeno de seca da história do Brasil até então.[1] Ela causou a morte de 400.000 a 500.000 pessoas.[2][3] De um total de 800.000 pessoas que viviam na área afetada da região Nordeste, em torno de 120.000 migraram para a Amazônia, enquanto 68.000 migraram para outras partes do Brasil.[2]

Literatura[editar | editar código-fonte]

Não-ficção[editar | editar código-fonte]

  • Michael H. Glantz; Correntes de Mudança: O Impacto do El Niño sobre o Clima e a Sociedade; de 1996, publicado pela Cambridge University Press. ISBN 0-521-57659-8
  • Michael H. Glantz (editor); A Seca Segue O Arado: Cultivando Áreas Marginais; de 1994, publicado pela Cambridge University Press. ISBN 0-521-44252-4
  • Fagan, Brian; Inundações, Fomes e Imperadores: El Niño e o Destino das Civilizações; publicado em 2000 por Livros Básicos. ISBN 0-465-01121-7
  • Nicholas G. Arons; Esperando por Chuva: A Política e a Poesia da Seca no Nordeste do Brasil; publicado em 2004 pela Universidade do Arizona Press. ISBN 0-8165-2433-5
  • Euclides da Cunha, Os Sertões

Ficção[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências