Lauraceae

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Como ler uma caixa taxonómicaLauraceae
Persea americana

Persea americana
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Laurales
Família: Lauraceae
Gêneros (APG IV)
Actinodaphne , Aiouea . Alseodaphne

Aniba, Apollonias , Aspidostemon

Beilschmiedia , Benzoin, Camphora

Caryodaphnopsis, Cassytha, Chlorocardium

Cinnadenia, Cinnamomum, Cryptocarya

Dehaasia, Dicypellium,Dodecadenia

Endiandra, Endlicheria, Eusideroxylon

Gamanthera, Hufelandia, Hypodaphnis

teadaphne, Kubitzkia, Laurus

Licaria, Lindera, Litsea

Machilus, Malapoenna, Mezilaurus

Misanteca, Mocinnodaphne, Mutisiopersea

Nectandra, Neocinnamomum, Neolitsea

Notaphoebe, Ocotea, Oreodaphne

Parasassafras, Parthenoxylon, Persea

Phoebe, Phyllostemonodaphne, Pleurothyrium

Polyadenia, Potameia, Potoxylon

Povedadaphne, Ravensara, Rhodostemonodaphne

Sassafras, Schauera, Sextonia

Sinopora , Sinosassafras, Syndiclis

Tetranthera , Tylostemon , Umbellularia

Urbanodendron, Williamodendron

Wikispecies
O Wikispecies tem informações sobre: Lauraceae

Lauraceae se trata de uma das famílias botânicas, incluída no grupo das plantas angiospermas (=plantas com flores), com representantes amplamente conhecidos,tais como, abacate, canela-da-índia e louro. Este grupo vegetal está atualmente inserida no grande grupo das Magnoliídeas e pertencente à Ordem Laurales. De distribuição pantropical, rara nas regiões temperadas, representada por mais de 2.200 espécies, distribuídas em cerca de 45 gêneros. No Brasil, há registros de aproximadamente 441 espécies, agrupadas em 24 gêneros, com ocorrência em todas as regiões brasileiras, sendo 231 espécies endêmicas, ou seja, que apenas ocorrem naquele determinado local. Quanto aos tipos morfológicos, a grande maioria são árvores e arbustos, com exceção ao gênero Cassytha sendo do tipo liana parasítica (trepadeira parasita). O padrão de distribuição de folhas ao longo dos ramos (filotaxia) são do tipo alternas e espiraladas, as vezes opostas, e nunca dísticas, folhas simples, raramente lobadas, com venação perinérvea ou venação palmada. Este grupo vegetal possui cheiro característico nas folhas quando esmagadas, devido à presença de óleos aromáticos (terpenóides aromáticos), frequentemente com taninos.

Informações botânicas[editar | editar código-fonte]

Morfologia[editar | editar código-fonte]

Em geral são plantas de porte arbóreos ou arbustivos. Raro trepadeiras parasitas, esta apenas no gênero Cassytha. É uma família de vegetais que possuem propriedades aromáticas. Os nós dos traços foliares são unilacunares, com células esféricas esparsas contendo óleos aromáticos (terpenóides aromáticos), frequentemente com taninos, em geral com alcalóides benzil isoquinolínicos ou derivados da aporfina.

Folhas[editar | editar código-fonte]

Folhas de Lauraceae - Folhas simples

A morfologia das folhas com frequência são simples, raramente lobadas, e o padrão de distribuição das folhas nos ramos são geralmente alternas e espiraladas, ocasionalmente opostas e nunca dísticas. Venação perinérvea ou venação palmada e com todas as nervuras conectadas por tecido lignificado, lâmina com glândulas pelúcidas. Estípulas ausentes.

Flores[editar | editar código-fonte]

Flores de Lauaraceae - Ocotea sp.

Inflorescência em geral definida, axilar, às vezes pseudoterminal, raramente terminal, racemiforme, pseudo-umbela, raramente capitulada ou reduzida a uma única flor. Frequentemente as flores são pequenas, brancas, esverdeadas ou amarelas. São flores unissexuadas (= dioicas), bissexuadas, ou polígamas, simetria radial (actinomorfas), com um receptáculo côncavo, em geral trímeras, ou seja, peças florais em números de 3. Tépalas, geralmente 6, as vezes 4 em dois verticilos, raro 9 em 3 verticilos, iguais a desiguais (as externas menores), caducas precoce ou tardiamente, ou persistentes e aumentadas na cúpula do fruto. Estames, geralmente 3-12. Filetes frequentemente com pares basais de glândulas (estaminódios) que secretam néctar ou perfume, os três estames mais internos geralmente estão modificados neste tipo de estaminódios. Anteras abrindo por 2 ou 4 valvas que se curvam da base para cima e expõem o pólen pegajoso, em geral dimórficas. Os grãos de pólen desta família não possuem aberturas e a exina é reduzida a pequenos espinhos. As flores geralmente possuem apenas um único carpelo. Ovário do tipo súpero e placentação apical.

Fruto[editar | editar código-fonte]

Fruto drupa ou bacáceo (= fruto semelhante a bagas) de semente única, em geral associado com o receptáculo carnoso ou lenhoso e persistente, às vezes é possível observar as tépalas, com frequência contrastando na cor com o fruto. A base do fruto não possui cúpula ou cúpula pouco a muito desenvolvida, envolvendo-o total ou parcialmente. Embrião grande, com cotilédones carnosos. Endosperma ausente.

Fruto de Lauraceae
Fruto tipo bacáceo - Persea americana, o fruto do abacateiro. Utilizado na culinária brasileira, como também para uso medicinal.

Relações filogenéticas[editar | editar código-fonte]

[1]Lauraceae é uma das maiores famílias alocada na Ordem Laurales, que esta inserida no grande clado das Magnoliideas. No grupo das Magnoliideas, estão agrupadas 4 ordens: Magnoliales, Laurales, Canellales e Piperales. A Ordem Laurales possui aproximadamente 3.400 espécies, distribuídas em 7 famílias, segundo APG IV (2016) são elas: Siparunaceae; Gomortegaceae; Atherospermataceae; Hernandiaceae; Calycanthaceae; Monimiaceae; e Lauraceae. A ordem Laurales é considerada um grupo monofilético, sendo suas sinapomorfias morfológicas potenciais: nós dos traços foliares são unilacunares, folhas opostas, estaminódios no verticilo interno, pólen com aberturas esculpidas, receptáculo cupuliformehipanto e alguns detalhes da anatomia das sementes, sendo que algumas destas sinapomorfias se perderam em muitas espécies. A monofilia da Ordem Laurales é confirmada por análises cladísticas com base em caracteres moleculares e morfológicos [2](Doyle e Endress 2000; Hilu et al. 2003; Qiu et al. 1993, 2000, 2005; Renner 1999; Soltis et al. 2000).

Cladograma indicando as relações de parentesco da família Lauraceae

A família Calycanthaceae é o provável grupo-irmão de todas as outras Laurales [2](Doyle e Endress 2000; Renner e Chanderbali 2000). As outras famílias estão agrupadas no mesmo clado com base no compartilhamento das seguintes sinapomorfias morfológicas: grãos de pólen inaperturados, com exina fina e espinhosa, estames com pares de glândulas, anteras de deiscência valvar e presença de um único óvulo por carpelo [3](Donoghue e Doyle 1989; Doyle e Endress 2000; Renner 1999).

Lauraceae parece ser grupo irmão da família Hernandiaceae [1](Doyle e Endress 2000), embora estudos moleculares pareçam sustentar uma relação próxima com Monimiaceae [1](Renner 1999; Renner e Chanderbali 2000). Lauraceae possui diferenças morfológicas quando comparadas a família Monimiaceae, pois suas folhas são alternas e espiraladas, em Monimiaceae são opostas e serreadas, e pela presença de um único carpelo, quando em Monimiaceae são muitos carpelos. E quando comparadas a família Hernandiaceae, esta possui o ovário ínfero, enquanto nas Lauraceae o ovário é súpero, e quanto ao fruto, em Hernandiaceae são do tipo noz, e estão frequentemente associados com estruturas acessórias, já em Lauraceae o fruto é do tipo drupa.

Polinização[editar | editar código-fonte]

Moscas e abelhas são os polinizadores mais frequentes das flores da família Lauraceae, como também outros insentos, tais como os coleópteros e tisanópteros [4](Silva, 2009). Pares de estaminódios modificados na base dos estames produzem fragrância e/ou separam espacialmente os verticilos de estames, por vezes também secretam néctar. O fruto, que é do tipo drupa na família de Lauraceae são dispersos principalmente por aves, mas mamíferos também podem colaborar na dispersão. A cor do fruto e da cúpula costuma ser contrastante, assim aumentando a atratividade desses frutos.

Classificação biológica[editar | editar código-fonte]

Domínio Eukarya

Reino Plantae

Divisão (Filo) Magnoliophyta

Classe Magnoliopsida

Ordem Laurales

Família Lauraceae

Gêneros

Actinodaphne (161 espécies)

Aiouea (67 espécies)

Alseodaphne (98 espécies)

Aniba (92 espécies)

Apollonias (11 espécies)

Aspidostemon (30 espécies)

Beilschmiedia (355 espécies)

Benzoin (92 espécies)

Camphora (48 espécies)

Caryodaphnopsis (15 espécies)

Cassytha (61 espécies)

Chlorocardium (2 espécies)

Cinnadenia (2 espécies)

Cinnamomum (628 espécies)

Cryptocarya (488 espécies)

Dehaasia (58 espécies)

Dicypellium (3 espécies)

Dodecadenia (4 espécies)

Endiandra (151 espécies)

Endlicheria (85 espécies)

Eusideroxylon (4 espécies)

Gamanthera (1 espécie)

Hufelandia (15 espécies)

Hypodaphnis (1 espécie)

teadaphne (3 espécies)

Kubitzkia (2 espécies)

Laurus (331 espécies)

Licaria (114 espécies)

Lindera (158 espécies)

Litsea (649 espécies)

Machilus (173 espécies)

Malapoenna (167 espécies)

Mezilaurus (26 espécies)

Misanteca (78 espécies)

Mocinnodaphne (1 espécie)

Mutisiopersea (32 espécies)

Nectandra (328 espécies)

Neocinnamomum (13 espécies)

Neolitsea (130 espécies)

Notaphoebe (42 espécies)

Ocotea (761 espécies)

Oreodaphne (177 espécies)

Parasassafras (1 espécie)

Parthenoxylon (3 espécies)

Persea (429 espécies)

Phoebe (238 espécies)

Phyllostemonodaphne (1 espécie)

Pleurothyrium (61 espécies)

Polyadenia (18 espécies)

Potameia (31 espécies)

Potoxylon (1 espécie)

Povedadaphne (1 espécie)

Ravensara (38 espécies)

Rhodostemonodaphne (41 espécies)

Sassafras (17 espécies)

Schauera (1 espécie)

Sextonia (2 espécies)

Sinopora (1 espécie)

Sinosassafras (1 espécie)

Syndiclis (12 espécies)

Tetranthera (219 espécies)

Tylostemon (45 espécies)

Umbellularia (2 espécies)

Urbanodendron (3 espécies)

Williamodendron (4 espécies)

Ocorrência no Brasil[editar | editar código-fonte]

Das 2.200 espécies da família Lauraceae, cerca de 441 espécies estão distribuídas apenas no Brasil, com ocorrência predominante no domínio fitogeográfico da Amazônia. Dessas 441 espécies, [5]231 são classificadas como sendo espécies endêmicas, ou seja, ocorrem apenas nos domínios brasileiros.

[5]Segue lista de gêneros que ocorrem no Brasil

Aiouea Aubl.

Anaueria Kosterm.

Aniba Aubl.

Beilschmiedia Nees.

Caryodaphnopsis Airy Shaw

Cassytha L.

Cinnamomum Schaeff.

Clinostemon (A. Samp.) Kuhlm. & A. Samp.

Cryptocarya R.Br.

Dicypellium Nees & Mart.

Endiandra R. Br.

Endlicheri Nees

Licaria Aubl.

Mezilaurus Taub.

Nectandra Rol. ex Rottb.

Ocotea Aubl.

Paraia Rohwer et al.

Persea Mill.

Phoebe Nees

Phyllostemonodaphne Kosterm.

Pleurothyrium Nees

Rhodostemonodaphne Rohwer & Kubitzki

Sextonia van der Werff

Systemonodaphne Mez

Urbanodendron Mez

Williamodendron Kubitzki & H.G.Richt.

Importância econômica[editar | editar código-fonte]

No Brasil, as espécies da família Lauraceae possui grande importância econômica, principalmente na indústria madeireira, pois sua madeira é extraída e utilizada na fabricação de móveis de luxo [6](Rizzini,1971). Como também, é bastante comum a extração de óleos essenciais e alcaloides que são utilizados em perfumarias, produção de cosméticos e como matéria-prima de muitos fármacos [7](Marques 2001). Embora as Lauraceae sejam importantes componentes florestais em muitas partes do mundo, relativamente, algumas poucas espécies possui importância local. O produto notoriamente mais utilizado é o abacate, o fruto de Persea americana, que, além de ser consumido cru, em saladas, vitaminas, doces e alguns pratos salgados, do abacate também se extrai gordura, utilizada na fabricação de cosméticos. A espécie Laurus nobilis popularmente conhecido como louro, suas folhas são amplamente utilizadas, principalmente na culinária como tempero e chás. Por muito tempo, o principal produto econômico da família Lauraceae era a espécie Cinnamomum zeylanicum, a canela, dela é extraída principalmente a casca da árvore e utilizada como especiaria. Outras espécies do gênero Cinnamomum também é bastante utilizada como especiaria, sendo a cânfora (Cinnamomum camphora) uma das representantes mais conhecidas.

Aniba rosaeodora, o Pau rosa. Espécie arbórea amplamente explorada pela qualidade de sua madeira, e incluída na lista de espécies ameaçadas de extinção no Brasil

Outras espécies apreciadas por suas propriedades aromáticas e medicinais, são utilizadas também como condimentos. Sendo uma delas a espécie Dicypellium caryophyllaceum, popularmente conhecida como pau-cravo ou cravo-do-maranhão, que está incluída na “lista vermelha” de espécies ameaçadas de extinção, devido sua excessiva exploração no passado, principalmente para vias de exportação. Aniba rosaeodora, conhecida como pau-rosa também é uma das espécies incluidas na “lista vermelha”, dela extraída sua essência e utilizada na indústria de perfumaria nacional e internacional. Outras espécies amplamente exploradas e incluida na “Lista vermelha”, principalmente pela qualidade de sua madeira é a Mezilaurus itauba, conhecida como itaúba no Brasil, como também a Ocotea porosa, conhecida como imbuia.

Espécies ameaçadas de extinção no Brasil[editar | editar código-fonte]

Segundo o Centro Nacional de Conservação da Flora [1](CNCFlora), as espécies vegetais incluídas na “Lista vermelha” de espécies ameaçadas de extinção da família Lauraceae e sua distribuição no Brasil, são:

Espécies Regiões
Aiouea acarodomatifera Kosterm. Sudeste e Sul
Aiouea benthamiana Mez Norte (Amazonas, Pará, Acre e Amapá)
Aiouea bracteata Kosterm. Sudeste (São Paulo e Minas Gerais)
Aiouea lehmannii (O.C.Schmidt) S.S.Renner Norte (Acre)
Aiouea macedoana Vattimo-Gil Norte (Tocantins)
Aiouea piauhyensis (Meisn.) Mez Nordeste (Piauí), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul) e Sudeste (São Paulo)
Aiouea trinervis Meisn. Norte (Pará) Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul), Sudeste (São Paulo) e Sul (Paraná, Rio Grande do Sul)
Aniba ferrea Kubitzki Norte (Amapá e Amazonas)
Aniba heringeri Vattimo Nordeste (Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul) e Sudeste (Minas Gerais)
Aniba intermedia (Meisn.) Mez Nordeste (Bahia)
Aniba pedicellata Kosterm. Sudeste (Rio de Janeiro)
Aniba rosaeodora Ducke Norte (Amapá, Pará, Amazonas)
Aniba santalodora Ducke Norte (Amazonas)
Beilschmiedia linharensis Sa.Nishida & van der Werff Sudeste (Espírito Santo) e Nordeste (Bahia)
Beilschmiedia rigida (Mez) Kosterm. Nordeste (Bahia) e Sudeste (Espírito Santo, Rio de Janeiro)
Cinnamomum erythropus (Nees & Mart.) Kosterm. Sudeste (Minas Gerais)
Cinnamomum hatschbachii Vattimo-Gil Sul (Paraná, Santa Catarina)
Cinnamomum haussknechtii (Mez) Kosterm. Centro-Oeste (Goiás)
Cinnamomum quadrangulum Kosterm. Sudeste (Minas Gerais)
Cinnamomum stenophyllum (Meisn.) Vattimo-Gil Sudeste (São Paulo)
Cinnamomum taubertianum (Mez & Schwacke) Kosterm. Centro-Oeste (Goiás)
Cinnamomum tomentulosum Kosterm. Sudeste (Minas Gerais) e Nordeste (Bahia)
Cinnamomum triplinerve (Ruiz & Pav.) Kosterm. Nordeste (Ceará, Paraíba), Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo), Norte (Pará, Roraima) e Sul (Santa Catarina)
Dicypellium caryophyllaceum (Mart.) Nees Norte (Pará) e Nordeste (Maranhão)
Mezilaurus crassiramea (Meisn.) Taub. ex Mez Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás) e Sudeste (Minas Gerais e Espírito Santo)
Mezilaurus itauba (Meisn.) Taub. ex Mez Norte (Pará, Amazonas, Acre) e Centro-Oeste (Mato Grosso)
Mezilaurus navalium (Allemão) Taub. ex Mez Sudeste (Rio de Janeiro)
Nectandra angustifolia (Schrad.) Nees Nordeste (Bahia), Sudeste (São Paulo) e Sul (Paraná e Rio Grande do Sul)
Nectandra barbellata Coe-Teix. Sudeste (Espírito Santo e São Paulo)
Nectandra cissiflora Nees Norte (Pará, Acre), Nordeste (Pernambuco, Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo) e Sul (Paraná, Rio Grande do Sul)
Nectandra debilis Mez Sudeste (Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro)
Nectandra embirensis Coe-Teix. Norte (Amazonas)
Nectandra grandiflora Nees Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)
Nectandra grisea Rohwer Norte (Amazonas, Acre)
Nectandra hihua (Ruiz & Pav.) Rohwer Norte (Amapá, Pará, Amazonas, Tocantins, Acre), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo) e Sul (Paraná)
Nectandra impressa Mez Norte (Amazonas)
Nectandra japurensis Nees Norte (Amazonas)
Nectandra matogrossensis Coe-Teix. Nordeste (Bahia) e Centro-Oeste (Mato Grosso)
Nectandra micranthera Rohwer Nordeste (Bahia)
Nectandra paranaensis Coe-Teix. Sudeste (São Paulo) e Sul (Paraná)
Nectandra psammophila Nees Nordeste (Bahia) e Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro)
Nectandra spicata Meisn. Sudeste (Rio de Janeiro)
Nectandra venulosa Meisn. Sudeste (Minas Gerais)
Nectandra warmingii Meisn. Nordeste (Bahia), Centro-Oeste (Goiás, Distrito Federal) e Sudeste (Minas Gerais)
Nectandra weddellii Meisn. Sudeste (Minas Gerais e Rio de Janeiro)
Ocotea aciphylla (Nees & Mart.) Mez Norte (Amazonas, Tocantins, Rondônia), Nordeste (Maranhão, Pernambuco, Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Santa Catarina)
Ocotea basicordatifolia Vattimo-Gil Sudeste (São Paulo)
Ocotea beulahiae Baitello Sudeste (São Paulo)
Ocotea beyrichii (Nees) Mez Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro)
Ocotea bicolor Vattimo-Gil Sudeste (Minas Gerais, São Paulo) e Sul (Paraná, Santa Catarina)
Ocotea bragai Coe-Teix. Sudeste (São Paulo)
Ocotea catharinensis Mez Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)
Ocotea confertiflora (Meisn.) Mez Sudeste (Espírito Santo, Rio de Janeiro)
Ocotea cryptocarpa Baitello Sudeste (Espírito Santo)
Ocotea curucutuensis Baitello Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro)
Ocotea cymbarum Kunth Norte (Pará, Amazonas)
Ocotea daphnifolia (Meisn.) Mez Nordeste (Bahia) e Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro)
Ocotea felix Coe-Teix. Sudeste (São Paulo)
Ocotea frondosa (Meisn.) Mez Sudeste (São Paulo, Minas Gerais)
Ocotea lancifolia (Schott) Mez Norte (Tocantins), Nordeste (Bahia), Centro-Oeste (Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul)
Ocotea langsdorffii (Meisn.) Mez Sudeste (Minas Gerais)
Ocotea laxa (Nees) Mez Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná e Santa Catarina)
Ocotea lobbii (Meisn.) Rohwer Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná e Santa Catarina)
Ocotea mosenii Mez Sudeste (São Paulo)
Ocotea nectandrifolia Mez Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Santa Catarina)
Ocotea nunesiana (Vattimo-Gil) Baitello Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná)
Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) e Nordeste (Sul da Bahia)
Ocotea percoriacea Kosterm. Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais e Rio de Janeiro)
Ocotea polyantha (Nees & Mart.) Mez Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro)
Ocotea pomaderroides (Meisn.) Mez Norte (Tocantins), Nordeste (Bahia), Centro-Oeste (Goiás, Distrito Federal) e Sudeste (Minas Gerais)
Ocotea porosa (Nees & Mart.) Barroso Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná e Santa Catarina)
Ocotea puberula (Rich.) Nees Norte (Amapá, Pará, Amazonas, Tocantins, Acre), Nordeste (Bahia, Alagoas), Centro-Oeste (Goiás), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul)
Ocotea pulchella (Nees & Mart.) Mez Norte (Tocantins), Centro-Oeste (Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul)
Ocotea serrana Coe-Teix. Sudeste (São Paulo)
Ocotea silvestris Vattimo-Gil Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)
Ocotea tabacifolia (Meisn.) Rohwer Norte (Amazonas, Rondônia) e Sudeste (Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro)
Ocotea tristis (Nees & Mart.) Mez Norte (Tocantins), Centro-Oeste (Goiás), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo) e Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul)
Ocotea vaccinioides (Meisn.) Mez Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná e Santa Catarina)
Persea glabra van der Werff Nordeste (Bahia)
Persea obovata Nees & Mart. Sudeste (São Paulo)
Persea pedunculosa Meisn. Sudeste (Minas Gerais)
Persea punctata Meisn. Sudeste (São Paulo)
Persea rigida Nees & Mart. Sudeste (São Paulo)
Persea rufotomentosa Nees & Mart. Centro-Oeste (Distrito Federal)e Sudeste Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro)
Persea willdenovii Kosterm. Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro) e Sul (Paraná e Santa Catarina)
Phyllostemonodaphne geminiflora (Mez) Kosterm. Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro)
Rhodostemonodaphne capixabensis Baitello & Coe-Teix. Sudeste (Espírito Santo)
Rhodostemonodaphne parvifolia Madriñán Norte (Reserva Florestal Adolpho Ducke próximo de Manaus)
Rhodostemonodaphne recurva van der Werff Norte (arredores de Manaus, Amazonas)
Urbanodendron bahiense (Meisn.) Rohwer Nordeste (Bahia) e Sudeste (São Paulo e Rio de Janeiro)
Urbanodendron macrophyllum Rohwer Sudeste (Rio de Janeiro)
Urbanodendron verrucosum (Nees) Mez Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro)
Williamodendron cinnamomeum van der Werff Sudeste (Espírito Santo)

Informações adicionais, como também outras listas de espécies ameaçadas de extinção podem ser consultadas no site do Centro Nacional de Conservação da Flora

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. a b c JUDD, W.S.; Campbell, C.S.; Kellogg, E.A.; Stevens P.F.; Donoghue, M.J (2009). Sistemática Vegetal – um enfoque filogenético. Porto Alegre: Artmed. pp. 242–244 
  2. a b SOLTIS, D. E. (and 13 others) 2000 Angiosperm phylogeny inferred from a combined dataset of 18S rDNA, rbcL, and atpB sequences. Bot. J. Linnean Soc. 133, 381-461.
  3. DONOGHUE, M. J. & DOYLE, J. A. 1989 Phylogenetic studies of seed plants and angiosperms based on morphological characters. In The hierarchy of life: molecules and morphology in phylogenetic analysis (ed. B. Fernholm, K. Bremer & H. Jörnvall), pp. 181-193. Amsterdam: Elsevier Science.
  4. Silva, Aline Danieli da. «ECOLOGIA REPRODUTIVA E POLINIZAÇÃO POR TRIPES (THYSANOPTERA) EM Ocotea porosa (LAURACEAE), UMA ESPÉCIE AMEAÇADA DE EXTINÇÃO» (PDF). Dissertação (Mestrado em Ecologia e Conservação) - Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação. Consultado em 29 de janeiro de 2017 
  5. a b do Brasil, Flora. [http:r///floradobrasil.jbrj.gov.b «Lauraceae in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro»] Verifique valor |url= (ajuda). Consultado em 29 de janeiro de 2017 
  6. RIZZINI, C.T. (1971). Árvores e madeiras úteis do Brasil. São Paulo: Blücher. 286 páginas 
  7. MARQUES, C. A. «Importância Econômica da Família Lauraceae.» (PDF). Floresta e Ambiente. doi:8(1):195-206 Verifique |doi= (ajuda). Consultado em 29 de janeiro de 2017 


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