Mary Astor

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém fontes no fim do texto, mas que não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde setembro de 2009)
Por favor, melhore este artigo inserindo fontes no corpo do texto quando necessário.
Mary Astor
Mary Astor em trailer de The Hurricane.
Nome completo Lucile Vasconcellos Langhanke
Outros nomes The Cameo Girl
Rusty
Nascimento 3 de maio de 1906
Quincy, Illinois
Nacionalidade norte-americana
Morte 25 de julho de 1987 (81 anos)
Los Angeles (Califórnia), Estados Unidos
Ocupação Atriz
Atividade 1921 - 1980
Cônjuge Thomas Gordon Wheelock (1945 - 1955)
Manuel del Campo (1937 - 1942)
Dr. Franklyn Thorpe (1931 - 1935)
Kenneth Hawks (1928 - 1930)
Oscares da Academia
Melhor atriz coadjvante
1942 - The Great Lie
IMDb: (inglês)

Mary Astor (Quincy, 3 de maio de 1906Los Angeles, 25 de setembro de 1987) foi uma atriz norte-americana.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Mary Astor em matéria de uma revista argentina, 1934

Nascida Lucile Vasconcellos Laghanke, era filha de um imigrante alemão, Otto Ludwig Langhanke, e de uma estadunidense de Illinois, Helen Marie Vasconcellos, descendente de portugueses e irlandeses. Iniciou a carreira no cinema com pequenas participações, e muitas vezes não creditada, em 1921, no filme Sentimental Tommy ("Tommy, o Sentimental"), aos 15 anos de idade, em uma cena que acabou sendo cortada do filme.

Fez a partir de então pequenos papéis, até que em 1924 John Barrymore a impôs como sua parceira no filme Beau Brummel ("O Belo Brummel"). Teve uma vida agitada: um tempestuoso caso com Barrymore, quatro casamentos, foi vítima do alcoolismo e teve uma tentativa de suicídio. Quando foi ao tribunal lutar pela custódia da filha, na década de 30, a revelação de seu diário íntimo foi um dos grandes escândalos da época, e sua carreira sofreu uma queda.

Teve uma filha com o segundo marido, e um filho, Antonio, do terceiro casamento com Manuel del Campo.

Escreveu duas autobiografias: My Story e Life on Film, mas após uma doença cardíaca, começou a escrever novelas, num asilo para artistas, na Califórnia.

O trabalho da atriz, seja como heroína ou como vilã, misturava sempre sua beleza sombria com sensualidade. A consagração veio em 1941, com o Oscar de melhor atriz (coadjuvante/secundária) pela atuação no filme A Grande Mentira.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Premiações[editar | editar código-fonte]

  • Recebeu o Oscar de atriz (coadjuvante/secundária) em 1941, com o filme The Great Lie ("A Grande Mentira")

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • ALBAGLI, Fernando (1988). Tudo sobre o Oscar. Rio de Janeiro: EBAL. Edições Cinemin 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Mary Astor
Precedida por:
Jane Darwell
por The Grapes of Wrath
Oscar de melhor atriz (coadjuvante/secundária)
por The Great Lie

1942
Sucedida por:
Teresa Wright
por Mrs. Miniver
Este artigo sobre uma atriz é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.