Queima de sutiãs

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Denomina-se "Queima de sutiãs" (em inglês, "Miss America protest", ou simplesmente "bra-burning") a um protesto público, com a participação de cerca de 400 ativistas do "Women’s Liberation Movement" (WLM) quando da realização do concurso de "Miss America", em 7 de setembro de 1968, em Atlantic City, nos Estados Unidos da América.

História[editar | editar código-fonte]

Movimentos femininos de protesto já haviam sido registados desde a Antiguidade, em que mulheres lutavam em defesa de outras mulheres, porém tais protestos só se fortaleceram a partir da segunda metade do século XIX.

No século XX, a deslocação de mão-de-obra masculina para as frentes de batalha nos dois conflitos mundiais, que exigiu uma maior inserção da mulher no mercado de trabalho, reacendeu as lutas pelos direitos femininos.

Nos Estados Unidos, nas décadas de 1950 e 1960 o movimento tomou força e foi marcado por uma manifestação que chamou a atenção dos meios de comunicação, vindo a tornar-se emblemática.

Visando denunciar e acabar com a exploração comercial contra as mulheres, as ativistas aproveitaram a realização de um concurso de beleza que era percebido como veículo de uma visão arbitrária e opressiva em relação às mulheresː o "Miss America" de 1968. As ativistas dispuseram no chão do local do evento sutiãs, sapatos de salto alto, cílios postiços, sprays de laquê, maquilhagens, revistas femininas, espartilhos, cintas e outros objetos que simbolizavam a beleza feminina.

A "queima" propriamente dita nunca chegou a acontecer dado que, por se tratar de um espaço privado, não foi autorizada. Entretanto, a atitude das manifestantes foi incendiária, e o evento tornou-se lendário.[1]

Referências