Rio Acima

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Município de Rio Acima
Bandeira indisponível
Brasão de Rio Acima
Bandeira indisponível Brasão
Hino
Fundação 27 de dezembro de 1948
Gentílico rioacimense
Lema Rio Acima, um Sonho Real
Prefeito(a) Maria Auxiliadora (Dorinha)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Rio Acima
Localização de Rio Acima em Minas Gerais
Rio Acima está localizado em: Brasil
Rio Acima
Localização de Rio Acima no Brasil
20° 05' 16" S 43° 47' 20" O20° 05' 16" S 43° 47' 20" O
Unidade federativa Minas Gerais
Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte IBGE/2008 [1]
Microrregião Belo Horizonte IBGE/2008 [1]
Região metropolitana Belo Horizonte
Municípios limítrofes Caeté, Raposos, Nova Lima, Itabirito, Santa Bárbara
Distância até a capital 34 km
Características geográficas
Área 230,143 km² [2]
População 10 203 hab. https://cidades.ibge.gov.br/brasil/mg/rio-acima/panorama
Densidade 44,33 hab./km²
Altitude 753,70 m
Clima Tropical de altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,735 elevado PNUD/2000 [3]
PIB R$ 74 348,049 mil IBGE/2008[4]
PIB per capita R$ 8 648,14 IBGE/2008[4]

Rio Acima é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2018 é de 10.203 habitantes. Situa-se a 34 quilômetros de Belo Horizonte, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Possui diversas cachoeiras e nascentes. É a única cidade mineira com 100% do território localizado dentro da APA Sul - área de proteção ambiental que comporta 14 municípios da Grande BH.

Em sua divisa com Itabirito, encontra-se um dos mais relevantes trechos da Estrada Real. Trata-se da estrada que fazia a ligação entre Santa Bárbara e Ouro Preto através da única passagem na serra do Espinhaço. Esta passagem é um local conhecido como "Bocaina" e está localizado na serra do Gandarela, que faz parte da serra do Espinhaço. Sendo a única passagem para a Serra do Ouro Fino (Sta Barbara), os escravos fugitivos, na época do império, armavam ciladas para as tropas reais em busca de ouro, armas, animais de carga e suprimentos.

O então governador da província, Visconde de Barbacena, seguindo ordens de Portugal, construiu uma base para garantir a passagem onde hoje é conhecido como a "Fazenda da Casa de Pedra".

Cachoeira do Viana

Trabalho e Rendimento[editar | editar código-fonte]

Em 2016, o salário médio mensal era de 2.4 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 18.8%. Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 51 de 853 e 180 de 853, respectivamente. Já na comparação com cidades do país todo, ficava na posição 648 de 5570 e 1419 de 5570, respectivamente. Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 33.8% da população nessas condições, o que o colocava na posição 593 de 853 dentre as cidades do estado e na posição 3821 de 5570 dentre as cidades do Brasil.

Cachoeira do Índio

Educação[editar | editar código-fonte]

Em 2015, os alunos dos anos inicias da rede pública da cidade tiveram nota média de 6 no IDEB. Para os alunos dos anos finais, essa nota foi de 3.8. Na comparação com cidades do mesmo estado, a nota dos alunos dos anos iniciais colocava esta cidade na posição 449 de 853. Considerando a nota dos alunos dos anos finais, a posição passava a 779 de 853. A taxa de escolarização (para pessoas de 6 a 14 anos) foi de 96.7 em 2010. Isso posicionava o município na posição 634 de 853 dentre as cidades do estado e na posição 3987 de 5570 dentre as cidades do Brasil.

Trabalho e Rendimento[editar | editar código-fonte]

Em 2016, o salário médio mensal era de 2.4 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 18.8%. Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 51 de 853 e 180 de 853, respectivamente. Já na comparação com cidades do país todo, ficava na posição 648 de 5570 e 1419 de 5570, respectivamente. Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 33.8% da população nessas condições, o que o colocava na posição 593 de 853 dentre as cidades do estado e na posição 3821 de 5570 dentre as cidades do Brasil.

Educação[editar | editar código-fonte]

Em 2015, os alunos dos anos inicias da rede pública da cidade tiveram nota média de 6 no IDEB. Para os alunos dos anos finais, essa nota foi de 3.8. Na comparação com cidades do mesmo estado, a nota dos alunos dos anos iniciais colocava esta cidade na posição 449 de 853. Considerando a nota dos alunos dos anos finais, a posição passava a 779 de 853. A taxa de escolarização (para pessoas de 6 a 14 anos) foi de 96.7 em 2010. Isso posicionava o município na posição 634 de 853 dentre as cidades do estado e na posição 3987 de 5570 dentre as cidades do Brasil.

Saúde[editar | editar código-fonte]

A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 15.5 para 1.000 nascidos vivos. As internações devido a diarreias são de 0.3 para cada 1.000 habitantes. Comparado com todos os municípios do estado, fica nas posições 270 de 853 e 491 de 853, respectivamente. Quando comparado a cidades do Brasil todo, essas posições são de 1946 de 5570 e 3907 de 5570, respectivamente.

Território e Ambiente[editar | editar código-fonte]

Apresenta 83.6% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 44.9% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 25.6% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio). Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 166 de 853, 597 de 853 e 383 de 853, respectivamente. Já quando comparado a outras cidades do Brasil, sua posição é 778 de 5570, 4322 de 5570 e 1484 de 5570, respectivamente.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  4. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]