Tarzan, Lord of the Jungle

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Tarzan, Lord of the Jungle
Tarzan, O Rei da Selva (PT)
Tarzan,O Rei da Jângal (BR)
Autor(es) Edgar Rice Burroughs
País  Estados Unidos
Género Aventura
Série Tarzan
Ilustrador J. Allen St. John
Arte de capa J. Allen St. John
Editora A.C. McClurg
Lançamento 1928
Edição portuguesa
Editora Portugal Press
Edição brasileira
Tradução Godofredo Rangel
Editora Companhia Editora Nacional
Lançamento 1935
Cronologia
Tarzan and the Ant Men
Tarzan and the Lost Empire

Tarzan, Lord of the Jungle (Tarzan, O Rei da Jângal (título no Brasil) ou Tarzan, O Rei da Selva (título em Portugal)) é um romance de autoria do escritor norte-americano]] Edgar Rice Burroughs. Publicado em 1928, é o décimo-primeiro de uma série de vinte e quatro livros sobre o personagem Tarzan.[1]

Resumo[editar | editar código-fonte]

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Tarzan é capturado por beduínos traficantes de marfim, enquanto descansava nas costas de Tantor, o elefante. Liderados pelo xeque Ibn Jad, os beduínos estão à procura do lendário tesouro da cidade perdida de Nimmr. Enquanto discutem como eliminar Tarzan sem incorrer na ira de seus aliados selvagens, o senhor da selva é resgatado por Tantor.

Um safári atravessa a floresta, liderado por dois norte-americanos com diferentes objetivos. Enquanto James Blake deseja apenas fotografar animais, Wilbor Stimbol está atrás de troféus. Ao salvar um gorila caçado por Stimbol, Tarzan o expulsa de seus domínios.

Blake acaba por se perder da expedição e vai parar no secreto Vale do Sepulcro, onde descobre remanescentes de cruzados da época de Ricardo Coração de Leão, que habitam duas cidades beligerantes.

Blake é adotado pelos cavaleiros de Nimmr, que reconhecem sua nobreza e o treinam na arte militar. Logo, Blake está apaixonado pela bela princesa Guinalda.

Stimbol se junta ao bando de Ibn Jad, e essa canalha avança em direção a Nimmr, com intenção de saqueá-la. Tarzan, determinado a impedi-los, segue atrás.[1]

História editorial[editar | editar código-fonte]

Com o nome de Tarzan the Invincible, o romance foi escrito entre 13 de maio e 22 de julho de 1927.[1]

Apareceu inicialmente em seis números sucessivos da revista pulp Blue Book Magazine, de dezembro de 1927 até maio de 1928, já com o título definitivo. O ilustrador da edição de dezembro é desconhecido, mas a de janeiro é de J. Allen St. John, no que foi seu primeiro trabalho em revista sobre o personagem. Frank Hoban é o autor de todas as ilustrações internas.[1]

A primeira edição em livro saiu em 15 de setembro de 1928 pela A.C. McClurg, com tiragem de 7.500 exemplares, a menor dentre todas as obras de Burroughs publicadas por essa editora. Três novas reimpressões se seguiram no mesmo mês, todas com capa e ilustrações internas de J. Allen St. John. Tarzan, Lord of the Jungle foi a última narrativa de Burroughs a sair pela A.C. McClurg.[1]

No Brasil, o romance foi publicado pela Companhia Editora Nacional em 1935, sob o número 37 da respeitada coleção Terramarear, com tiragem de quinze mil exemplares. A tradução ficou a cargo de Godofredo Rangel, importante escritor mineiro da primeira metade do século XX. Cinco novas edições saíram do prelo entre 1947 e 1968, as três primeiras com dez mil e as duas últimas com cinco mil unidades cada.[2]

Em 1959, uma edição luxuosa foi lançada pela CODIL - Companhia Distribuidora de Livros, ilustrada por Manoel Victor Filho. A obra era parte de um pacote com onze outras aventuras de Tarzan publicadas por aquela editora.[2]

Em Portugal, o livro foi editado pela Portugal Press, sediada em Lisboa, que lançou também todas as demais histórias do herói.[2]

Adaptações[editar | editar código-fonte]

Quadrinhos[editar | editar código-fonte]

A primeira quadrinização foi na forma de tiras diárias, publicadas de 9 de fevereiro a 30 de maio de 1931, com ilustrações de Rex Maxon e roteiro de R.W. Palmer.[1]

A primeira adaptação em revistas em quadrinhos, bastante reduzida, foi lançada pela Gold Key nas edições de junho e julho de 1968 de "Tarzan of the Apes", ilustrada por Russ Manning e roteirizada por Gaylord Du Bois.[1] No Brasil, a EBAL lançou essa adaptação no final da década de 1960, na coleção Lança de Prata, com relançamento na edição de setembro de 1986 da revista "Tarzan".[3]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. a b c d e f g GRIFFIN, Scott Tracy, Tarzan: The Centennial Celebration, Londres: Titan Books, 2012, ISBN 9781781161692 (em inglês)
  2. a b c SILVA, Diamantino da e LOSSO, Umberto, Tarzan, O Mito da Liberdade, edição especial de Mocinhos & Bandidos, São Paulo, 1986
  3. MANNING, Russ (ilustrador), O Vale do Sepulcro, in Tarzan no. 20 (12a. série), Rio de Janeiro: EBAL, fevereiro de 1986

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Fanzim, Edição de Natal, editado por Anibal Barros Cassal, Porto Alegre, 1993