Circuito Mundial Masculino de Surfe

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de WCT)
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

O Circuito Mundial Masculino de Surfe[1][2][3][4] (em inglês: WSL Men's Championship Tour, World Men's Championship Tour, WCT, ASP World Tour) é uma competição internacional de surfe profissional organizado anualmente pela Liga Mundial de Surfe (em inglês: World Surf League, WSL) e é uma liga profissional de surfe.[5] Era organizada pela Associação dos Surfistas Profissionais (em inglês: Association of Surfing Professionals, ASP).[6] Corresponde à divisão de elite mundial e começou em 1992, quando a ASP decidiu dividir o Circuito Mundial em duas divisões: WCT e WQS. O australiano Peter Townend foi o primeiro a vencer a competição, quando este já era unificado, em 1976.

Regulamento[editar | editar código-fonte]

No WCT competem apenas os 36 melhores surfistas do mundo, seguindo este critério de classificação:

  • Os 22 primeiros colocados no ranking ao fim da temporada asseguram a permanência para o ano seguinte.
  • 2 surfistas recebem os “injury card”, ou seja, convites, por terem se machucado e, com isso, terem ficado de fora de algumas etapas.
  • 10 surfistas se classificam através do ranking do circuito acesso, o WQS.
  • 2 surfistas locais são convidados através do "wild card".

Durante alguns anos, foi criada a "Etapa Móvel", em que um ex-militar francês viaja o mundo todo em busca de ondas perfeitas; a que ele selecionar, irá ser uma atração do WCT, mas só em uma temporada. Para 2007 foi escolhida Arica, no Chile.

Campeões[editar | editar código-fonte]

Etapas[editar | editar código-fonte]

Etapas brasileiras[editar | editar código-fonte]

Anos[editar | editar código-fonte]

Vitórias Brasileiras no Masculino[editar | editar código-fonte]

Os brasileiros sempre estiveram marcando presença no Circuito Mundial de Surf. Mas até 1989, no Circuito Masculino, o Brasil só tinha duas vitórias em etapas do circuito, as duas no Arpoador, no Rio de Janeiro, no Waimea 5000, competição pioneira em levar os maiores surfistas do mundo ao Brasil, que fazia parte do circuito mundial organizado na época pela International Professional Surfing (IPS).

É nos Anos 1990, com uma nova geração de surfistas brazucas que as vitórias começam a acontecer com mais frequência. A maior sequência de vitórias acontece nos Anos 2010, com o estouro do que o circuito mundial batizou como Brazilian Storm (a Tempestade Brasileira), eclodindo no título mundial de Gabriel Medina em 2014, seguido pelo título de Adriano de Souza, o Mineirinho, em 2015, temporada que teve vitórias brasileiras em 6 etapas do circuito.

Tríplice Coroa Havaiana[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Tríplice Coroa Havaiana

Campeões do World Junior Championship (WJC)[editar | editar código-fonte]

Campeões do World Longboard Tour (WLT)[editar | editar código-fonte]

Campeões do Big Wave Tour (BWT)[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

Notas

  1. a b c d e No surfe, o Havaí é considerado uma nação à parte pela Associação dos Surfistas Profissionais.[8]

Referências

  1. Woohoo. «Woohoo - Etapa de Trestles tem confrontos definidos». www.woohoo.com.br (em inglês). Consultado em 25 de maio de 2017 
  2. «Surfista brasileira que disputará o WCT pelo Havaí chama atenção pela beleza nas redes sociais». Extra Online 
  3. «Mineirinho vence com folga no primeiro dia do Circuito Mundial de surfe no Rio - Esportes - Estadão». Estadão 
  4. «Sabrina Sato exibe as curvas com vestido curto e colado em coletiva de imprensa» 
  5. «World Surf League, Frequently Asked Questions, What is the WSL?». Consultado em 30 de agosto de 2015 
  6. «ASP History». ASP World Tour. Consultado em 30 de agosto de 2015. Arquivado do original em 1 de junho de 2015 
  7. «ASP World Tour». Consultado em 31 de maio de 2011. Arquivado do original em 30 de novembro de 2010 
  8. «Medina é o primeiro campeão mundial sem ter o inglês como idioma oficial». Folha de S Paulo. Consultado em 20 de dezembro de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]