Wikipédia Discussão:Projetos/Ciências sociais

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Conflito de edição em Violência doméstica[editar código-fonte]

Olá, estou a procura de uma mediação de conflito (o processo antigo de mediação não está mais ativo e foi sugerido aqui que em caso de novas disputadas fosse procurado o Wikiprojeto relacionado ao tema para mediação), eu e o usuário JMagalhães estamos em desacordo sobre uma afirmação do artigo supra, mas especificamente essa: Citação: Estatisticamente a violência contra a mulher é muito maior do que a contra o homem. Ele é a favor da permanência deste conteúdo, e eu sou a favor da mudança do conteúdo para Citação: Estatisticamente não há consenso na academia sobre que gênero (homem ou mulher) é o maior perpetrador ou vítima em casos de violência doméstica, com os resultados variando de acordo com a metodologia adotada e amostragem coletada. Eu argumento que a mudança que fiz no conteúdo do texto é suportada pela fonte que eu trouxe, e reforço meu argumento apontando o fato de que o conteúdo atual não é corroborado por nenhuma das duas fontes atualmente usadas para sustenta-lo. JMagalhães afirma que na página de discussão do artigo (Onde a fonte que eu utilizo para sustentar minha sugestão de mudança pode ser encontrada na íntegra) que a ONU corrobora a afirmação por ele defendida, mas eu reitero que as duas fontes atualmente usada para sustentar esta afirmação (incluindo a da ONU) não a corrobora. Ele afirma que amostras representativas a nível global dão suporte a tal afirmação, mas ele não trouxe nenhum estudo com amostragem representativa a nível global sobre esse assunto. Ele aponta o fato dos estudos que discordam da afirmação de que mulheres são mais vitimadas do que homens foram feitos em países desenvolvidos e que tiveram sua metodologia de coleta de amostra criticados, e eu reitero que, no artigo que cito como fonte, os dois pontos de vista dominante sobre o assunto, incluindo o que defende a afirmação que ele deseja manter no artigo, tem sua metodologia e forma de coleta de amostra criticados, e por este motivo a minha sugestão de mudança me parece ser a mais coerente em relação a realidade encontrada na academia, que é a de ausência de consenso sobre que gênero é mais perpetrador ou vítima de violência doméstica. --Skeptikós (discussão) 21h32min de 13 de setembro de 2017 (UTC)

Ou então as pessoas podem simplesmente ler a discussão. As vítimas de violência doméstica são na sua esmagadora maioria mulheres e é isto que a esmagadora maioria das fontes e dos dados vai afirmar. Os estudos citados na fonte que indicou são estudos isolados que usam uma metodologia controversa. Aliás, se lesse a fonte que indicou até ao fim, em vez de escolher a dedo parágrafos descontextualizados, veria que a própria fonte expõe o problema. Não tenho nada contra citar esses estudos, desde que o faça de forma contextualizada e com o devido WP:PESO. O que não pode é substituir afirmações evidentes ou inventar que "não há consenso". JMagalhães (discussão) 21h39min de 13 de setembro de 2017 (UTC)
Discordo, nenhuma fonte que aponte as mulheres como a maioria esmagadora das vítimas está presente no trecho do artigo que você deseja manter. A fonte da ONU por exemplo versa sobre a quantidade de mulheres vitimadas, mas sem comparar este número com a quantidade de vítima masculina. Na verdade, o artigo da ONU se quer menciona algo sobre vítimas masculinas em seu texto. O artigo que eu trouxe, cita o resultado de diversos estudos, um deles inclusive com mostragem representativa a nível nacional nos EUA. E como eu disse, assim como críticas são feitas aos artigos e estudos que defendem a simetria de gênero ou prevalência de homens como vítimas e mulheres como agressoras, ou seja, aqueles que discordam da afirmação que você deseja manter no artigo, críticas também são feitas aos estudos e artigos que apresentam resultados com mulheres representando a maioria esmagadora das vítimas e homens como a maioria esmagadora dos agressores. Estes artigos são criticados por partirem de um pressuposto enviesado de que os homens são o problema, por ignorarem a opinião masculina, ao realizarem entrevistas somente com mulheres, e por coletarem a sua amostragem em ambientes viciados (como casas de abrigo de violência doméstica para mulheres), ou seja, estes estudos e artigos são criticados por darem peso indevido a opinião feminina, partir de pressuposto enviesado e conter amostra viciada. --Skeptikós (discussão) 22h21min de 13 de setembro de 2017 (UTC)
Se tem dúvidas, consulte o texto da Wikipédia em inglês, que tem fontes, tanto na introdução como na secção "demographics". Além disso, a violência doméstica é quantificável com dados. Só para dar um exemplo, em 2016 em Portugal 81,9% das vítimas de violência doméstica foram do sexo feminino. JMagalhães (discussão) 22h36min de 13 de setembro de 2017 (UTC)
Já consultei, e está perspectiva entra em conflito com a perspectiva também recheada de fontes que defendem a existência de uma simetria de gênero nos casos de violência doméstica. O artigo que você deu como exemplo versa sobre as vítimas que procuram assistência a uma associação de ajuda a vítimas de violência doméstica, sendo que uma das criticas aos dados coletados esta forma é a de que produzem uma amostra viciada, já que neste caso mulheres são muito mais encorajadas do que homens a procurarem ajuda nestes serviços. Além disso, estes serviços são criados pensando nas mulheres, não nos homens. A maioria dos abrigos de violência doméstica, por exemplo, não aceitam se quer a receber homens. Nos EUA, até 2014, em um universo de mais de dois mil abrigos para vítimas de violência doméstica, apenas um aceitava receber homens que se apresentavam como vítimas de violência doméstica, nos outros eles eram simplesmente impedidos de receberem assistência. --Skeptikós (discussão) 23h23min de 13 de setembro de 2017 (UTC)
Eu proponho que o conteúdo fruto da disputa seja apresentado desta forma (com a fonte usada por mim para sustentação apresentada juntamente ao mesmo para confronto): Citação: Atualmente dois pontos de vista dominam o estudo dos casos de violência doméstica entre parceiros, o ponto de vista feminista e a perspectiva da sociologia da família. Estudos feministas apontam os homens como sendo significativamente mais agressivos do que as mulheres, enquanto os estudos de sociólogos da família apontam para uma simetria de gênero (homens e mulheres seriam igualmente violentos contra seus parceiros) nos casos de violência doméstica. A diferença nos resultados se dá na diferença de metodologia utilizada por essas duas correntes, como a metodologia adotada na coleta de dados amostrais. Enquanto feministas entrevistam em profundidade mulheres vítimas, sociólogos da família realizam sondagens aleatórias porta a porta ou através de ligações telefônicas á população em geral. A perspectiva feminista é criticada por concentrar-se em mulheres vítimas já identificadas ou em contato com serviços de atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica, o que poderia inflar os números. Já os sociólogos da família são criticados com o fato de muitas das pessoas se recusarem a responder seus inquéritos e pelo fato dos entrevistados pelo telefone poderem mentir caso o parceiro esteja por perto. Outra crítica a este sistema é a de que ele ignora o contexto, as motivações o significado e as consequências dos atos violentos.
Se você discorda da forma como fora apresentado, que mudanças sugere serem realizadas no conteúdo? --Skeptikós (discussão) 23h30min de 13 de setembro de 2017 (UTC)
No fenómeno da violência doméstica existem dados e existe especulação. Os dados são os números oficiais e não têm qualquer ideologia ou corrente de pensamento por trás. Por exemplo, em 2016 em Portugal houve 20400 agentes de violência homens contra apenas 3510 mulheres. Isto são factos inquestionáveis e têm por base a atuação da polícia. A proporção M/F é relativamente semelhante em todo o mundo. Isto são dados reais. Não é nenhuma "perspetiva".
Obviamente, os cientistas sociais podem especular e apresentar hipóteses ou teorias que expliquem ou interpretem estes dados oficiais. E é apenas aqui que surgem as perspetivas que você vê mencionadas na fonte que indicou. É na forma de estudar e interpretar os dados e o fenómeno da violência. Você está a querer pegar numa das perspetivas de estudo e problematização do fenómeno para se sobrepor aos dados oficiais. Não pode. Ou pode, desde que isso fique claro.
O que tem que ficar claro no artigo é que as mulheres são a esmagadora maioria das vítimas porque são esses os dados e os factos. Depois é que pode citar que existem estudos que defendem que os números oficiais podem não ser representativos da realidade. É simples. JMagalhães (discussão) 00h06min de 14 de setembro de 2017 (UTC)
Se este é o seu ponto, pode ser adicionado a proposta de mudança minha, no início do texto, que Citação: Em Portugal, segundo o Instituto Nacional de Estatística, agentes/ suspeitas/os identificadas/os em crimes de violência doméstica contra o cônjuge ou análogo registados pela PSP e GNR são em sua maioria homens. E logo depois vem o texto que indiquei como sugestão, concorda com esses termos? --Skeptikós (discussão) 02h04min de 14 de setembro de 2017 (UTC)
O ponto não é Portugal nem dados específicos de qualquer país. Favor ler novamente. JMagalhães (discussão) 07h54min de 14 de setembro de 2017 (UTC)
Se você trazer alguma fonte que fale sobre dados de países em geral eu estou disposto a iniciar o texto dizendo que segundo estes dados os registros de violência doméstica entre parceiros apontam os homens como constituindo a maioria dos agressores. E depois adiciono o conteúdo sugerido por mim. Neste caso seria até bom adicionar este conteúdo em uma nova seção intitulada "Violência doméstica entre parceiros íntimos". --Skeptikós (discussão) 16h09min de 14 de setembro de 2017 (UTC)
Há todo um artigo na en.wiki apenas sobre os números... en:Epidemiology of domestic violence. JMagalhães (discussão) 16h15min de 14 de setembro de 2017 (UTC)
No artigo sugerido por você, apenas em dois países (Estados Unidos e Reino Unido) foi afirmado que o número de mulheres que relatavam serem vítimas de violência doméstica superava o dos homens (Na maior parte da demografia descrita apenas o número de vítimas femininas era informado, e em outros onde houve comparação de gênero, foi encontrado simetria de gênero, como no caso do Canada, por exemplo). Mas como você trouxe o exemplo de Portugal, poderíamos adiciona-lo a mudança sugerida a iniciando desta forma (tudo referenciado, evidentemente): Citação: Nos Estados Unidos, na Inglaterra, e em Portugal registros apontaram as mulheres como significativamente mais vitimadas do que os homens em casos de violência doméstica. No entanto, estudos descobriram que os homens são muito menos propensos a reportar a vitimização nessas situações. Atualmente dois pontos de vista dominam o estudo dos casos de violência doméstica entre parceiros, o ponto de vista feminista e a perspectiva da sociologia da família. Estudos feministas apontam os homens como sendo significativamente mais agressivos do que as mulheres, enquanto os estudos de sociólogos da família apontam para uma simetria de gênero (homens e mulheres seriam igualmente violentos contra seus parceiros) nos casos de violência doméstica. A diferença nos resultados se dá na diferença de metodologia utilizada por essas duas correntes, como a metodologia adotada na coleta de dados amostrais. Enquanto feministas entrevistam em profundidade mulheres vítimas, sociólogos da família realizam sondagens aleatórias porta a porta ou através de ligações telefônicas á população em geral. A perspectiva feminista é criticada por concentrar-se em mulheres vítimas já identificadas ou em contato com serviços de atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica, o que poderia inflar os números. Já os sociólogos da família são criticados com o fato de muitas das pessoas se recusarem a responder seus inquéritos e pelo fato dos entrevistados pelo telefone poderem mentir caso o parceiro esteja por perto. Outra crítica a este sistema é a de que ele ignora o contexto, as motivações o significado e as consequências dos atos violentos. O que acha do texto descrito desta forma?--Skeptikós (discussão) 17h26min de 14 de setembro de 2017 (UTC)

────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────JMagalhães, você aprova o conteúdo como sugerido acima ou tem alguma sugestão de alteração ou crítica a fazer? --Skeptikós (discussão) 14h04min de 18 de setembro de 2017 (UTC)

Devido a aparente desistência do usuário JMagalhães em encontrar uma solução em que nós dois concorde sobre o nosso conflito, peço para que os usuários Leon saudanha, Luizengmec e Luan opinem sobre a sugestão de mudança feita por mim e as considerações feitas pelo usuário JMagalhães. Escolhi vocês por terem sido os últimos três usuários que participaram de discussões aqui neste projeto, e espero que este critério de escolha seja considerado neutro. --Skeptikós (discussão) 16h52min de 19 de setembro de 2017 (UTC)
Pessoal, em especial JMagalhães, eu vim aqui a procura de orientação e mediação em busca de um consenso sobre a mudança que desejo fazer no artigo supra, pois houve conflito de edição no mesmo com o usuário JMagalhães e eu desejo que este conflito seja resolvido da forma correta, mas estou vendo esforço apenas de minha parte, já que ninguém se ofereceu ou respondeu aos chamados para mediar o conflito (Leon saudanha, Luizengmec e Luan), e o usuário com o qual eu estava em conflito (Jmagalhães) não mais respondeu os meus comentários. Se eu não receber nenhuma resposta até amanhã vou entender que não há mais contestações em relação as alterações que fiz no conteúdo que desejo adicionar ao verbete, e por tanto farei a alteração caso ninguém se oponha até amanhã, gostaria de deixar isso registrado para evitar acusações posteriores de que eu esteja violando regras ou forçando meu ponto de vista sobre os dos outros. --Skeptikós (discussão) 18h03min de 21 de setembro de 2017 (UTC)
Caro, já respondi extensamente na página de discussão. Não sei o que mais pretende que diga... JMagalhães (discussão) 18h34min de 21 de setembro de 2017 (UTC)
Gostaria de saber se você concorda com este conteúdo para substituir o que você inicialmente deseja manter: Citação: Nos Estados Unidos, na Inglaterra, e em Portugal registros apontaram as mulheres como significativamente mais vitimadas do que os homens em casos de violência doméstica. No entanto, estudos descobriram que os homens são muito menos propensos a reportar a vitimização nessas situações. Atualmente dois pontos de vista dominam o estudo dos casos de violência doméstica entre parceiros, o ponto de vista feminista e a perspectiva da sociologia da família. Estudos feministas apontam os homens como sendo significativamente mais agressivos do que as mulheres, enquanto os estudos de sociólogos da família apontam para uma simetria de gênero (homens e mulheres seriam igualmente violentos contra seus parceiros) nos casos de violência doméstica. A diferença nos resultados se dá na diferença de metodologia utilizada por essas duas correntes, como a metodologia adotada na coleta de dados amostrais. Enquanto feministas entrevistam em profundidade mulheres vítimas, sociólogos da família realizam sondagens aleatórias porta a porta ou através de ligações telefônicas á população em geral. A perspectiva feminista é criticada por concentrar-se em mulheres vítimas já identificadas ou em contato com serviços de atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica, o que poderia inflar os números. Já os sociólogos da família são criticados com o fato de muitas das pessoas se recusarem a responder seus inquéritos e pelo fato dos entrevistados pelo telefone poderem mentir caso o parceiro esteja por perto. Outra crítica a este sistema é a de que ele ignora o contexto, as motivações o significado e as consequências dos atos violentos. Eu não posso iniciar dizendo que no geral ou globalmente os registros apontam as mulheres como significativamente as maiores vítimas como você deseja, pois isso não é suportado por nenhuma fonte indicada por você, por isso iniciei enumerando os países onde algum registro ou fonte apontou as mulheres como as maiores vítimas e depois segui com o conteúdo que apresenta as duas perspectivas dominantes sobre o assunto. --Skeptikós (discussão) 20h40min de 21 de setembro de 2017 (UTC)
Symbol support vote.svg Concordo com o trecho apresentado. Não acompanhei em detalhes a discussão, mas me parece equilibrado o texto proposto. De resto, sugiro mudar o início da última frase para "Outra crítica a este sistema é ignorar o contexto […]" e apenas pergunto se realmente está nas fontes esses denominações das correntes opostas (feministas X sociólogos de família), isso porque são várias as correntes do feminismo. --Luan (discussão) 15h11min de 23 de setembro de 2017 (UTC)
Se não leu a fonte, como pode concordar? JMagalhães (discussão) 15h14min de 23 de setembro de 2017 (UTC)
Porque está mais esmiuçado, o que dilui questões de parcialidade e generalizações problemáticas. --Luan (discussão) 21h02min de 23 de setembro de 2017 (UTC)
Não percebi. Leu a fonte ou não? Como sabe se dilui se não leu? JMagalhães (discussão) 21h05min de 23 de setembro de 2017 (UTC)
Luan, a parte que pretendo incluir no artigo pode ser corroborada a partir da página 9 até a 13 do artigo citado abaixo, as demais informações, como os números relativos a Inglaterra, EUA e Portugal mais a informação de que homens são menos propensos a denunciarem, são corroborados pelas fontes indicadas pelo JMagalhães, pelo Instituto Nacional de Estatística de Portugal e no artigo da wiki anglofônica.
--Skeptikós (discussão) 14h05min de 24 de setembro de 2017 (UTC)
JMagalhães, vou ser honesto com você, eu procurei bastante mas não encontrei uma fonte se quer que corroborasse a afirmação que você deseja manter no texto de que de modo geral ou global as mulheres são mais vitimadas do que os homens em casos de violência doméstica. Mesmo me limitando a dados referentes a denuncias apenas, não consegui encontrar uma fonte que desse suporte a esta afirmação. Logo, caso você não tenha conhecimento de uma fonte assim, não vejo motivos para não fazer as alterações sugeridas por mim na citação acima, que está perfeitamente corroborada pelas fontes e apresenta o assunto de maneira equilibrada, descrevendo dos dois pontos de vista dominantes na academia a respeito deste fenômeno que é a violência doméstica entre parceiros. --Skeptikós (discussão) 18h11min de 27 de setembro de 2017 (UTC)

Nome da página de Violência doméstica no Brasil[editar código-fonte]

Olá a todos! Estamos precisando de outras opiniões, pois estamos em dúvida a respeito do título da página. Por favor, verifique o caso e dê sua opinião. Comuna de Paris (discussão) 14h11min de 7 de outubro de 2017 (UTC)

@Comuna de Paris: Discussão extremamente longa, com alterações decorridas desde o início. Duvido que alguém vá acompanhar. Pode indicar um resumo do problema em poucas linhas? JMagalhães (discussão) 14h17min de 7 de outubro de 2017 (UTC)
Vou tentar ser o mais breve e completo possível. Um dos editores traduziu do artigo en:Domestic violence in Brasil para Violência contra a mulher, pendendo o artigo para uma perspectiva exclusivamente brasileira. Percebendo isso, começo a discussão que citei, sem perceber que houve tradução, mas sim, que o artigo tinha uma visão exclusivamente brasileira e movi a página para violência contra a mulher no Brasil. Após perceber a tradução, achei melhor mover para violência doméstica no Brasil, conforme a interwiki e porque verifiquei que seria mais adequado, pois o conceito "violência contra a mulher" engloba outros tipos de violência também, como estupros, casamentos forçados, etc. Mas os editores em geral alegam que mesmo com esse título, ficaria inadequado, pois não trata outros tipos de violência doméstica, como por exemplo, contra crianças, idosos, etc. Por isso toda a discussão, que é confusa, pois começou desde o tempo em que o conteúdo estava em violência contra a mulher. Comuna de Paris (discussão) 14h31min de 7 de outubro de 2017 (UTC)
A mim a questão parece-me muito simples. Não percebo o dilema. Deve haver dois artigos: Violência doméstica no Brasil e Violência contra a mulher no Brasil. São conceitos diferentes, embora seja evidente que entre os dois existe um elemento comum: a violência doméstica contra mulheres é simultaneamente um tópico de violência doméstica e violência contra mulheres.
Parece-me que a discussão se deve focar em organizar e distribuir o conteúdo corretamente entre os dois artigos, e não em títulos. JMagalhães (discussão) 14h52min de 7 de outubro de 2017 (UTC)
Sim, esse é o maior problema e que esqueci de comentar anteriormente. Não se sabe como distribuir as informações entre os artigos. Comuna de Paris (discussão) 14h57min de 7 de outubro de 2017 (UTC)
@Comuna de Paris: Mencionou que houve uma tradução de en:Domestic violence in Brazil. Onde está atualmente essa tradução inicial? Pergunto isto porque o artigo inglês é praticamente todo sobre violência doméstica, incluindo violência conjugal, violência sobre os filhos, parentes, etc. Portanto, suponho que a origem do problema tenha estado em conteúdo que foi posteriormente acrescentado a essa tradução inicial e que, isso sim, misturou violência doméstica com violência sobre a mulher. JMagalhães (discussão) 15h07min de 7 de outubro de 2017 (UTC)
A tradução encontra-se atualmente em Violência doméstica no Brasil e que originalmente, foi traduzido para violência contra a mulher, que nesse momento, encontra-se no estado anterior da tradução. Comuna de Paris (discussão) 15h17min de 7 de outubro de 2017 (UTC)

Pessoal, fui convidado a participar desta discussão, mas não o farei, pois a discussão sobre a organização de seis dos artigos sobre este complexo tema, está correndo aqui, e é onde tenho dado minhas sugestões. Sendo assim, não vejo porque repetir aqui, as opiniões e sugestões que lá coloquei. PauloMSimoes (discussão) 17h36min de 7 de outubro de 2017 (UTC)