Wry

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WRY
Informação geral
Origem Sorocaba, São Paulo
País  Brasil
Gênero(s) Rock alternativo
Indie rock
Shoegaze
Pop
Pop rock
Guitar
Post-punk
Período em atividade 1994 - 2010 - hiato - 2014 - atual
Gravadora(s) AC30 (UK)
Monstro Discos
OAR
Integrantes Mario Bross, Luciano Marcello, Willian Leonotti, Italo Ribeiro.
Página oficial http://www.wrymusic.online

WRY é uma banda brasileira de rock alternativo que debutou na cena independente em 1994 tocando no Festival Juntatribo II, em Campinas/SP e, sob a influência de bandas como The Jesus and Mary Chain, Sonic Youth e My Bloody Valentine, lançaram em fevereiro de 1995, seu primeiro trabalho a demo-tape intitulada Morangoland. Desde então, até 2009, mantiveram uma carreira ativa entre álbuns e shows pelo Brasil e Inglaterra. Depois de um hiato que durou de 2010 a 2014 voltaram a lançar material inédito, compilações, videoclipes e a fazer turnês, incluindo novos shows pela Inglaterra, Portugal, Espanha e Brasil.

História[editar | editar código-fonte]

O início[editar | editar código-fonte]

Em 1993, em Sorocaba/SP, a primeira fagulha para o surgimento do Wry é acesa quando os cinco amigos Mario C. T. Silva (Mario Bross), Luciano Marcello, Flavio Medeiros, Luís O. Costa (Chokito) e Renato Bizar leem, no jornal O Estado de S. Paulo, uma matéria sobre o Festival Juntatribo, onde figuravam várias bandas com nomes em inglês, língua na qual Mário se sentia mais inspirado para compor na época.

Envolvidos pelo modo de vida e pela sonoridade, microfonia e distorção de bandas como The Jesus and Mary Chain e Sonic Youth,[1] em setembro de 1993, resolvem formar uma banda, o Piso Sonoro, mas somente no ano seguinte e com a saída de Flávio é que o projeto se concretiza e, assim, surge o Wry.

Em 1994, com várias músicas compostas e ensaios ainda no começo, recebem a notícia de que Sérgio Vanalli, um dos organizadores do festival Juntatribo (aquele da reportagem d'O Estado de S. Paulo) estava de mudança para Sorocaba, e o melhor, estava selecionando as bandas para a segunda edição do festival. Movidos por aquela chama inicial, fazem amizade com Sérgio e ensaiam incansavelmente durante seis meses com o objetivo de ser uma das bandas selecionadas para a edição de 1994 daquele festival tão inspirador. Mas antes da estreia, em julho de 1994, fazem seu primeiro show da carreira em Santos/SP, indicados ao promotor do evento pelo próprio Sérgio Vanalli. O primeiro passo estava dado.

Juntatribo[editar | editar código-fonte]

Ao lado das bandas Garage Fuzz, Killing Chainsaw, Pelvs, Brincando de Deus, Loop B, Lucrezia Borgia, Relespública, Little Quail and The Mad Birds, Virna Lisi, Língua Chula, Câmbio Negro e Planet Hemp, o Wry faz a sua estreia em um grande festival e tem seu nome repercutido por todo o Brasil, por meio da cobertura da MTV Brasil, pelos maiores jornais do país e por veículos especializados. Nesse momento, o nome "Wry" começa a fazer parte da cena independente nacional.[2]

Direct e Morangoland[editar | editar código-fonte]

A primeira gravação do Wry foi lançada em fita-cassete. Intitulada Morangoland conta com 11 músicas (Somersault, Hawkmoon, Irônica, Wry, Under the Sky, Distortion in My Mirror, Kill me Again, You Kill me Baby, Do You Dance With Me? - ao vivo, Nocturnal e My Bloody Marble). O Jornal O Estado de S. Paulo publica a primeira resenha sobre um trabalho da banda.

Mas é no palco onde a banda se destaca, recebendo inúmeros elogios pelas performances cheias de energia e assim, seu nome, vai se tornando cada vez mais conhecido, afinal, desde os primeiros lançamentos, são poucas as fases em que não estiveram fazendo shows ou com o pé na estrada.

Em 1998, lançam o álbum Direct, a estreia da banda em CD. Produzido por Alejandro Marjanov (responsável pelos hits da banda Os Ostras) conta com 10 músicas: Sleeper, Redshoes, Under the Sky, She Gets Souls, Do You Dance With Me? Give Your Sex, Rocks Like a Little Stones, Distortion, Plumas & Paetês e Nightclub. Sendo duas regravações da primeira fita-cassete. O trabalho é recebido de forma positiva pela crítica especializada em revistas e jornais de todo o Brasil, mas a mais célebre foi publicada no jornal O Estado de S. Paulo com o seguinte título: "Wry não está nem ai para o Caetano", se referindo a escolha do Wry em cantar em inglês, contrariando a nova cena nacional de rock, que surgia na época, onde as bandas misturavam sons tradicionais brasileiros com guitarras distorcidas.

Redshoes foi eleita a música de trabalho desse álbum, tendo um videoclipe, dirigido por Cleiner Micceno, (conhecido produtor de "filmes B"), veiculado diversas vezes pela MTV Brasil e por outros programas de música alternativa da TV brasileira. Redshoes é até hoje pedida pelos fâs da banda nos shows pelo Brasil. Outras faixas desse CD tiveram grande repercussão, principalmente no interior do estado de São Paulo na região de abrangência da Rádio Rock 89 FM, onde as músicas "Under the Sky" e "Do you dance with me?" foram tocadas diariamente em sua programação normal.

Os shows que vieram depois do lançamento do álbum de estreia, foram importantes para a carreira da banda. Dividiram palco com figuras conhecidas do rock brasileiro como Pin Ups, Hateen, Garage Fuzz, Jota Quest, Ira, entre outras, E tocaram com bandas internacionais em turnês pelo Brasil como Man or Astroman?, Make Up e Superchunk.

O álbum conceitual Heart-experience e o Circadélica[editar | editar código-fonte]

Com o álbum Heart-experience em processo de pós-produção, iniciam, em outubro de 2000, o seu pré-lançamento com cinco shows pelo nordeste brasileiro. Foram 17 dias dentro de um automóvel Corsa, tocando em Salvador, Aracaju, João Pessoa, Fortaleza e Teresina. Animados com a repercussão, resolvem se aventurar ainda mais, viajando por estradas conhecidas e desconhecidas do Brasil com a turnê denominada Goo Goo Meginee Tour.

Lançado oficialmente em 2001 pela gravadora Tamborete Entertainment, a convite de Rafael Ramos (um dos sócios do selo, atualmente na DeckDisk), Heart-experience foi recebido novamente muito bem pela crítica especializada, rendendo ao Wry diversos convites para inúmeros programas da MTV Brasil, TV Cultura, TV Aliança Paulista (Atualmente TV TEM / Globo) e da 89FM Radio Rock. Definitivamente, a partir desse momento, o Wry se torna um dos expoentes do rock alternativo brasileiro seguindo em frente com uma agenda de shows sempre lotada.

No meio de toda essa agitação, ainda em 2001, apoiados pela LINC (Lei de Incentivo a Cultura), realizam em junho no centro da cidade de Sorocaba um festival chamado Circadélica, onde foi montada uma lona de circo, além de toda infra-estrutura de banheiros e pequenas barracas de comércio e alimentação. Foram dois dias de rock com 27 bandas divididas em dois palcos, um deles sob a lona e outro numa casa noturna (na época chamada Voyage) localizada a poucas quadras do evento. A entrada era franca e compareceram mais de 4.000 pessoas, sendo arrecadadas 4 toneladas de alimentos, destinados aos mais necessitados.[3] Entre as bandas estavam: Wry, Garage Fuzz, Thee Butcher’s Orchestra, Pelvs, Astromato, Maybees (agora Ludov), Holly Tree, Grenade, Walverdes, MQN, Biggs, Prole entre outras.

2001 era ano em que os quatro amigos do Wry iriam realizar seu segundo sonho, que individualmente vinha sendo nutrido muito antes da banda se juntar: viver em Londres.

Londres[editar | editar código-fonte]

As turnês brasileiras, Ellus, o álbum Flames in the Head e a saída de Renato Bizar[editar | editar código-fonte]

No final de 2001, a banda viaja para Londres, acompanhados de vários amigos (a Goo Goo Gang) onde pretendem viver por alguns anos, estudar e recomeçar o Wry na cidade que foi uma de suas inspirações desde o início. Fazem 9 shows nos primeiros 9 meses que permanecem na Inglaterra, antes de voltar ao Brasil para a turnê I Love and Hate You Tour em agosto de 2002. No mesmo ano de 2002, o CD Heart-experience é relançado, agora pela Monstro Discos e Fitas Magnéticas, com uma música inédita, Deep into the shadows of our mind, mais Waiting room: Have a sit, Distancity, 77:00, The new rádio station no. 1, Jesus Beggar, That's me on the corner, You know why, Her substance, ...in the breeze (here's the guilty, here's the beauty), Beautiful sickness, Begging you - get zonked, Sliced loving night, Man in black, Ultra-Sense - Take a ride on my little bike, That's me on the corner (acoustic version) e The new rádio station no. 1 (short version).

Depois do sucesso da turnê brasileira tocando em casas lotadas por todo o Brasil, voltam a Londres e descobrem que as coisas estavam apenas começando a acontecer. Logo após seu retorno, recebem um convite de Tom O'Connor, empresário americano que vivia em Londres e havia visto o último show da banda antes de embarcarem para o Brasil. Aceitam o convite e a parceria dura três anos, influenciando a banda de forma positiva, na composição e em suas metas para a carreira e a vida.

Entre 2002 e 2006, o Wry já se sente em casa na cena londrina, tocando com bandas importantes como The Cribs, The Subways, The Rakes e The Parkinsons, além de um memorável show no Museu de Arte Moderna de Liverpool, a Tate Liverpool, onde participaram tocando, ao vivo, a trilha sonora da obra "Assume Vivid Astro Focus" - que também é o pseudônimo de um artista brasileiro mundialmente conhecido.

Lançaram alguns singles independentes recebendo críticas positivas da mídia inglesa como as das revistas Disorder, Artrocker, Playlouder, Rockfeedback, Time Out, Drowned in Sound e do jornal Metro. Nesse mesmo período, Stuart Nicholls, fotógrafo muito respeitado em Londres, se torna o fotografo oficial da banda.

Após lançar na Inglaterra o EP Come and Fall (no Brasil em vinil pela Monstro Discos), curiosamente a banda recebe outros dois convites em um mesmo dia.

Tim Wheeler, vocalista da banda irlandesa Ash, que havia escutado o EP, e Gordon Raphael, produtor dos dois primeiros álbuns dos Strokes, que havia "descolado" alguns MP3 da banda na internet, queriam trabalhar com o Wry.[4]

Das colaborações de Tim Wheeler e Gordon Raphael mais a produção da própria banda, o Wry lança, em dezembro de 2005, Flames in the Head fazendo uma pequena turnê pelo Reino Unido e uma turnê extensa pelo Brasil batizada de Wry em Chamas no Brasil, culminando com o show[5] no Auditório do Parque do Ibirapuera em São Paulo, tocando ao vivo sob a direção de Bia Lessa, no desfile da grife Ellus,[6] o principal daquela noite no São Paulo Fashion Week.

Um Wry mais maduro é notado nesse álbum de 10 faixas: In the hell of my Head, Come and fall, Don't you ever call on my name again, Airport girl, Cancer, Pictures of you, Powerless, Bad bad bad, Softly slow e Sabrina. Três músicas de trabalho foram definidas: In the hell of my Head, Come and fall e Cancer. E se tornam grandes hits.

O videoclipe de In the hell of my head, dirigido por Rodrigo Rigoni em Londres, é veiculado diversas vezes na MTV Brasil, trazendo a banda novos fãs, que nunca tiveram a oportunidade de ver o Wry em sua faceta mais inspiradora: o palco.

Baleias e Tubarões: o Futuro[editar | editar código-fonte]

Novamente, em 2006, o Wry estava de volta a Londres. Em julho desse mesmo ano, por motivos particulares, é anunciada a saída de Renato Bizar, que por 12 anos esteve à frente da bateria da banda. Temporariamente a bateria foi assumida por Josh Morgan dos The Subways. Em outubro, André Barbosa (ex-baterista da banda, de Porto Alegre, Good Morning Kiss), fâ e amigo do Wry, assume as baquetas.

Com André, uma nova química se forma e rapidamente quatro novas músicas são compostas e em março de 2007 são postadas no site da banda no Myspace, com a produção de Jon Hassuike, Mario Bross e Luciano Marcello. Em pouco tempo recebem três propostas de selos ingleses e em agosto, desse mesmo ano, lançam seu primeiro CD oficial nas lojas da Inglaterra: Whales and Sharks, pela gravadora ClubAC30, com distribuição no Japão, EUA e outros Países do mundo.

O début inglês do Wry recebe ótimas criticas da mídia britânica, sendo as execuções de Different from me, por Steve Lamacq e de Sister, por Tom Robinson, na BBC[7] as de maior destaque.

Fazem vários shows, e notam o crescimento do número de fãs ingleses, principalmente depois do lançamento do EP Whales and Sharks. Dentre os vários shows de lançamento, os de maior repercussão foram quando dividiram as noites com The Subways,[8] Los Hermanos[9] e Ash.[10] Entre shows e lançamentos, entram em estúdio para compor novas músicas.

Em 2008 iniciam a gravação de vinte novas faixas e pela primeira vez, algumas letras são em português.

Brasil[editar | editar código-fonte]

National Indie Hits, She Science e o retorno ao Brasil[editar | editar código-fonte]

Em 2009, o Wry retorna ao Brasil depois de 8 anos na Inglaterra trazendo na bagagem dois álbuns: She Science e National Indie Hits. Esse último, trata-se de um tributo às bandas independentes brasileiras, que teve as gravações e mixagens finalizadas em 2008 - entre as 13 faixas, figuram os covers de bandas como Killing Chainsaw, Low Dream, brincando de deus, Pin Ups, entre outras;

She Science marca pela estreia da banda cantando em português em músicas como Dois Corações e o Sol, Longitude, Lábios Trêmulos, Beatriz, Disorder e Luzes (Godspeed); Completam o álbum de 11 faixas: Nothing's Changed, Touch, Answers, Whirlwind e Seeds. A tour para divulgação do She Science se iniciou em abril de 2009, com um show lotado no StudioSP na cidade de São Paulo, e passou por diversos estados brasileiros com a volta do Renato Bizar na bateria. Nesse ano de 2009 por motivos particulares a banda faz uma turnê com apenas 15 datas. Não promovendo assim o novo álbum como almejavam.

No mesmo ano o fotógrafo inglês que acompanhou a banda durante todos os anos londrinos, Stuart Nicholls, lança o livro “WRY in the UK 2002-2008”, uma história fotográfica dos anos em que a banda morou na Inglaterra.

O fim, Deeper in a Dream e o recomeço[editar | editar código-fonte]

Ao mesmo tempo muito ocupados com a abertura de sua própria casa de shows, o Asteroid, e também desiludidos com precariedade de algumas casas de shows para conseguirem reproduzir o álbum She Science, em maio de 2010 a banda chega ao fim. Chokito retorna à Inglaterra.

Quatro anos mais tarde, em 2014, a banda anuncia o retorno e lança o EP em fita-cassete Deeper in a Dream, com faixas inéditas e gravadas em 2008 em seu estúdio em Londres. São cinco novas músicas, Deeper in dream, Regresso, Nossa história começa agora, Everybody's dancing e Waves.

Em 2015 a banda toca em dezenas de cidades pelo Brasil, incluindo a Virada Cultura de São Paulo, sendo a banda principal do palco Dia da Música. Também fazem shows no exterior, como três shows do festival espanhol Privamera Sound, cinco shows por Portugual e volta à Londres onde tocam no bar The Lexington com casa cheia e outro show em Liverpool.

O recomeço marca por algumas trocas na banda. William Leonotti assume o baixo no lugar do Chokito, Andre Zanini e Renato Bizar, de volta, revezam a posição de baterista nos shows.

WRY lança singles novos durante a pandemia do Coronavírus[editar | editar código-fonte]

Durante o ano de 2019, os quatro integrantes da banda, Mario Bross, Luciano Marcello, William Leonotti e Italo Ribeiro, se juntam a João Antunes, técnico de som da banda, e entram em estúdio para gravar um disco novo com músicas em português e inglês.

Em 2020 ainda sem nenhum show, devido a pandemia do Coronavírus, a banda lança os primeiros singles dessa gravação, que são as músicas Travel e Morreu a Esperança, essa última um lançamento do selo Balaclava, e assina com a gravadora americana OAR (Boogarins, Carne Doce, Fan Modine, Particle Kid).

NOITES INFINITAS[editar | editar código-fonte]

O ano de 2020 é marcado pelo lançamento do álbum Noites Infinitas. O disco possui 10 faixas cantadas em na língua portuguesa e inglesa. Os gêneros que influeciam todo o disco continuam sendo o Rock Alternativo, o Pós-Punk e o Shoegaze. As faixas: Travel, Tumulto, barulho e confusão; Morreu a esperança, I feel invisible, Man in the mirror, Uma pessoa comum, Absluta incerteza, Weapon in my hand, I can change e Desculpe-me por ser assim.

As músicas, todas inéditas, foram compostas a partir de 2017. Todo o material foi ensaiado no próprio estúdio da banda, Deaf Haus, que foi onde em 2019, o arranjaram e gravaram. Como o espaço pertence a banda, não teve pressão alguma e o grupo conseguiu, divididos em vários períodos durante o ano, finalizar o trabalho. A produção é assinada pelo vocalista e guitarrista, Mario Bross. A mixagem e masterização foram feitas por João Antunes entre janeiro e março de 2020

Integrantes[editar | editar código-fonte]

  • Mario Bross - vocal e guitarra
  • Luciano Marcello - guitarra
  • Willian Leonotti - baixo
  • Italo Ribeiro - bateria
  • Renato Bizar - bateria
  • André Barbosa - bateria
  • Chokito - baixo

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns[editar | editar código-fonte]

  • Direct (1998)
  • Heart-Experience (2000)
  • Flames in the Head (2005)
  • National Indie Hits (2008)
  • She Science (2009)
  • Noites Infinitas (2020)

Eps[editar | editar código-fonte]

  • Come and Fall (2004)
  • Whales and Sharks (2007)
  • Deeper in a Dream (2014)

Compilações[editar | editar código-fonte]

  • Whales, Sharks and Dreams (2015)

Singles[editar | editar código-fonte]

  • Sister/Different from me (2007)
  • She's Falling (2017)
  • Life is Like a Dream (2017)
  • Under your Skin (2018)

Demos[editar | editar código-fonte]

  • Morangoland (1995)

Referências

  1. «Wry: Mário Bross». 3:AM Magazine. 31 de janeiro de 2008. Consultado em 2 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 22 de abril de 2008  |wayb= e |arquivodata= redundantes (ajuda); |wayb= e |arquivourl= redundantes (ajuda)
  2. Rosa, Fernando. «Youtube traz shows do lendário festival Junta Tribo, realizado nos anos 90». Senhor F. Consultado em 2 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  3. Canuto, Jean (15 de junho de 2001). «Festival Circadélica celebra a cultura independente». www1.folha.uol.com.br. Folha de S.Paulo. Consultado em 2 de janeiro de 2019 
  4. R. Smith, Abonico. «Entrevista de Mário Bross ao Portal Rock Press». Rock Press. Consultado em 2 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  5. «Banda de rock Wry assina trilha sonora da Ellus, na SPFW». Erikapalomino. 9 de janeiro de 2006. Consultado em 2 de janeiro de 2019. Arquivado do original em 2 de agosto de 2009  |wayb= e |arquivodata= redundantes (ajuda); |wayb= e |arquivourl= redundantes (ajuda)
  6. Vasone, Carolina (20 de janeiro de 2006). «Ellus faz show com superprodução no auditório do Ibirapuera». UOL. Consultado em 2 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 8 de julho de 2012 
  7. [1] - Playlist de Tom Robinson (BBC). A oitava música tocada na programação aquela noite foi "Sister", do Wry.
  8. Ellie H. (24 de agosto de 2006). «The Subways - Live (The Sunshine Underground / Wry)». Consultado em 2 de janeiro de 2019. Arquivado do original em 2 de março de 2008  |wayb= e |arquivodata= redundantes (ajuda); |wayb= e |arquivourl= redundantes (ajuda)
  9. «Los Hermanos no Oi Noites Cariocas». www.loshermanos.blogger.com.br. Globo.com. 17 de dezembro de 2006. Consultado em 2 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 18 de junho de 2008 
  10. Wallace, Trina (9 de julho de 2007). «Wednesday 04/07/07 Ash, Wry @ KOKO, London». www.gigwise.com. Gigwise. Consultado em 2 de janeiro de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Flag of Brazil.svgGuitarra masc.png Este artigo sobre uma banda ou grupo musical do Brasil é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.