Eritromicina

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Composição química

A eritromicina (erythromycinum) é uma das substância antibacteriana do grupo dos macrolídeos.[1] Foi descoberta em 1952 por McGuire e sua equipe.[2]

Indicações[editar | editar código-fonte]

A eritromicina é utilizada frequentemente em infecções por Streptococcus, Haemophilus influenzae, Mycoplasma pneumoniae, Legionella pneumophila, em uretrites não gonocócitas e no acne vulgaris.

Atividade Antimicrobiana[editar | editar código-fonte]

A eritromicina é habitualmente bacteriostática, mas em altas concentrações pode ser bactericida contra microrganismos muito sensíveis.

Efeitos colaterais[editar | editar código-fonte]

Pode causar diárréias devido a modulação intestinal. A eritromicina estimula os receptores da motilina, que é um hormônio que promove estimulo da acetilcolina no músculo liso intestinal. Má-disposição, náuseas e desconforto abdominal.

Precauções[editar | editar código-fonte]

A eritromicina pode não estar aconselhada a mulheres grávidas ou a amamentar, bem como a doentes hepáticos e renais graves ou com alterações do ritmo cardíaco. No caso de hipersensibilidade a este medicamento, deve ser evitada a sua toma futura.

Interações Medicamentosas[editar | editar código-fonte]

  • Potencializa os efeitos da carbamazepina, dos corticosteróides e da digoxina.
  • Pode aumentar o tempo de protrombina ao ser administrada com anticoagulantes orais.
  • O uso concomitante de eritromicina com clindamicina, clindamicina ou cloranfenicol pode resultar em uma inibição competitiva.

Classificação[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

  1. P.R.Vade-mécum ABIMIP 2006/2007
  2. Goodman & Gilman. As bases farmacológicas da terapêutica. [tradução da 10. ed. original, Carla de Melo Vorsatz. et al] Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2005.
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