Espinha bífida
| Espinha bífida | |
|---|---|
| Classificação e recursos externos | |
| CID-10 | Q05, Q76.0 |
| CID-9 | 741, 756.17 |
| OMIM | 182940 |
| DiseasesDB | 12306 |
| eMedicine | orthoped/557 |
| MeSH | C10.500.680.800 |
Espinha bífida (do latim spina bifida (espinha bifurcada)) é uma malformação congênita provocada por um fechamento incompleto do arco vertebral embrionário. É uma das lesões mais comuns da medula espinhal, podendo ocorrer em toda a extensão da coluna espinhal, já que não há proteção óssea. A espinha bífida geralmente vem acompanhada de outros problemas como:
- Hidrocefalia,
- Paralisia flácida;
- Diminuição da força muscular;
- Atrofia muscular;
- Diminuição ou abolição dos reflexos tendíneos;
- Diminuição ou abolição da sensibilidade exterioceptiva e proprioceptiva;
- Incontinência dos esfíncteres de reto e bexiga;
- Malformações de origem paralítica e congênita.
A prevalência é de um nascimento para cada 800 (no Brasil em 2007, segundo DataSUS). Em um terço dos casos, a causa pode estar associada a fatores genéticos; em metade dos casos, desconhece-se a causa. O primeiro procedimento do tratamento da espinha bífida é o fechamento da medula, feito geralmente em até 48 horas após o parto do paciente. Uma equipe multidisciplinar geralmente deve acompanhar o tratamento de outros problemas que acompanham a espinha bífida.1