Fala Brasil

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Fala Brasil
Informação geral
Formato Telejornal
Género Jornalismo
Classificação etária sem classificação etária
Duração 60 minutos (edição diária)
90 minutos (edição especial)
País de origem Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Douglas Tavolaro
Apresentador(es) Roberta Piza e
Carla Cecato (edição diária)

Eduardo Ribeiro e
Patrícia Costa (edição especial)
Narrador(es) Roberta Piza
Carla Cecato
Tema de abertura instrumental
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil Rede Record
Emissora(s) de
televisão lusófona(s)
Mostrar lista
Transmissão original 1990- Presente
Portal Séries de televisão · Portal Televisão
Projeto Televisão

Fala Brasil é um telejornal matutino brasileiro, produzido e exibido pela Rede Record e Record News diariamente. Estreou em 1990 sob o comando de Silvia Poppovic. Passou por diversas modificações no formato e atualmente é apresentado por Carla Cecato e Roberta Piza.

Índice

[editar] História

Em 1990, logo que a Rede Record foi comprada por Edir Macedo, um jornalístico com este nome foi lançado, apresentado por Silvia Poppovic, que vinha do SBT. Na época, a audiência foi insatisfatória e, além disso, Silvia mudou-se para a Rede Bandeirantes, decretando o fim desta primeira fase do programa, sobre a qual não há muitas informações.

Em 5 de maio de 1998 o nome foi reaproveitado em um novo jornalístico, inspirado no então novo formato do Bom Dia Brasil, da Rede Globo e nos similares norte-americanos, como o Good Morning America, mesclando o noticiário nacional com receitas e apresentações musicais. A parte jornalística era apresentada por Doris Giesse, e na bancada do programa ficavam Rosana Hermann, Rafael Moreno, Renata Vianello, Duda Seidl, Virgínia Novicki e Bob Floriano. O formato original do Fala Brasil seria reaproveitado pela Record, anos depois, nos programas Tudo a Ver e Hoje em Dia.

Durante o ano de 1999 a Record tentou fazer frente ao Fantástico com o Fala Brasil - Edição de Domingo, apresentado por José Luiz Datena, Adriana de Castro e Rosana Hermann, porém sem grande sucesso.

Em 2001, com a contratação de Mônica Waldvogel e Miguel Dias, o Fala Brasil passa a ter o formato atual, mudando apenas os apresentadores no ano seguinte, devido ao falecimento de Miguel Dias, que foi substituído por Rodolpho Gamberini, e da ida de Mônica para o SBT, com Janine Borba entrando em seu lugar. Depois, passou a ser apresentado também por Alexandre Giachetto e Fernanda Fernandes.

Em meados de 2004 o programa passou a ser apresentado por Janine Borba e Marcos Hummel[1]. Depois, em 2006, Janine foi substituída por Luciana Liviero.

Em 2007 passou a ter uma edição aos sábados[2]. No ano de 2008, chegou a ter uma edição dominical[3] que ficou pouco tempo no ar.

Em 2009 Luciana Liviero foi substituída por Carla Cecato [4]; e Marcos Hummel foi substituído por Roberta Piza. No mesmo período, estreou novo cenário.

Em 2010 Carla Cecato é substituída por Thalita Oliveira, pois Carla cumprirá licença-maternidade [5]. A partir de 27 de setembro passou a ser transmitido em HD.

Em maio, a apresentadora do bloco de esportes, Thalita Oliveira, deixou o programa[6] e vai para a Record News[7].

Alguns estados do Brasil tem versões do telejornal, como o Fala Pará e até na TV Record Portugal, intitulado Fala Portugal.

[editar] Audiência

Em junho de 2010, o telejornal fechou um ano na liderança no seu horário na Grande São Paulo, de acordo com dados do Ibope. A média do período foi de 7 pontos.[8] Em novembro do mesmo ano, por sua vez, foi divulgado que o programa estava há dezesseis meses ocupando a liderança no ranking de audiência na Região Metropolitana de São Paulo, também de acordo com dados consolidados do Ibope.[9]

No dia 26 de novembro o telejornal registrou uma das maiores audiência de sua história no Rio de Janeiro, devido à Guerra no Rio, o Fala Brasil conseguiu 16 pontos de média, com picos de 20, contra 9 da Rede Globo, que ficou em segundo lugar na capital carioca. Esse índice assemelhou ao do dia 29 de novembro, que também conseguiu 16 pontos de média contra 11 da Globo no Rio de Janeiro. Em São Paulo, os índices foram baixos comparados com o Rio de Janeiro, mas também garantiu a liderança para a Rede Record no dia 29 de novembro, o telejornal registrou 10 pontos, com picos de 12, contra 7 da Rede Globo, na capital paulista.[10]

Em dezembro, o telejornal perde a liderança no IBOPE após 17 meses a frente da concorrente Rede Globo[11].

Referências

[editar] Ligações externas

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