Flávio Gomes

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Flavio Gomes
Nome completo Flavio Magliari Gomes
Nascimento 15 de Julho de 1964 (49 anos)
São Paulo São Paulo
Nacionalidade Brasil Brasileira
Ocupação jornalista, piloto, escritor, humorista, professor e apresentador

Flavio Magliari Gomes (São Paulo, 15 de Julho de 1964) é um jornalista, piloto, escritor, humorista, professor e apresentador. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo. [1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreira no jornal Popular da Tarde. Passou pelas rádios Rádio Cultura e USP fazendo programas de ciência para a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).

Foi contratado pela Folha de S.Paulo, onde trabalhou de 1986 a 1994 como redator, depois como editor-assistente, editor-adjunto, editor e repórter especial de Esporte. Em 1988, teve uma curta passagem pela revista Placar, que segundo o próprio, era seu sonho no jornalismo, como editor.[1]

Em 1994, após algumas participações na Rádio Jovem Pan AM, passou a ser comentarista onde ficou até 2001. Em 2002 foi para a Rádio Bandeirantes, onde permaneceu até o final de 2005, quando parou de viajar, cobrindo Fórmula 1.[1]

Na televisão, trabalhou na ESPN Brasil de 2005 até 2013. Era comentarista de automobilismo e apresentador dos programas "Bate-Bola" e "Pontapé Inicial". Passou também pelo jornal Lance!, de 1997 à 2010[1] .

Depois de demitido da ESPN, voltou a trabalhar na televisão em 2014, quando foi contratado pelo Fox Sports Brasil como comentarista.

Final da Carreira na ESPN[editar | editar código-fonte]

Flávio foi demitido no dia 9 de Setembro de 2013 após se envolver em discussões sobre a partida entre Grêmio 3x2 Portuguesa válida pela 19° rodada do Brasileirão 2013[2] . No incidente, Flávio incluiu em sua conta de twitter mensagens contra o Grêmio e seu presidente, Dr. Fábio Koff, além de mensagens de baixo teor direcionadas ao povo gaúcho em geral e ofensas de baixo calão à profissionais de imprensa (narrador e comentarista) do Premiere FC (canal das Organizações Globo), emissora esta que transmitia a partida em canal fechado para todo o Brasil. [3]

Outras informações[editar | editar código-fonte]

Foi um dos fundadores da categoria de automobilismo Classic Cup em 2003. Flavio corria com um DKW branco número 96 no estilo das antigas carreteiras. Esse carro hoje descansa em um museu no Rio Grande do Sul. Hoje em dia participa da competição a bordo de um Lada, apelidado de Meianov (devido ao número 69 que o piloto-jornalista utiliza).[4]

Desempenha, também, o papel de professor de Jornalismo na FAAP, além de escrever no anuário AutoMotor Esporte, de seu colega Reginaldo Leme, desde a primeira edição, publicada em 1992.

Flavio Gomes também escreveu o livro de crônicas "O Boto do Reno" (editora LetraDelta, 2005)[5] , mantém um blog [6] e o site Grande Prêmio no portal MSN [7] , fruto de sua agência Warm Up, que chegou a cobrir a F-1 para 70 jornais do Brasil, além de um perfil no Twitter [8] .

Possui uma coleção de aproximadamente 30 carros antigos sendo um entusiasta das marcas Lada, DKW e afins.


Referências