Guerra Greco-Turca de 1919-1922

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Guerra Greco-Turca (1919-1922)
Guerra de Independência Turca
Greko-Turkish-Afyon-1920.png
Guerra de trincheira durante a Guerra Greco-Turca
Data maio de 1919 - outubro de 1922
Local Anatólia ocidental
Desfecho Vitória turca; Tratado de Lausanne.
Casus belli Partilha do Império Otomano
Perdas territoriais Terras cedidas inicialmente à Grécia e que pertenciam ao Império Otomano são devolvidas à República da Turquia. Troca de populações entre os dois países.
Combatentes
Flag of Kingdom of Greece.PNG Grécia Flag of Turkey.svg Revolucionários Turcos
Comandantes
Leonidas Paraskevopoulos,
Anastasios Papoulas,
Georgios Hatzianestis
Ali Fethi Okyar,
İsmet İnönü,
Mustafa Kemal Atatürk,
Fevzi Çakmak
Forças
Máximo empregado ~180 000 (12 divisões) desconhecido (estimativa ~150 000 a 350 000 incluindo irregulares)
Baixas
24 240mortos, 48 880 feridos, 18 085 desaparecidos[1] 20 540 mortos
10.000 feridos

A Guerra Greco-Turca de 1919-1922, também chamada de Guerra da Ásia Menor ou como a campanha grega da guerra de independência turca é o nome dado a uma série de confrontos militares ocorridos entre maio de 1919 e outubro de 1922, durante a partilha do Império Otomano, ocorrida ao término da Primeira Guerra Mundial. A guerra foi travada entre a Grécia e os revolucionários turcos do Movimento Nacional Turco, que posteriormente fundaria a República da Turquia.

A campanha grega foi iniciada depois que os Aliados, especialmente o primeiro-ministro britânico David Lloyd George, haviam prometido à Grécia território que pertencia ao Império Otomano. Ao fim da guerra a Grécia foi forçada a devolver todos os territórios conquistados durante o confronto, e iniciou um processo de troca de populações com a recém-fundada República da Turquia, de acordo com o Tratado de Lausanne - processo que deixou marcas nas sociedades dos países, e acirrou ainda mais as rivalidades já existentes.

Tratado de Paz[editar | editar código-fonte]

O Tratado de Lausanne foi negociado depois que as forças aliadas pressionaram pela renegociação do Tratado de Sèvres, após ver os revolucionários turcos vencerem-nas separadamente em três campanhas militares diferentes (além dos gregos, os armênios e os franceses foram derrotados pelos turcos). Este novo tratado reconheceu a independência da república turca e a sua soberania sobre a Trácia Oriental e a Anatólia.

Na literatura e nas artes[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. History of the Campaign of Minor Asia, General Staff of Army, Diretorado de História do Exército, Atenas, 1967

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas ==[editar | editar código-fonte]