Música da Argentina

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A música da Argentina possui uma longa história e muitas variantes locais e regionais, e abarca origens e influências muito diversas. Dentro das formas musicais mais conhecidas internacionalmente está o tango, que se desenvolveu em Buenos Aires e arredores, porém no chamado interior do país (as provincias) é mais forte a música folclórica. A partir da década de 60 se desenvolveu uma variante própria do rock, cantado em espanhol, conhecido como rock nacional; na mesma época começou-se a cultivar amplamente a chamada balada romântica latinoamericana.

A música clássica e a ópera têm amplo espaço, com compositores e intérpretes de renome mundial e o Teatro Colón de Buenos Aires, como ponto de referência.

Outros estilos musicais cultivados na Argentina são a música dos povos originários, o bolero, o jazz, o reggae, a música eletrônica, a cumbia, etc.

A música folclórica, o pop e a música clássica também são populares, e artistas argentinos como Mercedes Sosa e Atahualpa Yupanqui contribuíram grandemente para o desenvolvimento da nueva canción. O rock argentino também o levou ao aparecimento de uma boa cena de rock no país.

Clássica[editar | editar código-fonte]

A Orquestra Filarmônica de Buenos Aires está estabelecida no Teatro Colón. Fundada em 1946, é considerada uma das orquestras mais prestigiosas da nação e da América Latina. Recebeu inúmeros prêmios em seus quase 70 anos de existência. Outra orquestra de prestígio é a Orquestra Sinfônica Nacional Argentina.

Músicos eruditos argentinos conhecidos incluem Alberto Willians, conhecido por sua fusão de estilos nativos com a música clássica, e Alberto Ginastera, considerado um dos mais importantes da América Latina. Outros músicos notáveis incluem a pianista Martha Argerich, o violinista Alberto Lysy, a guitarrista Maria Isabel Siewers, o tenor José Cura, a mezzo-soprano Margherita Zimmermann, e o pianista/ maestro Daniel Bareboim, que dirigiu a Orquestra de Paris, a Orquestra Sinfônica de Chicago, entre outras.

Atualmente, se destaca o trabalho do jovem compositor Mauricio Annunziata, criador de um verdadeiro panorama musical argentino.

Importantes compositores argentinos são: Alberto Williams, Julián Aguirre e Arturo Berutti, do final do século XIX; Felipe Boero, Ernesto Drangosch, Floro Ugarte e Carlos López Buchardo, da geração seguinte. Alberto Ginastera e [{Carlos Guastavino]], nas décadas de 1940, 1950; E, compositores experimentais de destaque como Alicia Terzian, Guillermo Graetzer, Roberto García Morillo e Maurcio Kagel.

Atualmente, os criadores argentinos que não desdenham a exploração instrumental, a eletroacústica, e a apropriação de novas tecnologias, consolidam uma trajetória musical que prestigia o país. Para citar apenas alguns: Oscar Di Lisia, Carlos Carmona, Gabriel Senanes, Ricardo de Armas e Dante Grela. Outros preferem ser mais conservadores na eleição da instrumentação, porém de forte inspiração e inovadora estética harmônica como Mauricio Annunziata.

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