Monty Python and the Holy Grail

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Monty Python and the Holy Grail
Monty Python e o Cálice Sagrado (PT)
Monty Python Em Busca do Cálice Sagrado (BR)
1974 • cor • 91 min 
Direção Terry Gilliam
Terry Jones
Roteiro Graham Chapman
John Cleese
Terry Gilliam
Eric Idle
Terry Jones
Michael Palin
Elenco Graham Chapman
John Cleese
Terry Gilliam
Eric Idle
Terry Jones
Michael Palin
Género comédia
País Inglaterra Inglaterra
Idioma inglês
Página no IMDb (em inglês)
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Monty Python and the Holy Grail (Monty Python e o Cálice Sagrado (título em Portugal) ou Monty Python - Em Busca do Cálice Sagrado (título no Brasil) é um filme de comédia britânico de 1975. Foi escrito e dirigido por Terry Gilliam e Terry Jones dos Monty Python. O filme é baseado de forma irónica na lenda da busca do Rei Artur para encontrar o Santo Graal. o filme foi um sucesso quando esteve em cartaz e mantém uma legião de seguidores actualmente.


Origem do projecto[editar | editar código-fonte]

Os Monty Python, grupo britânico de comédia, tinha um programa popular de uma série de televisão da BBC Monty Python's Flying Circus de 1969 até 1974. Durante o intervalo entre a terceira e a última temporada do programa saiu o primeiro filme do grupo, And Now For Something Completely Different, foi uma compilação das piadas da série de televisão. Em contraste, após o fim do programa na BBC, os Monty Python realizaram 3 filmes, Monty Python and the Holy Grail é o primeiro e foi elaborado com material inteiramente novo.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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O Rei Arthur dos Bretões (Graham Chapman) começa a sua jornada seguido do seu escudeiro Patsy (Terry Gilliam) em busca de bravos cavaleiros que desejassem juntar-se a ele na corte de Camelot. Surpreendido por um Cavaleiro Negro, Artur vê-se obrigado a lutar contra ele. Após breves arranhões de espada, que resultaram ao Cavaleiro Negro a perda dos seus dois braços e pernas, Artur pôde continuar a recrutar guerreiros para preencherem as cadeiras vazias na Távola Redonda.

Após convocar o inteligente Sir Bedevere (Terry Jones), o bravo Sir Lancelot (John Cleese), o casto Sir Galahad (Michael Palin), e Sir Robin (Eric Idle), o rei teve a honra de receber uma chamada divino pedindo-lhe que fosse em busca do Santo Graal.

Aceitando a missão, Artur e os seus cavaleiros vão até um castelo próximo a Camelot, perguntar sobre o Graal. O castelo, porém, pertencia a um francês, que contratara soldados que sabiam manter longe qualquer intruso indesejado. A sua estratégia consistia em insultos inteligentes até lançamentos de vacas aos invasores. Percebendo que os franceses não os deixariam entrar no castelo, Sir Bedevere propôs a construção de um enorme coelho de madeira (uma homenagem ao Cavalo de Troia). Após o fracasso do coelho de madeira e do texugo de madeira, que não pôde ser construído por censura dos companheiros de Sir Bedevere, o rei propôs que se separassem em busca do Graal.

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Ficha técnica[editar | editar código-fonte]

  • Realização: Terry Gilliam e Terry Jones
  • Argumento: Os Monty Python - Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin
  • Cenografia : Roy Smith
  • Guarda-Roupa : Hazel Pethig
  • Fotografia : Terry Bedford
  • Montagem : John Hackney
  • Banda Sonora : Stanley Black, Kenneth Essex, Paul Ferris, Neil Innes, Peter Knight, Jack Trombey e Roger Webb
  • Efeitos Visuais : Roger Pratt
  • Produção: Mark Forstater e Michael White
  • Rede de distribuição: EMI Films
  • Orçamento: 230 000 £[1]

Elenco[editar | editar código-fonte]

  • Graham Chapman - Rei Artur / Deus / Cabeça do meio
  • John Cleese - Cavaleiro Negro / Sir Lancelot, o Bravo / Tim
  • Eric Idle - Sir Robin, o Não-tão-bravo-quanto-Sir Lancelot / Concorde / Irmão Maynard / Roger the Shrubber
  • Terry Gilliam - Patsy / Cavaleiro verde / Sir Bors
  • Terry Jones - Sir Bedevere / Príncipe Herbert (voz)
  • Michael Palin - Dennis / Sir Galahad o Puro / Narrador / Rei do Castelo no Pântano / Irmão do Irmão Mynard / Líder dos Cavaleiros que falam ni!

Producção[editar | editar código-fonte]

O filme utilizou como locações o Castelo de Doune, na Escócia.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Durante os anos dos Monty Python, os problemas de alcoolismo de Chapman, que na altura se encontravam no seu pico, afectaram em muito o seu desempenho. Os seus piores momentos foram vividos durante as filmagens de Monty Python e o Cálice Sagrado. Muitas das vezes, Graham não se lembrava das suas deixas ou não conseguia executar algumas partes mais físicas do seu papel, como foi o caso da cena da Ponte da Morte. Graham não conseguiu ultrapassar a ponte por se encontrar embriagado. Um dos maiores desafios para Chapman durante as filmagens aconteceu no primeiro dia. Como o grupo se encontrava a filmar numa zona remota da Escócia, era quase impossível comprar álcool. Apesar de ter perguntado a quase toda a equipa se tinha álcool, Graham não o encontrou e começou a sofrer efeitos secundários da sua dependência.
  • Em 1999, quando o filme foi relançado em DVD sofreu uma leve auto-censura do próprio grupo. Todo o capitulo de Sir Galahad no castelo Antraz foi refilmado com os atores originais visivelmente já mais velhos. O motivo seria baixar classificação indicativa, uma vez que na cena original de 1975 continha forte apelo sexual e garotas completamente nuas que foram substituidas por moças mais comportadadas na nova versão. Mesmo assim a trupe não perdeu a oportunidade no meio do filme de tirar sarro com isso alegando que a nova versão está melhor que a original.[carece de fontes?]
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  1. CecileL. (29 de Junho de 2012). Le film culte de la Semaine – Monty Python Sacré Graal ! Cenoctet. Visitado em 24 de Fevereiro de 2015.