Nádegas

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Nádegas
Male human buttocks.jpg
Nádegas masculinas
Backtowel.jpg
Nádegas femininas
Latim Nadegus
Vascularização Artéria glútea superior, artéria glútea inferior
Inervação Nervo glúteo superior, nervo glúteo inferior, nervos clúneos
MeSH Buttocks

As nádegas são as duas partes carnudas e globulares que formam a parte posterior e superior da coxa. Cada uma das partes é chamada nádega. As nádegas também são conhecidas como: traseiro; bunda; bumbum; pelo nome dos músculos que as compõem, os glúteos; nalgas; quadril; assento; traseira; traseiro; bozó; caneco; holofote; lândrias; lorto; padaria; popa; popô; popança; rabo; rabiosque; rabioste; rabiote; rabisteco; rabisteal; e tralalá.[1]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Nádega" vem do latim vulgar natica, derivado de nates, "nádegas".[2] "Quadril" vem de "da cadeira (osso)", através de "cadeiril" e "cadril".[3] "Assento" vem de "assentar".[4] "Traseiro" e "traseira" vêm de "trás".[5] "Bozó" é derivado de línguas africanas.[6] "Bunda" vem do quimbundo mbunda.[7] "Holofote" vem do grego holóphotos, "totalmente iluminado".[8] "Padaria" vem de "pada" (pão pequeno) + "aria" (sufixo nominal).[9] "Popa" vem do latim puppa.[10] "Popô" e "popança" vêm de "popa".[11] "Rabo" vem do latim rapu, "nabo". "Rabiosque", "rabioste", "rabiote", "rabisteco" e "rabisteal" vêm de "rabo".[12]

Funções[editar | editar código-fonte]

As nádegas, portanto, são constituídas por músculos responsáveis por movimentos das pernas, notadamente pelo movimento circular do fêmur. Nelas, fica localizada, nas mulheres, a gordura utilizada na formação do feto.

Além da função biológica, esta parte do corpo assume uma função secundária, de cunho sexual, como zona erógena, cujo poder de atração, especialmente pelo sexo feminino, é evidente nas mais antigas esculturas feitas por humanos na pré-história, onde nádegas e seios são exageradamente ressaltados. Posteriormente, essa característica passou a ser usada em ídolos religiosos, representando fertilidade. Na atualidade, observa-se a atração das pessoas de maneira geral pelas nádegas de indivíduos de sexo oposto. O poder de atração nas nádegas de mulheres, por exemplo, é um forte apelo usado na publicidade de certos artigos de consumo predominantemente masculino, como cervejas, automóveis e alguns tipos de revistas (não necessariamente de conteúdo sexual).

Sua função sexual levou as nádegas a assumirem uma função terciária, de caráter social. Na maioria das sociedades humanas atuais, independente de sua indumentária típica (que pode mesmo chegar à nudez total), as nádegas são encaradas como áreas "tabu" do corpo humano, onde o toque só é permitido em casos de extrema intimidade. Em certas sociedades, no entanto, um tapa nas nádegas pode ser interpretado como um cumprimento ou um gesto de incentivo entre membros de um grupo social fechado, especialmente entre homens. Em muitos lugares, é considerada uma ofensa grave a exibição deliberada das nádegas nuas.

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Referências

  1. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 178.
  2. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 178.
  3. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 423.
  4. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 579.
  5. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 705.
  6. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 280.
  7. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 293.
  8. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 902.
  9. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 245.
  10. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 365.
  11. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 365.
  12. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 441.

Ver também[editar | editar código-fonte]